30 de novembro de 2018

O casamento de fachada para este Natal


Há uma (bela) tenda instalada no Jardim do Cardal, há iluminação montada nas ruas há mais de um mês, e há toda a propaganda espalhada para anunciar "O Natal na Cidade", cujo programa integral pode ser consultado aqui.
Mas as explicações da vereadora Ana Gonçalves, na última reunião de Câmara - quando oportunamente questionada pela socialista Odete Alves - são uma uma pérola digna de pendurar na nossa árvore. 
Toda a gente sabe que o desfalecimento económico do concelho se traduz no comércio, também. Que,  aos poucos, o fluxo de lojas foi afunilando para o Largo do Cardal e para a Avenida, deixando vazios os espaços que noutro tempo moravam nas ruas da zona histórica. É um caminho ao contrário, o que fazemos em Pombal. Por isso não é de estranhar que a Associação Comercial e de Serviços de Pombal não tenha fôlego para mais. O que é lamentável é que seja a vereadora do pelouro a tratá-la com este misto de desdém e condescendência, como se a Câmara estivesse aqui a ajudar os pobrezinhos da ACSP. Como é que disse? É a Associação que deveria dinamizar o Natal na cidade? 
Oi? 

28 de novembro de 2018

Quem cair, que (a)tire a primeira pedra


Era moderno, era a regeneração urbana que ia revolucionar a zona história e potenciar o comércio, era a negação da calçada portuguesa e era, sobretudo, a surdez do poder político aos avisos lançados por aqui. Falámos do projecto a primeira vez há 8 anos, neste post do João Melo Alvim. E há seis também.  E muitas outras vezes depois disso. Sobre o tipo de piso, são muitos os posts em arquivo a propósito das "cardaleiras", como ficaram conhecidas.
Agora desafiamos os nossos leitores a encontrarem designação para as ratoeiras que todos os dias fazem cair cidadãos, sobretudo na Rua Capitão Tavares Dias. Voltamos ao mesmo: se os nossos autarcas caminhassem pela cidade, já tinham percebido o estado em que está. Se vissem para lá da passadeira entre a Câmara e o Nicola, não enchiam a boca com termos ao estilo "regeneração urbana". E se batessem com os joelhos no chão, como ainda ontem aconteceu a duas pessoas, nestas pedras partidas, levantadas ou soltas, talvez tivessem noção do perigo que ali está.
Até lá, continuem a passear-se no Cardal.

27 de novembro de 2018

Dois pinotes anunciados

Discutia-se o auto de doação à ACSP, para o Natal na Cidade - esmolas. Inesperadamente, e a desproposito, Narciso Mota puxou de uma recomendação, ao senhor presidente, que meteu orgânica da câmara e vida profissional e pessoal de funcionários. Reparem bem no registo caridoso e misericordioso dos dois “actores” – todo ele temperado com harmonia, cooperação e reforço mutuo.
O mundo dá cada cambalhota! Nada que o Farpas não tivesse já detectado e anunciado…
Confirma-se o que se prognosticava: o movimento NMPH é uma bolha de ar, nascida de um arrufo, sem substância e sem qualquer orientação. É tropa fandanga, que na assembleia municipal já começou a debandar; e na câmara dá tiros para o ar, cada um para seu lado, pelo gozo de ouvir tiros.

PS: Pedro Brilhante; põe-te em guarda - deixaste de ser necessário.

26 de novembro de 2018

Democracia à D. Diogo (II)

Democracia à D. Diogo

Em Pombal, grande parte do tempo das longuíssimas reuniões do executivo é consumido com picardias e afrontas, na sequência do corte da palavra à oposição, pelo presidente, por este considerar que aquela abusa do tempo (de uso da palavra).
Ora veja, e tire as suas conclusões.

O 25 de Novembro que importa(va) assinalar

Foto António Cotrim/Agência Lusa

Assinalou-se ontem por toda a parte o Dia Internacional para a eliminação da violência contra as Mulheres, mas em Pombal o poder autárquico prefere comemorar outro 25 de Novembro. Era domingo, uma excelente ocasião para fazermos alguma coisa com gente,  alguma coisa que não fosse a palestra-do-costume, com as pessoas do costume, que cumprem calendário e/ou obrigações.
A data vai ser assinalada amanhã, terça-feira, no Café Concerto, como é hábito. Aqui ao lado, em Ansião, foi ontem. Na data certa.
O que vale é que temos aqui o projecto BASTA. E fazemos parte da REAL - Rede Estruturas Atendimento Violência Doméstica Distrito de Leiria. E o Município de Pombal dá o seu tradicional apoio. Está tudo bem, graças a Deus. 

25 de novembro de 2018

Não em meu nome

O Município de Pombal promove, mais uma vez, a evocação do 25 de Novembro de 1975. Alguém me sabe responder se esta - como qualificar? - farsa foi aprovada pela vereação ou pela na Assembleia Municipal? Ou é apenas mais um devaneio de Diogo Mateus e seus lacaios? Como pombalense, recuso-me a ficar nesta fotografia mas, para não me acusarem de não fazer uma crítica construtiva, deixo uma proposta (em vídeo) que pode agradar ao nosso bento edil.

24 de novembro de 2018

Luta de galináceos

As reuniões do executivo são demasiado longas – mais de 4 horas -; não porque os seus membros discutam os assuntos e problemas com clareza e profundidade, na busca das melhores soluções para o concelho, mas porque usam aquele palco para a troca de bicadas em directo.
Ali, dois (ás vezes três) pobres diabos, de coração exaltado e ódios à flor da pele, perdem com frequência a cabeça e resvalam para a grosseria, num registo que extravasa a náusea e provoca o vómito, sempre com as mesmas questiúnculas, os mesmos apartes, as mesmas baixezas.

23 de novembro de 2018

Alienados

A reunião da câmara, de hoje, começou logo com o presidente a catalogar os vereadores da oposição de alienados. O provo tem um rifão estupendo para isto (chama-lhe…antes que ela…). Mas numa coisa D. Diogo tem razão: há por aqui muita alienação. A maior, porventura, advém de como é que o povo permite isto.

22 de novembro de 2018

Na primeira quem quer cai, na segunda cai quem quer


A Junta de Freguesia de Pombal vai promover, na próxima sexta-feira, mais um evento que só a envergonha. Diz o povo que "na primeira quem quer cai, na segunda cai quem quer" e é bem verdade. Se a palestra do Coach, Master Trainer, Facilitador de Cursos de PNL, Top Trainers e Quantum Mind Training, Pedro Vieira, promovida no passado mês de Fevereiro, se poderia explicar pelo querer de Pedro Pimpão, pelo seu espírito empreendedor e voluntarioso que muitas vezes lhe tolhe a clarividência, o Talk About de sexta-feira não tem qualquer explicação. 

Atente-se ao cartaz que promove a iniciativa. Apesar de ser bastante explícito quando ao horário (19h29), ele omite completamente os nomes dos intervenientes da sessão. Minto! Se tomarmos atenção, podemos ler, bem no fundo: "criado pelo médico Dr. Neil Negrelli Jr". Já é uma pista.

Quem é Dr. Neil Negrelli Jr? O que é o DL, Desenvolvimento e Liderança? Foi muito fácil descobrir na internet que o Dr. Neil Negrelli Jr é Master Practitioner e Trainer em PNL (poderia lá ser de outra forma), e também o presidente do obscuro Instituto Nacional de Excelência Humana (INEXH). Fantástico, Melga! Quando ao DL, percebi que é um Treino (o verdadeiro Treino das Emoções, segundo os seus promotores) com objectivos muito similares aos das consultas do Prof. Karambamas a preço muito superior (984€ a pronto pagamento). Fiquei esclarecido: o Dr. Negrelli é o Prof. Karamba do meninos ricos e o seu Treino a mais genuína banha da cobra.

Caro Pedro, eu até percebo o teu frenesi e necessidade que tens de estar permanentemente na ribalta. Mas não abuses! Ao colares a imagem da Junta aos devaneios de Negrellis e Vieiras não só te envergonhas a ti próprio como a muitos pombalenses. 

20 de novembro de 2018

A Jota é quem mais ordena?



Desde segunda-feira que o jota Nuno Carrasqueira já não é secretário dos vereadores Pedro Brilhante e Ana Cabral, passando a integrar o Gabinete de Apoio ao Presidente. E o que à partida pode parecer uma promoção, é outra coisa. O despacho foi assinado pelo presidente, Diogo Mateus, na sexta-feira passada, com efeitos logo na semana seguinte.
Carrasqueira, que fora lacaio do jota Brilhante no executivo, tinha o destino traçado desde que recuou no golpe palaciano que pretendia derrubar a líder da JSD local, Nicolle Lourenço, uma das "revoltosas" com a liderança de Pedro na JSD distrital. Ou melhor, desde que entrou e saiu - chegou a demitir-se mas voltou atrás. 
Ora acontece que entretanto findou-se aquela bolsa de emprego que era o projecto CLDS+Rosa dos Ventos, e era preciso arranjar lugar para a deputada municipal Cláudia Duarte. De maneira que é ela a feliz contemplada em secretariar o jota Brilhante e a vereadora Ana Cabral. 
É sempre interessante observar como Diogo Mateus joga este xadrez, antes de fazer xeque-mate.

19 de novembro de 2018

Olha o Arunca tão limpinho

Na última reunião da Assembleia Municipal, uma deputada do NMPH questionou a Câmara sobre a poluição no rio Arunca e foi prontamente ridicularizada por Diogo Mateus. Como a realidade é uma maluca, esta semana havia uns montes de espuma pelo rio acima.
Isto só pode ser do detergente para lavar as margens. 

15 de novembro de 2018

Oposição colaborativa


Narciso Mota nasceu e cresceu no regime da União Nacional. Não surpreende, portanto, que sempre tenha abominado a crítica política e defendido que a oposição deve ser colaborativa (convém acrescentar que para Narciso Mota colaborar é estar de acordo com ele).
Como vereador da oposição, Narciso Mota tem continuado a reafirmar que quer fazer a tal “oposição colaborativa”. Logicamente, sem quaisquer resultados e com muita conflitualidade à mistura. Porquê? Porque a vontade que manda não é a dele.
No entanto, Narciso Mota deve ter saído feliz da última reunião do executivo. Conseguiu, finalmente, fazer a sua “oposição colaborativa”: (diz-se que) foi o autor da proposta de atribuição da Medalha de Prestigio e Carreira ao Pe. Américo Ferreira. A proposta não era do conhecimento dos outros membros do executivo (descontando o presidente) -  quebrando as regras acordadas - mas, mesmo assim, foi aprovada por unanimidade, como convém.
Neste processo, uma coisa merece realce: Narciso Mota conseguiu o seu primeiro troféu com a tal oposição colaborativa. E duas dúvidas persistem: primeira, Narciso Mota, foi o verdadeiro autor da proposta ou um simples veículo? Segunda; tendo feito um “favor” a D. Diogo, qual foi/será a “recompensa”?

13 de novembro de 2018

A propósito da educação altruísta

Desde que o bom-cristão Guterres enunciou a sua paixão pela Educação, e fez dela o seu grande desígnio político, qualquer aprendiz de político encontrou ali caminho para percorrer, e assunto para poder debitar banalidades. A praça, por cá, está cheia deles. Esgadanham-se para dizer a banalidade maior, com os termos que melhor a emproem.
Um bom-cristão local, em tirocínio para político, veio-nos apregoar a educação altruísta – suponho que ele queria dizer educação cristã, mas teve receio do dizer.
A moral altruística não peca somente contra o bom gosto e a elevação, é um incitamento aos pecados da omissão e do amadorismo, uma sedução a mais sob a máscara da generosidade(zinha).

11 de novembro de 2018

Olha a pala (II)



Passados pouco tempo de aqui ter sido postado o miserável estado da pala da praça do Cardal, a câmara mandou retirá-la.
Conclusão: eles até sabem o que deve ser feito; andam é muito distraídos - são muito desleixados.

Olha os camiões



De manhã, a EM 237, entre o cruzamento para o Barrocal e o Alto do Cabaço, parece um comboio humanitário das Nações Unidas, mas com camiões carregados de pedra.
Diogo Mateus gaba-se, sistematicamente, que a rotunda do Alto do Cabaço veio facilitar a vida aos automobilistas. É verdade para uma (pequena) parte deles. Mas veio facilitar muito mais a vida aos seus amigos da pedreira, que agora entram directamente no IC2, sem parar. Por isso, a via, na prática, não foi requalificada para ser devolvida aos peões, foi para facilitar a vida aos camionistas da pedra (que têm uma boa via sem passar por dentro da cidade).

10 de novembro de 2018

O que é que nos distingue, afinal?



Andei dias para escrever um post sobre uma intervenção de um jota na última Assembleia Municipal, que tecia loas à fabulosa aposta da Câmara em matéria cultural. Acabei por não escrever, com aquela sensação que não devíamos ter, de bater em mortos. Bem sei que a culpa é nossa, dos que não acompanhamos a extraordinária actividade municipal em matéria cultural: não vislumbramos uma programação no Teatro-Cine, não apreciamos a qualidade das exposições que passam pela galeria do mesmo edifício  (a última, de escultura, era demasiado para nós...), ou dos espectáculos que animam o Café Concerto. Não compreendemos que o público vai ali para rir alto e falar muito, que tanto faz ser um duo como os Terylene, ou um organista qualquer.
A culpa é nossa, pois, que não damos o devido valor ao investimento municipal na cultura, à programação que o pelouro organiza e desenvolve, nem nos comovemos com a afirmação "Pombal é Cultura", que perpassa pelo facebook de cada vez que acontece algum entretenimento. Como naquela tarde de sábado em que um grupo de gaiteiros desfilava pela cidade, com o director da Biblioteca à frente e o fotógrafo municipal atrás, mais uma funcionária que entregava panfletos. Eram os 20 anos da Biblioteca Municipal e aqueles que "são do contra", os mal-agradecidos, portanto, não foram lá "marcar presença". Porque - para o caso de não saberem - é isso que distingue um pombalense de gema, interessado e que ama a sua terra: fazer número.
É nossa, a culpa. Não sabemos de cor a letra do "ai meu Pombal", não valorizamos esse espaço ao serviço da cultura que é a Casa Varela, ou o Auditório Municipal, ou o Centro Cultural (ainda se chama assim) instalado no Celeiro do Marquês. Não sabemos aproveitar as oportunidades que a terra nos dá, e por isso é só curioso que dois dos técnicos de sonoplastia do Teatro Miguel Franco, em Leiria, sejam pombalenses. Que ainda na semana passada  deram cartas num concerto de um grupo de Pombal - o projecto Jazz - que esgotou a sala. E que sentiu a diferença de tratamento entre a cidade-natal e a que os acolheu.
A culpa é nossa, que permitimos o alastrar da (subsidio)dependência da Câmara, nos 20 anos em que Narciso Mota reinou, e nos conformámos com a displicência de Diogo Mateus. Pior: resignámo-nos, quase todos, contentado-nos com o poucochinho, demitindo-nos de qualquer papel na sociedade civil. O sucesso do Farpas - visível e palpável nas visualizações e na interacção com os leitores, sobretudo nas redes sociais, no último ano - resulta dessa consciência que temos vindo a tomar, no colectivo. Até há um ano, nas últimas eleições, por exemplo, o cidadão comum não se manifestava, lia tudo mas não comentava nada. 
Se há algum caminho que vale a pena ter percorrido é este, o de acordar consciências. Mas não basta. De que nos serve isso tudo se não houver uma alternativa ao poder em exercício? Falta-nos a bolha, não raras vezes. E aproveitarmos essa onda para valorizar o pouco que vai aparecendo, fora da caixa municipal, fora da esfera comissão-de-eventos-freguesia-de-Pombal, que acena com jantares aos participantes em iniciativas (válidas, pois) como o Ó da Praça. Não é muito, mas há gente a fazer coisas, de Abiul a Vermoil. Da Charneca a Londres, com raízes aqui presas. Há a Ideias Ousadas, sempre menosprezada. A Orquestra Marquês de Pombal. É uma lista de gente a insistir na terra, a dar-lhe nome, e a receber indiferença. Às vezes chego a duvidar que 2014 tenha existido, que aquele Bodo tenha sido real. E custa a crer que tenhamos deitado tudo fora: a pintura, a música, a dança, os debates, a homenagem à emigração que trouxe até Gérald Bloncourt, há poucos dias desaparecido. 
Falo nisto agora porque amanhã é Dia do Município, com o qual o concelho se identifica muito pouco, para lá do feriado.
Falta-nos sentimento de pertença, identidade. Não admira por isso que a lista de homenageados com medalhas seja o que é, todos os anos: um item a cumprir, uma obrigação municipal, a arte de andar à pressa a convidar clubes, figuras, empresas. E desta vez não se arranjou nada na área cultural, para cúmulo.
Somos a soma dessa resignação, desse desalento, dessa "política do enfeite" que embandeira em arco com uma mão cheia de nada e outra de coisa nenhuma: autarcas em modo Pimpão que destilam adjectivos no facebook, onde é tudo "notável e extraordinário". E que por isso nunca precisará de ser melhorado, repensado, povoado de alguma coisa que nos acrescente em vez de nos enfeitar, só. 
A culpa é nossa, que os elegemos no exacto momento em que engordamos os números da abstenção (convém lembrar que metade dos eleitores de Pombal não vota), na medida em que nos demitimos de intervir. Porque não basta encher a boca a dizer que "o meu amor é Pombal", é preciso pô-lo em prática. Se os nossos autarcas o fizessem, importavam-se com o desmazelo a que está votada a cidade, e algumas freguesias. Mas para isso é preciso percorrê-la, andar a pé em vez de correr para a fotografia. Ver para além de olhar. É preciso morar aqui, de facto, ter os filhos na escola pública, ir ao Centro de Saúde, acompanhá-los nas actividades. E depois olhar à volta, e perceber as diferenças entre as cidades e vilas vizinhas, o empenho no espaço público.
Vivemos a cultura do bem-parecer, perpetrada pelas rádios e pelo jornal, que redunda nos dias iguais, porque está tudo bem, é tudo gratificante. Nunca equacionamos discutir a sério, debater de verdade, ouvir opiniões contrárias, porque não interessa. Quem ousa fazê-lo é uma espécie de belzebu da terra, com quem não nos devemos cruzar nem virtualmente! Só ver o que diz, enviar aos correlegionários, à socapa, em mensagem privada, evitar o contágio. 
Não é uma escolha fácil ficar em Pombal, viver para contá-la, como escreveu sobre a (sua) vida Gabriel Garcia Marques. Levantar o tapete e sacudir a poeira é uma forma de zelar por ela. Discuti-la também. 
Digam lá o que disserem, essa é a nossa medalha mais brilhante. Não nos pesa, não enferruja, e está ao alcance de todos. 
Façam muitos magustos por aí. É uma forma de tirar o bafio às salas das colectividades, e dinamizar as comunidades sem ser em épocas eleitorais. Se começarmos agora, ainda vemos a tempo.
Vivam Pombal.