"E na epiderme de cada facto contemporâneo cravaremos uma farpa: apenas a porção de ferro estritamente indispensável para deixar pendente um sinal."
26 de agosto de 2020
11 de março de 2019
O problema não está na lei, está na moral cristã
11 de outubro de 2018
Um passo em frente PARA Pombal
25 de abril de 2018
Dez anos de Farpas
26 de fevereiro de 2018
Uma terra de litigantes
9 de novembro de 2017
24 de março de 2017
A tragédia dos comuns
21 de setembro de 2016
O Orçamento Participativo
20 de novembro de 2015
Homens bons e Homens maus
1 de setembro de 2015
Ubi commoda ibi incomoda
20 de fevereiro de 2015
Criaturas azaradas
23 de janeiro de 2015
Rica paróquia, sim senhor
21 de janeiro de 2015
Isto anda pouco católico
22 de fevereiro de 2012
E, Pombal move-se!
Pombal move-se!
16 de julho de 2011
Bem fica
A iniciativa Ferias Activas, já na quarta edição, é um projecto interessante, muito apreciado pelas crianças e famílias, que, apesar de pago, tem muita procura, e, mostra que a escassez de recursos não é a principal limitação para fazer coisas com valor. Era bom que outras entidades, com maior estrutura e mais recursos, seguissem este bom exemplo.
26 de junho de 2010
Deputada no Louriçal

17 de maio de 2010
EDP

25 de março de 2010
Nós e os outros
(..) após ter sido limpa a lixeira PBL M-6, de onde foram retiradas, no dia 20 de Março de 2010, 53,880 toneladas de lixo, e colocada uma placa a proibir a colocação de lixo, houve alguém que teve a amabilidade de no dia de ontem colocar mais uma carrada de lixo...
Muitas vezes disse que os políticos não são cá deixados por um OVNI, "emergindo" antes de uma sociedade que, muitas vezes, se esquece de elementares regras de exigência, civismo e responsabilização. Os imbecis que gozaram com o esforço de quem achou que devia limpar, para além da sua violação consciente da Lei, devem ser os mesmos que numa qualquer mesa de café vociferam contra quem manda neste País (no geral) e as Leis que temos. Independentemente da legitimidade de vociferar à mesa do café, o que é certo é que este é um episódio que mostra bem que uma sociedade civil funcional não é imposta de cima para baixo (sob pena de entrarmos em campos de engenharia social), mas sim de baixo para cima. Haja é vontade de exigir a nós próprios o que exigimos aos outros. E respeitar o trabalho e esforço dos outros. E evitar estas vergonhas.
19 de março de 2010
Dia L

18 de março de 2010
Viagens na minha terra
Correspondi ao convite, que publicamente registo e agradeço (uma atitude rara por parte de quem é visado em críticas públicas), e lá parti para uma visita completa à principal Igreja da Cidade e à procura de algumas respostas para dúvidas que entendia serem legítimas. Foi-me explicada toda a intervenção planeada e, no geral, não sendo eu técnico, não vi ali motivos de reparo.
Mas mantinha-se a questão do chão e das mexidas que lhe foram feitas, com a remoção do mesmo para a instalação do piso radiante. Note-se que esta era a questão que maior estranheza causou em Pombal: a intervenção num chão onde haveria, supunha-se, enterramentos. Tendo sido constatadas a existência de ossadas no início da remoção, houve a imposição de interroper a obra para que técnicos analisassem a questão. E pelos vistos, a opinião técnica, pese embora emitida sempre depois do início da intervenção, é de que não se verifica impedimento para a continuação das obras. Só é pena a forma como tudo se passou, quando uma intervenção acompanhada do início impediria esta situação.
Prevenção e água benta, se me permitem a brincadeira... e nada disto teria acontecido. No fundo não é pedir muito e quero crer que no futuro, não haverá intervenção deste tipo que não seja devidamente acompanhada, prevendo-se ou não logo na Lei essa necessidade, atendendo à natureza do sítio onde se intervém.



