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28 de maio de 2020

Pombal Circo - Cursos

No Pombal Circo, há palavras que são fogo – que incendeiam qualquer discussão, por mais séria ou serena que esteja a ser. À cabeça estão: “estudo” e “cursos”.
Mas por quê? Se são palavras tão virtuosas, ligadas a propósitos tão nobres, e tão apreciadas actualmente!
Pois: o problema não está nas palavras, está na boca que as pronuncia.
E a história de certos “estudos” e de certos “cursos” ainda vai fazer correr muita tinta.


Pombal Circo – Proposta Oportuna

No meio do circo em que se transformaram as reuniões do executivo, surge, de vez em quando, um ou outro flash de lucidez; como este: uma proposta que responsabiliza o presidente da câmara pelas custas judiciais e indemnizações a que a câmara seja condenada por litigância de má-fé.
A proposta foi discutida tendo subjacente o processo disciplinar ao Director de Recursos Humanos, que provavelmente chegará aos tribunais (se a obstinação prosseguir). Talvez por isso, não foi aprovada. 
O executivo municipal é composto por vereadores, e juristas, que preferem sempre o caso ao sistema, a correcção à prevenção; e que, quando discutem uma proposta ou um problema, não conseguem ver a floresta que está para além da árvore que está à frente dos seus olhos. 
Mas ideia fará o seu caminho.


Pombal Circo - Justiça

Para D. Diogo a política é só um jogo de imposição de vontades, onde a força é sempre o primeiro e último argumento. Mesmo quando usa a retórica, usa-a só para juntar o rebanho ou preparar o sacrifício de algum cordeiro desavindo.
D. Diogo sabe que informação é poder. Daí que o seu poder advenha, em boa parte, da forma como sonega, manipula e adultera a informação.
Por isso, a derrota contundente que Pedro Brilhante lhe infligiu na Justiça é um golpe profundo, que pode ser mortal.
PS: Agora é preciso vasculhar bem no fundo de maneio do gabinete de apoio ao presidente.


27 de maio de 2020

Pombal Circo - Cena I

A política pombalense, institucional, é, há muito tempo, um verdadeiro circo. Mas o espectáculo nunca foi tão variado e tão rico! Com tantos e tão multifacetados protagonistas, que tanto representam o acrobata como o contorcionista, o ilusionista ou o malabarista, o vilão ou o palhaço, o bobo ou o bozo, o músico ou o dançarino, o pavão ou o tarolo, o figurão ou o parvo, o verdadeiro ou o mentiroso. 
Querem melhor?!
Temos o gosto de vos apresentar a última série das cenas do circo.


O dia em que Narciso percebeu onde está metido



Este excerto da reunião de Câmara mostra vários lados decadentes da política local.

O que levará Diogo Mateus a 'engolir o sapo' de nomear o mensageiro Orlando Cardoso?

Como é que Narciso Mota é apanhado de surpresa? A tropa fandanga já nem sequer fala antes das reuniões do executivo? O impoluto Micael guardou para si aquele trunfo para brilhar perante a câmara e o microfone?

Há muitas perguntas que os munícipes devem fazer - e para as quais era suposto haver respostas, por parte do Município. Mas há neste pedaço de vídeo um registo comovente: é quando D. Diogo fala naquele registo piedoso de quem já se esqueceu de tudo (quem não o conhecer que o compre), exortando Narciso a fazer o mesmo. Comovente. Comovente.

26 de maio de 2020

Tropa Fandanga

Cada espírito, quando fala, tem o seu timbre. 
O Pedro (des)humano tem espírito acanhado e coração exaltado; quando fala, palra por impulso, sempre no registo viúva-do-mota (taberna). 
O doutor coiso fala como orador não como pensador, só para se ouvir, com a esperteza de fazer passar a leviandade por erudição.
Nada os unia, e, pelo visto, tudo os desune. É tropa fandanga, cada um à sua maneira.

25 de maio de 2020

Conversa de mentirosos

Das reuniões do executivo municipal faz parte, recorrentemente, a bulha pelo mais mentiroso. Nesta, o prémio foi muito disputado por vários intervenientes – o vídeo mostra uma parte dessa bulha.
A mentira faz parte da política, pelo menos desde a época dos sofistas na antiga Grécia. Mas aqui não se trata sequer de procurar ou saber usar a mentira; é simplesmente uma espécie de bulha de garotos, como as crianças costumam fazer, para apontar “o mentiroso(a)”.
Ao que nós chegámos! 


24 de maio de 2020

A voz da “experiência”

Narciso Mota mostrou-se indignado e preocupadíssimo com o futuro da família social-democrata - a desunião, o estilo de poder e de gestão.
Naquele circo, Narciso Mota representa o bom vilão, que fala alto mas já ninguém o ouve, cuja cabeça é um negrume de onde saem relâmpagos de razão.


Delírios e Condenações

Apesar do prelúdio inicial morno e sonso, a acção começou logo muito inflamada, com assomos de ira e de delírio e sentimentos de vergonha por parte dos actores principais e secundários, tudo sob o guião das traições, das ilegalidades e da condenação.
Na perca os próximos actos.


23 de maio de 2020

Os alertas e os conselhos da doutora Odete

Com a situação política local tórrida como nunca, a doutora Odete abriu o bate-boca, entre poder e “oposição” (se isto se pode chamar a esta tropa fandanga), picando tudo (apoios, economia, comércio, zonas industriais, Várzea, CIMU-SICÓ, Casa Mota Pinto(!), etc.) e nada, no seu característico registo sofrido e envergonhado. E ainda teve tempo e folgo para anunciar, ali, uma moção de censura ao executivo, a apresentar na assembleia municipal, que logo ali matou!
D. Diogo agradeceu as “deixas”; e sem deixar mais nenhum vereador falar, vergastou logo a doutora Odete e, en passant, o doutor Brilhante.
Estava dado o mote! É o que se chama ir à procura de lã e vir tosquiado.


14 de maio de 2020

O Pedro falou, finalmente


O Pedro falou, finalmente, pelo PSD, à RC! Falou de política, do momento mais conturbado da política pombalense das últimas décadas. Mas não falou o político, falou o bom-cristão. O Pedro é político de profissão e bom-cristão de vocação.
E o que disse o Pedro? Nada. Falou - do óbvio, do banal, do inócuo. Disse que os mandatos são para levar até ao fim, que o partido apoia todos os eleitos, todos os executivos. O Pedro sabe que a legitimidade política advém dos apoios, e os apoios da prestação de contas; e sabe bem que entre o partido e o executivo - e vice-versa –nunca existiu cumplicidade (tem existido até muita canalhice).
As declarações do Pedro podem surpreender muita gente, não os mais atentos à realidade política local. O Pedro foi dissimulado e fraco; procurou, mais uma vez, transvalorar a fraqueza em virtude, foi o bom-cristão que conhecemos. 
A política é um jogo de imposição de vontades, que tem a força como primeiro e último argumento. O Pedro é destituído de força e de vontade própria; só tem desejos - ama o desejo não o desejado.

11 de maio de 2020

Última hora


O gabinete de apoio ao presidente da câmara começou a ser esvaziado, sexta-feira.
O gabinete do presidente da câmara contínua igual.
No 2.º andar, do n.º 4, da Rua Dr. Luís Torres a angústia aumenta, e o silêncio exterior tornou-se ensurdecedor.

28 de abril de 2020

Caso(s) de Polícia?

As suspeitas que o presidente da câmara tem usado irregularmente, em benefício pessoal, a viatura que lhe está atribuída, a que se juntam agora outras sobre pagamentos indevidos de ajudas de custo, através do fundo de maneio do seu gabinete, têm alimentado as sucessivas reuniões do executivo. 

Na troca de galhardetes, Diogo Mateus arrastou Narciso Mota para o monte, e afirmou que o acusador – Pedro Brilhante – não está limpo nesta matéria.

Pelo meio, a vereadora Ana Gonçalves ria-se com algumas justificações de Diogo Mateus para as saídas e regressos em dias e horas muito pouco laborais.


27 de abril de 2020

D. Diogo deu mais um bigode na oposição

Nota prévia: chamar oposição aos vereadores sem pelouros na CMP começa a ser um abuso de linguagem. Mas adiante, enquanto não se descobrir um qualificativo mais apropriado mantém-se este mas entre aspas.

O Papel da oposição nunca é fácil, nomeadamente nas autarquias. Por várias razões: pouca disponibilidade dos seus representantes, pouca informação, pouco poder. 
Mas apesar da correlação de forças se ter alterado, nos últimos meses, e de haver mais informação, D. Diogo, com ou sem maioria, contínua a dar bigodes na “oposição”.
Ora vejam.  


11 de abril de 2020

L`Etat, c`est moi!



Por perfil psicológico, por confundir a câmara com a sua própria casa (como bem lhe disse um seu correligionário), e por não ter oposição, D. Diogo tem dirigido a câmara como um Rei, como o Rei Sol. Mas nos últimos tempos, talvez por ter anunciado a retirada ou por se estar a esgadanhar por nova redesignação, tem exagerado nos modos e na substância, seja com “avocação” de pelouros a vereadores do seu partido, sem dar cavaco a ninguém, seja com processos disciplinares sem fundamento.
Na última reunião do executivo, de anteontem, D. Diogo foi confrontado com um requerimento que apontava e fundamentava as ilegalidades nas “avocações” dos pelouros, à vereadora Ana Gonçalves e ao vereador Pedro Brilhante, e requeria a reposição da legalidade. Custa a perceber que um presidente da câmara, que cursou direito, que tem um gabinete jurídico, e que leva três décadas no exercício de mandatos autárquicos, não saiba que não se avocam pelouros, retiram-se, e não saiba que o presidente da câmara não tem competência para reduzir ou aumentar o número de vereadores a tempo inteiro – não saiba que essa competência é do executivo municipal, onde, neste momento, não dispõe sequer de maioria.
Depois, custa também a perceber que a oposição (em maioria nesta altura) se acobarde e chute para um pedido de parecer jurídico à CCDR uma questão que é puramente política e está na letra da lei.
Quem perdoa um carrasco às mãos lhe morre.

29 de março de 2020

Conversa sobre uvas e ladrões

O Pedro-da-oposição-que-já-foi-do-poder tinha acabado de acusar o presidente da câmara do uso de dinheiros públicos para proveito pessoal. O presidente calou-se.
Mas o Pedro-que-agora-é-do-poder-mas-era-da-oposição saltou para atacar o Pedro-da-oposição-que-foi-do-poder, afirmando que “tão ladrão é o que vai às uvas como o que fica à espera”. O que ficou à espera foi o Pedro-da-oposição-que-já-foi-do-poder.
Com amigos destes – Diogo - não precisas de inimigos.


27 de março de 2020

Como o Pedro caracterizou o Príncipe e o seu escudeiro

O Pedro bateu no Príncipe sem dó e sem remorsos - só se perderam as que caíram no chão e não nos lombos do Príncipe, que os tem bem recheados. Mas, se calhar, podia ter poupado o escudeiro, coitado, que pode não saber escrever ou estar, mas é fiel, um mouro de trabalho e está sempre disponível para os trabalhos sujos. 


Baixa(eza) política

Sem mais palavras; porque o video mostra muito, não tudo, e já quase tudo tinha sido escrito aqui.


20 de março de 2020

CMP, o desnorte total


O país e o concelho estão no pico da pandemia. Nos próximos dias atingiremos novos picos; até que chegará o dia – que desconhecemos – em que a crise estabilizará e começará a regredir.

Por cá, o presidente da câmara resolver acrescentar à crise pandémica grave uma crise política sem precedentes. Mais: descurou a crise pandémica para alimentar e forçar a crise política agora publicamente assumida.
O presidente da câmara passou seis anos a capturar poder - a subjugar, esmagar e a eliminar quem dele divergisse. Como aqui escrevi, atingiu o pico com o golpe político da captura do vereador Pedro Martins ao movimento NMPH. E nesse momento, iniciou a queda - descontrolada por agora.

Que Diogo Mateus se suicide politicamente com casos e mais casos - com a sua equipa, o partido, os dirigentes e funcionários da câmara, e os seus adversários políticos -, é, essencialmente, um problema seu. Que comprometa a operacionalidade da câmara com conflitos sistemáticos, nomeadamente neste momento crítico, é inaceitável – mostra a sua natureza e o desnorte que o assaltou.

Quando na última segunda-feira aqui postei sobre o caso da chamada da Polícia Científica à câmara para, supostamente, averiguar uma violação do sistema informático e/ou instalações da câmara, fui acusado de estar a brincar com coisas sérias, de brincadeira de mau gosto. Mas não estava. Estava a dar informações relevantes para ajudar as pessoas a perceber o estado da autarquia, o desnorte que reina no Convento do Cardal. Estava a começar a mostrar até onde vai a irresponsabilidade política, a má-fé, o desnorte.