A “junta” reuniu, ontem, para cumprir as formalidades e permitir as solenidades habituais nestes momentos.
A vice Marto conduziu os trabalhos com a descrição habitual.
O vereador não-eleito (doutor Coelho) monopolizou novamente a sessão com um sermão mui bem entoado, cheio de reparos, conselhos e preocupações, sempre no tom meloso, cheio de compaixão e até de piedade, como era conveniente, onde não faltou a indignação, como também era obrigatório, nomeadamente com os insensíveis governantes; e até a raiva, mas não a raiva que vem do ódio, mas sim a pura, a cristã, aquela que avigora sempre o lado humano.
O Conde do Oeste apresentou as suas curiosidades, e fez as suas observações.
O ausente que se ausentou sem dizer nada a ninguém também esteve presente – podia ele faltar nesta imperdível ocasião?! Não. Não podia. Mandou ler uma prédica laudatória dirigida aos destinatários habituais.

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