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31 de agosto de 2020

Quem disse que perguntar não ofende?

Já se percebeu que Pedro Brilhante está sozinho nesta demanda (que podemos adjectivar como quisermos, cada um) de desmontar o que acontece com os dinheiros e recursos públicos. Ficou muito claro, na última reunião de câmara, que o assunto causa certo desconforto, sobretudo a quem antecedeu estes protagonistas.

Odete Alves diz que nim. 

Narciso Mota mostrou-se incomodado. Achava ele que bastava esperar pelas respostas. Não mexer mais no assunto, se é que o entendem.

Doutor Coiso tratou de informar que não está mais disponível para estar até às duas ou três da tarde sem almoçar. Fica lavrado em acta.  E sim, calculamos que isso não tem nada a ver com as senhas de presença. Imaginem se tivesse...

Quer isto dizer que a alegada oposição está mais ou menos como o PSD: na dúvida, é deixar estar tudo como está, que assim como assim uma mão lava a outra e as duas lavam a cara.

2 de outubro de 2017

Narciso, o regresso de um estranho


Há uma lição a retirar destas eleições, aplicada a todos (à excepção do fenómeno Isaltino, em Oeiras) os históricos que quiseram voltar ao poder: o povo não os quer; encara o regresso como oportunismo, e está mais sábio que nunca - porque sabe escolher exactamente quem quer para ocupar cada lugar. Até em Pombal, como ontem se viu. Narciso Mota não conseguiu convencer o eleitorado de que vinha por bem, ressaltando apenas o ressabiamento em relação a Diogo Mateus, ao "plano que não teve continuidade". E por mais que tenha razão - para chegar onde chegou Diogo assinou tudo de cruz, a vida toda, mesmo quando não concordava - o povo está pouco interessado em ajustes de contas. 
Narciso Mota sai desta eleição sem honra nem glória. Além da sua figura (que lhe valeu a esmagadora maioria dos votos, outra vez) não acrescentou valor à candidatura, e depois da divulgação da sondagem que o colocava longe da vitória, perdeu gás. Quando se esperava que fosse em crescendo, a divulgação da sondagem revelou-se oportuna para o PSD, que cavalgou a onda da maioria absoluta e deslocou para a vitória. Acreditamos que vai assumir o lugar de vereador no executivo e sujeitar-se à humilhação que Diogo não lhe poupará. Perdeu a guerra com o partido, perdeu o eleitorado que julgava ser-lhe fiel, o que deita por terra toda a propaganda de uma vida, a falar de um "concelho charneira, humanista e solidário". A água não passa duas vezes debaixo da mesma ponte. E o engenheiro devia saber disso. Fez péssimas escolhas nas freguesias, e ao longo da campanha queixou-se várias vezes do medo das pessoas em dar a cara, esquecendo-se que foi ele um dos grandes responsáveis por esse estado a que chegámos, em Pombal. Comportou-se como oposição, e foi assim que chegou aos três vereadores. Fica provado que roubou mais votos ao debilitado PS do que ao sobrevivente PSD. Em suma, é o grande derrotado deste combate.

8 de maio de 2017

Narciso Mota dá mais um passo em falso

Em 2003, o PS de Pombal colocou na cidade meia dúzia de outdoors que alertavam para o mau estado das escolas do 1.º Ciclo.
Narciso Mota – presidente da câmara na altura - mandou arrancar os outdoors, apreende-os e nunca os devolveu.
Nos últimos dias, Narciso Mota – potencial candidato às próximas eleições autárquicas (ainda não formalizou a candidatura) - mandou colocar outdoors pela cidade e freguesias. O caso terá sido denunciado à GNR que estará no terreno a investigar o caso e a elaborar o respectivo processo.
Provavelmente, Narciso vai ter que arrancar os outdoors. Mais um passo em falso.
Nesta campanha autárquica, Narciso Mota vai provar muitas vezes do próprio veneno.
Não havia nexexidade!

Descubra as diferenças: cara ou coroa?


Lado a lado, os cartazes do PSD e de Narciso Mota são um maná para as aulas de marketing político em qualquer curso. Por isso mesmo, aqui no Farpas entendemos por bem pedir a opinião de um especialista em campanhas eleitorais - que por razões profissionais prefere não ser identificado (não vá ainda ser/deixar de ser contactado por algum dos dois, num país pequeno como este). Sobre o cartaz do PSD: "é dominado pelo design, o que dificulta a percepção da mensagem, ainda para mais num concelho pouco letrado. É difícil ler aquele claim, muito menos o que está dentro do "o". Percebo que queiram valorizar o PSD e não personalidades, por causa de Narciso, e que tenham escolhido futuro como palavra-chave, pelas mesmas razões. Mas podiam e deviam ser mais eficazes"...E sobre o cartaz de Narciso? "escuro, sem ideias, slogan risível, foto que parece demasiado retocada".
Dá sempre asneira quando ficamos pelas meias tintas, porque é um passo para o troca-tintas. Percebemos que o PSD queira insistir na seta, em vez da imagem de Diogo. Mas era escusado colar a cuspo a imagem dos afectos. Já Narciso, teve azar na impressão dos cartazes (além do resto), a fazer lembrar a promoção do Senhor dos Passos. Tem-se a ele, para mal dos nossos pecados.