Sem mais palavras; porque o video mostra muito, não tudo, e já quase tudo tinha sido escrito aqui.
"E na epiderme de cada facto contemporâneo cravaremos uma farpa: apenas a porção de ferro estritamente indispensável para deixar pendente um sinal."
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27 de março de 2020
20 de março de 2020
CMP, o desnorte total
O país e o concelho estão no pico da pandemia. Nos próximos dias atingiremos novos picos; até que chegará o dia – que desconhecemos – em que a crise estabilizará e começará a regredir.
Por cá, o presidente da câmara resolver acrescentar à crise pandémica grave uma crise política sem precedentes. Mais: descurou a crise pandémica para alimentar e forçar a crise política agora publicamente assumida.
O presidente da câmara passou seis anos a capturar poder - a subjugar, esmagar e a eliminar quem dele divergisse. Como aqui escrevi, atingiu o pico com o golpe político da captura do vereador Pedro Martins ao movimento NMPH. E nesse momento, iniciou a queda - descontrolada por agora.
Que Diogo Mateus se suicide politicamente com casos e mais casos - com a sua equipa, o partido, os dirigentes e funcionários da câmara, e os seus adversários políticos -, é, essencialmente, um problema seu. Que comprometa a operacionalidade da câmara com conflitos sistemáticos, nomeadamente neste momento crítico, é inaceitável – mostra a sua natureza e o desnorte que o assaltou.
Quando na última segunda-feira aqui postei sobre o caso da chamada da Polícia Científica à câmara para, supostamente, averiguar uma violação do sistema informático e/ou instalações da câmara, fui acusado de estar a brincar com coisas sérias, de brincadeira de mau gosto. Mas não estava. Estava a dar informações relevantes para ajudar as pessoas a perceber o estado da autarquia, o desnorte que reina no Convento do Cardal. Estava a começar a mostrar até onde vai a irresponsabilidade política, a má-fé, o desnorte.
19 de março de 2020
Última hora
Como o Farpas já tinha indiciado, recentemente, o presidente da CMP, Diogo Mateus, retirou os pelouros à vereadora Ana Gonçalves.
O desnorte continua.
28 de fevereiro de 2020
Alerta CMP: o coronavírus e o 'delegado' de Saúde
Pára tudo, que o doutor Micael está atento a esses irresponsáveis do Ministério da Saúde e da DGS.
Ele não quer ser alarmista mas está alarmado.
Ele não quer meter política nisto mas tudo lhe serve para tentar a aproximação à maioria, e ao PSD.
Ele tinha 'outros assuntos' mas o que importam as miudezas do concelho quando o país precisa dele?
A doutora Odete e as suas questõezinhas
O senhor presidente tinha acabado de responder à questãozinha sobre os migrantes, e de agradecer à doutora Odete a questãozinha por ela colocada numa anterior reunião; para, logo de seguida, a doutora Odete apresentar mais três questõezinhas, e agradecer, no final, a resposta do sr. presidente à questãozinha sobre os migrantes.
Definitivamente, a doutora Odete é o bombom do doutor Diogo.
23 de fevereiro de 2020
CMP entrou para Guinness
O gabinete de propaganda da CMP publicou na página do município no Facebook 81 fotografias dos vereadores&afins, no desfile de Carnaval. Não é engano, caro leitor; não são 8 nem é 1, são mesmo 81! É recorde mundial!
Agora diga-nos, caro leitor: há vereadores mais risíveis que os da CMP? E qual lhe parece o mais risível? E a mais fofinha?
22 de fevereiro de 2020
Siga a folia
Que a política são dois dias e o Carnaval três! E vale mais votos que obras.
PS: Pelo menos, os funcionários da câmara tiveram, finalmente, um dia de sossego!
1 de fevereiro de 2020
Reunião do Executivo – a harmonia voltou
Enquanto a doutora Cabral se passeia pelo mundo novo, do norte da Europa, e se regozija com o que vai vendo para nos ensinar, a política caseira continua o rame-rame do costume.
O executivo reuniu, ontem, p`ra gente. Curiosidades? Ficámos a saber que doutores de leis, com dezenas de anos de reuniões camarárias, ainda não sabem como tratar propostas extra-agenda. O resto? Tudo velho - quatro hora do mesmo.
O ex-vereador Brilhante continua a chatear o presidente com aquilo que não fez. Comprova-se que a dispensa foi acertada: o rapaz não fazia nada, nem sabia nada do que por lá se fazia.
A doutora Odete prosseguiu a sua via-sacra securitária, no registo bafiento e adocicado mole – trabalha para o monte.
O doutor coiso pegou, como sempre, nas trivialidades do momento e discorreu sobre elas com a esperteza de fazer passar a banalidade por erudição.
O engenheiro Mota, desamparado à direita e à esquerda, coitado, apontou erros e culpados, amigos e inimigos de estimação, virtudes e fidelidades próprias (ao PSD, ao actual líder, etc.).
D. Diogo esteve contido. Depois esvaziar o azedume do rufia, deixou o engenheiro Mota descarregar a cassete. Com os presentes entediados até à náusea, a reunião prosseguiu com grande harmonia.
23 de dezembro de 2019
Crónica de uma decisão anunciada
Só quem não conhece o concelho de Pombal é que alguma vez suspeitou, primeiro, que Narciso Mota ganhasse as eleições e, segundo, que as suas hostes lhe fossem fiéis até final. O velho engenheiro apresentou-se a eleições sem chama, com um projecto politico gasto e traindo o seu discípulo dilecto. Os eleitores, e muito bem, não lhe derem a vitória; Narciso Mota não merecia voltar a presidir os destinos da nossa Autarquia.
O que se passou após as eleições também era fácil de antever. Como aqui disse, "as hostes do movimento Narciso Mota - Pombal Humano (NMPH) vão aperceber-se rapidamente (se é que já não se aperceberam) da fragilidade do projecto. Totalmente focado na personalidade do seu mentor - que apenas prometeu ser o mesmo de sempre -, o movimento NMPH é demasiado inconsistente e, por isso mesmo, está condenado a muito breve prazo. Narciso Mota já veio dizer que aceita a vereação (o que só lhe fica bem), mas dificilmente conseguirá manter o compromisso até ao final. A máquina laranja irá fazer tudo para lhe infernizar a vida, muito à semelhança do que ele sempre fez com os seus adversários políticos. Nessa altura, os correligionários do movimento NMPH, órfãos de pai, irão a correr procurar abrigo junto da mãe que renegaram."
Espanta-me, por isso, a surpresa com que a notícia da atribuição de pelouros ao vereador Pedro Martins foi recebida. Não existe nada de substancialmente diferente entre o PSD e o defunto movimento NMPH. São a mesma face da mesma velha moeda. Por outro lado, também não percebo toda a indignação gerada. O objectivo das eleições autárquicas consiste em eleger vereadores e não, como muitos pretendem, apenas o Presidente da Câmara. O nosso modelo autárquico permite a existência de executivos multicolores o que, quanto a mim, enriquece a democracia. Ao contrário do que o PSD (e o PS) defendem, esta decisão de Diogo Mateus abre um bom precedente em Pombal que espero se volte repetir. No entanto - e é aqui que reside a única crítica que faço ao Presidente da Câmara -, estas alianças devem ter substância política e ser assumidas pelas forças partidárias que lhes dão forma. Caso contrário soam a uma mera troca de favores que em nada dignifica os seus protagonistas.
22 de dezembro de 2019
Eles não merecem a água que bebem
A última reunião do executivo da CMP durou 3 horas e
9 minutos: 2 horas e 36 minutos na chicana política (e conversa da treta), 32
minutos a despachar uma agenda com 57 pontos, com simples apresentação dos temas e votações.
Não sai da boca daquelas criaturas as preocupações com
o concelho, mas depois é isto! Esta gente não merece a água que bebe durante as
reuniões, quanto mais o dinheiro que ganha.
O dia em que David derrotou Golias
O Farpas tem o prazer de apresentar a longa-metragem: O dia em que David derrotou Golias.
Sem mais palavras...
Sem mais palavras...
20 de dezembro de 2019
20-12-2019 – o dia em D. Diogo deu o golpe de misericórdia na moribunda oposição
Nos
seis anos que leva à frente da câmara, D. Diogo acumulou muitos erros na
administração da autarquia; mas foi voraz na acumulação de poder. Só que: o vício
mata o viciado. Hoje, D. Diogo rapou o resto do poder - deu o golpe de misericórdia
na moribunda oposição.
Em
política há derrotas que fortalecem, e vitórias que enfraquecem. Hoje, D. Diogo ganhou, mas perdeu. E iniciou o movimento de queda.
5 de dezembro de 2019
De delegação em delegação até à concentração total
O presidente da câmara, Diogo Mateus, voltou a exercitar a chamada “delegação de competências”.
Traiu, outra vez, o tácito compromisso eleitoral ao (re)designar vice-presidente da câmara o vereador Pedro Murtinho - e não a vereadora Ana Cabral – a quem, supostamente, caberá: “substituir o presidente da câmara nas suas faltas e impedimentos”; “representar o presidente”…; “assegurar as relações com a AM”; … “preparar as políticas com as freguesias”…; “monitorizar o plano acção eleitoral sufragado”; …; “proceder à reconstituição mensal dos fundos de maneio”.
Reforçou, supostamente, as competências da vereadora Ana Gonçalves, delegando-lhe a “competência para justificar faltas do pessoal” … e “para aprovar e alterar o mapa de férias”… e “restantes decisões relativas a férias”…”de acordo com as minhas (suas) directrizes”.
E reforçou, também, supostamente, as competências da vereadora Ana Cabral, atribuindo-lhe “a autorização da concessão do apoio para a aquisição do serviço de teleassistência” …”até ao número de 25 unidades”.
Diogo Mateus ilude-se com estes formalismos destituídos de conteúdo e até de simbolismo. Sejamos claros: a câmara não tem vereadores; tem, quanto muito, uns figurantes que vagueiam, iludidos, sem autonomia e sem poder, por territórios que desconhecem.
Neste jogo de máscaras, louve-se o gesto e a lucidez do noviço Pedro: deixou cair a máscara: entregou os pelouros.
30 de novembro de 2019
27 de novembro de 2019
OPA bufa
Em 2/9/2016, escrevi, aqui, que “A câmara de Pombal é um caso extremo de dinheiro a mais e ideias a menos”; e acrescentava: “A última “brilhante” ideia é uma OPA sobre a floresta. Por várias razões, a OPA não terá sucesso. E ainda bem que não o terá. Se o tivesse transformava um problema em dois, não resolveria o problema do ordenamento florestal e, se houvesse grande adesão e um investimento significativo, colocaria em risco a sustentabilidade da câmara. Logo, não é para levar a sério, é mais um show-off próprio de campanha eleitoral”.
Ficámos agora a saber, pela voz do brilhante ex-vereador com a pasta das florestas e do presidente da câmara, que a OPA florestal morreu. Na verdade, nunca existiu. Serviu unicamente para encenação política, para a política do retrato, e para uns créditos (caros) para uma bandeira ou medalha qualquer.
E assim vai Pombal, cantando e rindo, gastando e desperdiçando, de insucesso em insucesso, até à letargia geral.
PS: A desgraça de Pombal – estou farto de o afirmar – é a coexistência de um poder político esgotado e uma oposição fraca, insossa e infértil, que até os erros apoia - apoiou esta insensata medida, e até bateu palmas.
3 de novembro de 2019
Obras tortas
As obras nos governos continuam sem rei-nem-roque, na qualidade, nos prazos e nos prejuízos.
Oh Diogo; mete o Narciso nas obras; ele gosta, é um especialista e fica mais barato(?)…
Oposição chocha
A oposição que (não) temos.
Terra desgraçada: tem o poder que tem, e não tem oposição.
Terra desgraçada: tem o poder que tem, e não tem oposição.
2 de novembro de 2019
Ameaça arriscada
A doutora Odete terminou (por agora) a polémica com a ameaça de impugnar a aprovação (a nulidade do acto) das GOP e Orçamento. Opção arriscada. Se conseguir anular o acto, ganhou o debate; se não o conseguir, perdeu.
O mais lúcido teria sido deixar o caso no âmbito político.
Passo em falso
O passo em falso da doutora Odete – indesculpável, nomeadamente em quem só queria discutir legalidade formal.
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