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25 de agosto de 2020

Fundo de maneio do GAP – um escândalo

Com 9 perguntas imperativas, o vereador Pedro Brilhante expôs os estratagemas, e as irregularidades (que têm que ser) praticadas, para fazer girar o dinheiro pelo fundo de maneio do GAP (Gabinete de Apoio ao Presidente).

Desengane-se quem pensa que foi mostrado tudo. Foi só levantada a tampa, falta mostrar o fundo. Mas pelo cheiro que tresandou, haverá muita podridão no fundo. A podridão inerente a um poder demasiado antigo, fora de validade, atacado pelo bicho...

Siga os próximos capítulos.

PS: O presidente e o chefe de gabinete optaram por não responder. Compreende-se: há respostas que vale mais não dar.


24 de agosto de 2020

Guerra louca

A política pombalense está esquizofrénica: as reuniões do executivo municipal (e também da AM) são uma espécie de guerra louca, onde o objectivo já não é ganhar, é tão-só matar.

Esta espécie de loucura talvez só se possa explicar pela Teoria do Louco, concebida e colocada em prática pelos EUA, quando fizeram passar a ideia, junto da diplomacia Soviética e Vietnamita, que Nixon estava louco, e, por isso, tudo faria para ganhar a guerra. Maquiavel também defendeu que  que às vezes é "muito sábio simular loucura".

São muitas as cenas que roçam a loucura, mas a cena pensada para o seu fecho da última reunião do executivo só pode ser explicado pela Teoria do Louco.

Depois, que dizer mais: que neste filme há figuras maiores e menores; que o protagonista da cena final cumpriu o papel na perfeição - moço de fretes que responde a estímulos; e que o resto são figurantes, que se dividem entre criaturas perdidas e criaturas à beira da perdição.



23 de agosto de 2020

Cena final

O enredo e a atmosfera prometiam um thriller tenso, imprevisível, excitante. E foi-o. Mas o melhor, a surpresa, a chave de todo o enredo estava – como deve ser num bom thriller – guardada para o fim. Neste caso para o pós-final; servido com todo o requinte e com a toda maldade moral, sem direito a uma palavra, a um ai, a um suspiro.

Nada extasia mais um tirano que ver o seu maior inimigo humilhado à sua frente, e não directamente por si mas pelo seu subalterno, para a sensação de prazer ser plena.

Para os munícipes, para os que pagam isto tudo, nem uma explicação, nem uma justificação, nem uma palavra. O que importa é a maldade, e quanto mais cínica, mais injusta e mais grosseira melhor.

Ai Pombal, Pombal, 
De que é que tu estás à espera?

Adenda 1: Parece estar a causar muita revolta o vídeo não incluir toda a intervenção do protagonista final (nunca o fazemos). Neste caso, não foi incluído um argumento irrelevante e falacioso – relatório de auditoria. Se o thriller não tivesse inúmeras e tão relevantes cenas, o falso argumento daria post próprio; e merecia-o bem, tal a ignorância pura (não maliciosa) que revela.
Uma auditoria - mesmo feita por pessoa séria e competente – não atesta conformidade (plena).

Adenda 2: tanta dor, tanta dor,…, e ainda não tocámos na ferida; e ela é tão grande, e tão profunda. Mas já lá andaram a escarafunchar; aquilo está em carne viva e infectada. Se estão a sofrer por antecipação, fazem bem - vão ganhando habituação.

9 de agosto de 2020

Murtinho

Com D. Diogo a-banhos, a reunião do executivo municipal, da passada sexta-feira, estava condenada a ser um mero proforma, não fora o vice-terceiro-presidente Pedro Murtinho ter tido a ideia de trazer para o debate o post do Farpas que informava, e mostrava, que a vereadora Cabral tinha mudado o sentido do voto, na votação da sua proposta sobre o parecer para a deslocação da Farmácia Barros, quando viu que os votos dos vereadores da oposição chegavam para aprovar a proposta.

O vice-terceiro-presidente Murtinho introduziu o tema com o jeito e o tacto que Deus lhe deu para a política: lamentou que estivessem a chegar ao Farpas informações indevidas; e censurou profundamente quem fotografou o monitor com o voto da vereadora e entregou a foto ao Farpas.

Estava servido o rastilho para o vereador brilhante derreter o vereador murtinho. Lembrou-lhe que indigno era o seu silêncio perante o comportamento do presidente na condução das reuniões, ao não revelar o teor das decisões tomadas e o resultado das votações no momento, ao não emitir as minutas após a reunião e as actas no prazo que a lei impõe. E lembrou-lhe, ainda, o óbvio, que o Farpas, tal como qualquer cidadão, tem direito a receber e a divulgar esta informação.
Chama-se a isto, ir à lã e vir de lá tosquiado.

13 de julho de 2020

Premeditação ou aselhice?

O doutor coiso (autor e primeiro subscritor) meteu os pés-pelas-mãos na proposta de revogação das competências delegadas pelo executivo no presidente da câmara, ferindo-a de nulidade. A proposta foi aprovada - pela “oposição” - mas teve que ser re-submetida na reunião seguinte.

Na reunião seguinte (sexta-feira), o doutor coiso voltou a meter os pés-pelas-mãos, ao apresentar uma proposta cheia de irregularidades formais. Mesmo depois de o presidente da câmara o ter alertado para as desconformidades da proposta, na reunião anterior.

Este tipo de proposta exige unicamente três competências básicas: ter a lei que regula a matéria em causa, saber ler e saber copiar.

Pergunta-se: o doutor coiso meteu os pés-pelas-mãos, repetidamente, por premeditação ou por aselhice (jurídica)?

21 de junho de 2020

D. Diogo 2 – Tropa Fandanga 0


A “oposição” - tropa fandanga - na CM Pombal, agora em maioria, conseguiu, finalmente, articular-se na escolha, no compromisso e no desenlace sobre os assuntos/terrenos de combate. Escolheram – bem: (i) revogação das competências delegadas no presidente; (ii) responsabilização do presidente da câmara pelas custas de parte nos processos em que o município seja condenado por não prestação de informação.

No primeiro (revogação das competências delegadas no presidente), cometeram o erro básico de atribuir ao doutor coiso a autoria (ou a revisão) da proposta. Resultado: o doutor coiso cometeu um erro básico, não detectacto por nenhum dos outros: propor a revogação de um acto já anteriormente revogado. D. Diogo não deixou - nem podia deixar - passar tamanho erro, que fere de nulidade a decisão tomada. Depois, a tropa fandanga deixou-se enredar numa discussão estéril e inconsequente, se o erro é formal ou material, reparável ou não no decurso da reunião. No final, desceram ao nível do presidente, com o truque baixo, e declarado, de aprovar a proposta, ferida de nulidade, sugerindo ao presidente que contestasse a decisão em tribunal. A tropa fandanga perdeu política e eticamente. Estão bem uns para os outros. 

No segundo assunto (responsabilização do presidente da câmara pelas custas de parte nos processos em que o município seja condenado por não prestação de informação), D. Diogo conseguiu provar que a decisão tem pouco ou nenhum respaldo legal. O que deixou a “oposição” muito mal no retrato, nomeadamente os diplomados em Direito. 

Resultado: D. Diogo, em minoria (e sozinho), destroçou a tropa fandanga. Tropa fandanga é tropa fandanga, mesmo articulada e disfarçada de tropa regular.

19 de junho de 2020

O dia em a Política pombalense fez um novo fundo


Hoje, a política pombalense fez um novo fundo. Foi o último? Provavelmente não.
Aristóteles afirmou que o objecto principal da Política é criar a amizade entre membros da cidade. Aqui é o oposto: cria inimizade….
O que hoje se passou não deve sequer ser aqui mostrado (fica só para os mais curiosos). Mas deve ser analisado. 
(Quase) Todos sabemos que a política não é uma escola de virtudes. Pior: é uma actividade que deforma, que traz ao de cima o que há de pior na natureza humana – a falsidade, a maldade, a ira, o ódio. Sei do que falo. A curta e espaçada passagem por ela mostrou-mo. Compreendi que aquilo me tornava pior, que não queria aquilo.
Os membros daquele executivo são más pessoas? Talvez não. Mas o homem é ele e as suas circunstâncias. O caminho que alguns deles estão a percorrer é, simplesmente, degradante. Assiste-se, ali, a uma guerra muito perigosa. Que não mata logo, vai matando. E o ir matando é pior, é muito pior.
G. Sand afirmou que a opinião política – e comportamento político - de um homem/mulher é o próprio homem/mulher. Diogo Mateus é, claramente, o principal responsável pelo estado a que as coisas chegaram. Deve arrepiar caminho, rapidamente - para seu bem. Diogo Mateus tem qualidades, e tem bons princípios e bons valores. O seu problema é a prática. Depois; comete sistematicamente um duplo erro: semeia espinhos e caminha descalço.

PS: a vereadora Odete Alves e o vereador Pedro Brilhante abandonaram a reunião. A vereadora Ana Gonçalves abandonou e regressou.  Na minha opinião, sem nenhuma razão que justifique decisão tão drástica.

29 de maio de 2020

Pombal Circo - Conversa de marretas

As últimas três reuniões do executivo municipal consumiram horas e horas a debater se há ou não há recurso hierárquico das decisões do presidente da câmara sobre os processos disciplinares, a dirigentes de topo, para o executivo municipal (por exemplo, nomeação ou incidente de suspeição sobre o instrutor do processo).

Na dúvida geral, foi proposto pedir um parecer à CCDR que o presidente recusou. Posteriormente, foi votada a admissibilidade à discussão e à votação do recurso hierárquico*, tendo sido rejeitado com cinco abstenções (com vereadores a assumirem impreparação jurídica para decidir).

Perante isto, o vereador Pedro Brilhante fez agendar a aprovação de um pedido de parecer sobre a matéria à CCDR, que suscitou mais uma hora de conversa e acabou rejeitado.

Decididamente; somos governados por marretas, mentes confusas e retorcidas, que falam, falam e falam, mas não aclaram nada e não permitem que se aclare.

A gestão prudencial recomenda jurisprudência prudencial. Mas como aqui outros valores se levantam, e quem paga é o Zé, siga!

PS: até a quem não é jurista custa a perceber que decisões administrativas não sejam recorríveis. Depois é muito discutível se a decisão se enquadra no pelouro de gestão de pessoal (competência do presidente) ou jurídica, ou de ambas.


Pombal Circo - Contrição

A doutora Ana Cabral hesitou mas falou: leu discurso preparado para mostrar incómodo e vergonha com o que se estava a passar na reunião do executivo. 
Se o discurso era sincero - e não oportunista - só resta à doutora ser consequente. E ser consequente é (como me dizia um dirigente local do PSD): apresentar a renúncia.
Até porque, a doutora sabe que dentro da câmara o comportamento dos seus colegas é muito pior - muito mais desonroso e muito mais vergonhoso (logicamente). 


28 de maio de 2020

Pombal Circo - Cursos

No Pombal Circo, há palavras que são fogo – que incendeiam qualquer discussão, por mais séria ou serena que esteja a ser. À cabeça estão: “estudo” e “cursos”.
Mas por quê? Se são palavras tão virtuosas, ligadas a propósitos tão nobres, e tão apreciadas actualmente!
Pois: o problema não está nas palavras, está na boca que as pronuncia.
E a história de certos “estudos” e de certos “cursos” ainda vai fazer correr muita tinta.


Pombal Circo – Proposta Oportuna

No meio do circo em que se transformaram as reuniões do executivo, surge, de vez em quando, um ou outro flash de lucidez; como este: uma proposta que responsabiliza o presidente da câmara pelas custas judiciais e indemnizações a que a câmara seja condenada por litigância de má-fé.
A proposta foi discutida tendo subjacente o processo disciplinar ao Director de Recursos Humanos, que provavelmente chegará aos tribunais (se a obstinação prosseguir). Talvez por isso, não foi aprovada. 
O executivo municipal é composto por vereadores, e juristas, que preferem sempre o caso ao sistema, a correcção à prevenção; e que, quando discutem uma proposta ou um problema, não conseguem ver a floresta que está para além da árvore que está à frente dos seus olhos. 
Mas ideia fará o seu caminho.


Pombal Circo - Justiça

Para D. Diogo a política é só um jogo de imposição de vontades, onde a força é sempre o primeiro e último argumento. Mesmo quando usa a retórica, usa-a só para juntar o rebanho ou preparar o sacrifício de algum cordeiro desavindo.
D. Diogo sabe que informação é poder. Daí que o seu poder advenha, em boa parte, da forma como sonega, manipula e adultera a informação.
Por isso, a derrota contundente que Pedro Brilhante lhe infligiu na Justiça é um golpe profundo, que pode ser mortal.
PS: Agora é preciso vasculhar bem no fundo de maneio do gabinete de apoio ao presidente.


27 de maio de 2020

Pombal Circo - Cena I

A política pombalense, institucional, é, há muito tempo, um verdadeiro circo. Mas o espectáculo nunca foi tão variado e tão rico! Com tantos e tão multifacetados protagonistas, que tanto representam o acrobata como o contorcionista, o ilusionista ou o malabarista, o vilão ou o palhaço, o bobo ou o bozo, o músico ou o dançarino, o pavão ou o tarolo, o figurão ou o parvo, o verdadeiro ou o mentiroso. 
Querem melhor?!
Temos o gosto de vos apresentar a última série das cenas do circo.


O dia em que Narciso percebeu onde está metido



Este excerto da reunião de Câmara mostra vários lados decadentes da política local.

O que levará Diogo Mateus a 'engolir o sapo' de nomear o mensageiro Orlando Cardoso?

Como é que Narciso Mota é apanhado de surpresa? A tropa fandanga já nem sequer fala antes das reuniões do executivo? O impoluto Micael guardou para si aquele trunfo para brilhar perante a câmara e o microfone?

Há muitas perguntas que os munícipes devem fazer - e para as quais era suposto haver respostas, por parte do Município. Mas há neste pedaço de vídeo um registo comovente: é quando D. Diogo fala naquele registo piedoso de quem já se esqueceu de tudo (quem não o conhecer que o compre), exortando Narciso a fazer o mesmo. Comovente. Comovente.

26 de maio de 2020

Tropa Fandanga

Cada espírito, quando fala, tem o seu timbre. 
O Pedro (des)humano tem espírito acanhado e coração exaltado; quando fala, palra por impulso, sempre no registo viúva-do-mota (taberna). 
O doutor coiso fala como orador não como pensador, só para se ouvir, com a esperteza de fazer passar a leviandade por erudição.
Nada os unia, e, pelo visto, tudo os desune. É tropa fandanga, cada um à sua maneira.

25 de maio de 2020

Conversa de mentirosos

Das reuniões do executivo municipal faz parte, recorrentemente, a bulha pelo mais mentiroso. Nesta, o prémio foi muito disputado por vários intervenientes – o vídeo mostra uma parte dessa bulha.
A mentira faz parte da política, pelo menos desde a época dos sofistas na antiga Grécia. Mas aqui não se trata sequer de procurar ou saber usar a mentira; é simplesmente uma espécie de bulha de garotos, como as crianças costumam fazer, para apontar “o mentiroso(a)”.
Ao que nós chegámos! 


24 de maio de 2020

A voz da “experiência”

Narciso Mota mostrou-se indignado e preocupadíssimo com o futuro da família social-democrata - a desunião, o estilo de poder e de gestão.
Naquele circo, Narciso Mota representa o bom vilão, que fala alto mas já ninguém o ouve, cuja cabeça é um negrume de onde saem relâmpagos de razão.


Delírios e Condenações

Apesar do prelúdio inicial morno e sonso, a acção começou logo muito inflamada, com assomos de ira e de delírio e sentimentos de vergonha por parte dos actores principais e secundários, tudo sob o guião das traições, das ilegalidades e da condenação.
Na perca os próximos actos.


23 de maio de 2020

Os alertas e os conselhos da doutora Odete

Com a situação política local tórrida como nunca, a doutora Odete abriu o bate-boca, entre poder e “oposição” (se isto se pode chamar a esta tropa fandanga), picando tudo (apoios, economia, comércio, zonas industriais, Várzea, CIMU-SICÓ, Casa Mota Pinto(!), etc.) e nada, no seu característico registo sofrido e envergonhado. E ainda teve tempo e folgo para anunciar, ali, uma moção de censura ao executivo, a apresentar na assembleia municipal, que logo ali matou!
D. Diogo agradeceu as “deixas”; e sem deixar mais nenhum vereador falar, vergastou logo a doutora Odete e, en passant, o doutor Brilhante.
Estava dado o mote! É o que se chama ir à procura de lã e vir tosquiado.


14 de maio de 2020

O Pedro falou, finalmente


O Pedro falou, finalmente, pelo PSD, à RC! Falou de política, do momento mais conturbado da política pombalense das últimas décadas. Mas não falou o político, falou o bom-cristão. O Pedro é político de profissão e bom-cristão de vocação.
E o que disse o Pedro? Nada. Falou - do óbvio, do banal, do inócuo. Disse que os mandatos são para levar até ao fim, que o partido apoia todos os eleitos, todos os executivos. O Pedro sabe que a legitimidade política advém dos apoios, e os apoios da prestação de contas; e sabe bem que entre o partido e o executivo - e vice-versa –nunca existiu cumplicidade (tem existido até muita canalhice).
As declarações do Pedro podem surpreender muita gente, não os mais atentos à realidade política local. O Pedro foi dissimulado e fraco; procurou, mais uma vez, transvalorar a fraqueza em virtude, foi o bom-cristão que conhecemos. 
A política é um jogo de imposição de vontades, que tem a força como primeiro e último argumento. O Pedro é destituído de força e de vontade própria; só tem desejos - ama o desejo não o desejado.