22 de setembro de 2018

Vira o disco e toca o mesmo






A CMP deliberou, por unanimidade, atribuir um subsídio à Associação Cultural e Recreativa Sicoense, no valor de 800,00 €, para a organização de um passeio TT (na serra e arredores)!

19 de setembro de 2018

Incoerências no trânsito

A câmara requalificou(?) a EM237, entre o Alto do Cabaço e o Barco: passeios, ciclovia, estreitamento da via, muitas lombas e passadeiras. Finalidade: devolver espaço às pessoas e reduzir/limitar a circulação automóvel. No entanto, os camiões - nomeadamente os das pedreiras - continuam a poder usar a via, apesar de existir uma via alternativa próxima. Alguém compreende isto?

18 de setembro de 2018

O ovo de Colombo segundo Pedro Pimpão



Sou muito fã desta hiperactividade da Junta de Freguesia de Pombal, uma espécie de sempre-em-festa que contrasta com o incenso e mirra da Câmara Municipal. É verdade que a malta se queixa dos passeios por limpar, das coisas simples e básicas por resolver, mas não se pode ter tudo. 
Ou será que pode?
No fim de semana passado estávamos desfalcados de eventos. Então a Junta mobilizou os seus recursos para o "1º Festival do Ovo" na Estrada, organizado pela ADERCE - uma coisa mal-amanhada cujo ponto alto foi o baile com o organista Graciano Ricardo, que também faz parte da tal "Junta que nos junta". As fotos mostram a realidade como ela é: notável e extraordinária, como diz Pimpão. Não mostram, porém, aquilo que é mais impressionante naquela colectividade, protótipo do que foram os anos sem rei nem roque de Narciso Mota a distribuir dinheiro pelas colectividades, independentemente da actividade que tivessem. Por isso isto do ovo tem um lado bom, sim senhor.
A Junta fez tudo o que pôde, mas não bastou para o sucesso da iniciativa. Porém, foi mais um passo nessa travessia de Pedro Pimpão, qual ovo de colombo. 


10 de setembro de 2018

Centro Escolar das Meirinhas - Obra Torta

O Centro de Educação das Meirinhas, adjudicado em Julho de 2016, com prazo de execução de 450 dias, está neste estado! Não vai abrir no início do ano escolar, como era exigível. A data de abertura foi adiada para o próximo ano.
O empreiteiro deixou atrasar a obra, não comunicou o incumprimento nem pediu formalmente o prolongamento do prazo (afirmou o presidente da câmara na ultima reunião do executivo). Não se sabe se a câmara sabia do atraso - a câmara não acompanha nem fiscaliza as obras devidamente. Mais: o presidente da câmara acha que não compete a esta controlar/acompanhar o planeamento da execução das obras. Irresponsabilidade. Em parte, estão explicados os sistemáticos incumprimentos dos prazos.
Mas há dúvidas que persistem:
  1. Que tipo de relação existe entre a câmara e os empreiteiros que os leva a estarem-se nas tintas para a câmara (que é o cliente)?
  2. Porque é que a câmara – que paga bem – não é exigente com os empreiteiros?
PS: O resto – que é muito – fica para outra ocasião: negócio do terreno, localização, etc.