21 de fevereiro de 2015

Sacrifício (in)útil

O presidente da câmara informou a AM que o Diretor-Geral da ETAP pediu desculpa (à sua majestade, à plebe não é necessário) pelo espetáculo realizado para as crianças após o desfile de Carnaval.
Como é lindo o ministro sacrificar-se pelo seu príncipe. Neste nobre ato há uma enorme diferença de posturas: o ministro sabe e age de acordo com o que é o princípio da responsabilidade objetiva; o príncipe ignora-o - está acima disso.

4 comentários:

  1. Apanharam o Príncipe e o Marquês na capital a receber a Comenda e vai de abusar do clero ... com o povo a ver..... não havia nexexidade. ...

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  2. Não entendo o posto. O Rodrigues Marques também não,

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  3. Era uma vez um rei que queria pescar.
    Ele chamou o seu meteorologista e pediu-lhe a previsão do tempo para as próximas horas.
    Este lhe assegurou que não iria chover.
    A noiva do monarca vivia perto de onde ele iria e colocou sua roupa mais elegante para acompanhá-lo.
    No caminho, ele encontrou um camponês montando seu burro que viu o rei e disse: "Majestade, é melhor o senhor
    regressar ao palácio porque vai chover muito".
    O rei ficou pensativo e respondeu:
    "Eu tenho um meteorologista, muito bem pago, que me disse o contrário. Vou seguir em frente".
    E assim fez. Choveu torrencialmente.
    O rei ficou encharcado e a noiva riu-se dele ao vê-lo naquele estado.
    Furioso, o rei voltou para o palácio e despediu o meteorologista.
    Em seguida, convocou o camponês e ofereceu-lhe emprego.
    O camponês disse: "Senhor, eu não entendo nada disso.
    Mas, se as orelhas do meu burro ficam caídas, significa que vai chover".
    Então, o rei contratou o burro.
    E assim começou o costume de contratar burros para trabalhar junto ao Poder...
    Desde então, eis a razão de burros ocuparem as posições mais bem pagas em qualquer governo.

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