Na assembleia municipal, tal como no executivo, na não há
debate, quanto mais visões alternativas. A maior parte dos temas da agenda são
despachados sem qualquer intervenção e os mais importantes são brindados com
uma ou outra intervenção superficial (de quem não leu/analisou os documentos)
ou no acessório.
O presidente da câmara deve passar as horas mais folgadas do
seu mandato nas reuniões da assembleia municipal. Nota-se pelo teor das suas
intervenções. E seriam ainda melhores se um ou outro membro da sua bancada não
introduzisse, de vez em quando, um assunto incómodo, como, por exemplo, o
encerramento da escola do Seixo.
Dom Diogo baralha, dá, destrunfa, recolhe, credita e volta a
baralhar… Fala mais ele, do que ou outros todos juntos! E com muito mais
consistência. Está nas suas sete quintas. Só tem que se preocupar com um ou
outro companheiro que se quer afirmar ou demarcar, e há-os por lá. As ameaças
(só) podem vir de dentro, dos que não estão lá só pela senha de presença.























