4 de junho de 2015

Mais vale tarde…

A CMP decidiu, por unanimidade, alargar o transporte escolar gratuito até ao 12.º ano.

Atualizaram-se! Há muito que aqui tínhamos apontado a injustiça da limitação da gratuitidade até ao 9.º Ano. Mais vale tarde do que nunca.

11 comentários:

  1. Pena que no anterior executivo, os vereadores do PS tenham apresentado esta mesma proposta, e esta tenha sido chumbada...caso para se dizer:mais vale tarde que nunca.

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  3. Quero aqui deixar os meus Parabéns ao Príncipe e a Corte Pombalense pois com esta medida demonstraram consciência social. Como nós todos sabemos, consciência social não abunda em Governantes Sociais-Democratas, que até poderiam mudar de nome e passar a ser Liberais-Democratas. É de enaltecer esta mudança de paradigma, com o Investimento nas pessoas em detrimento do investimento em obras de fachada e compra de elefantes brancos. Um Concelho sem pessoas é um Concelho moribundo. Tem de se criar condições para que os Pombalenses não precisem de sair para viverem dignamente e criar também condições para o regresso daqueles que partiram em busca de melhor vida.

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  4. A esquerda está extasiada com a medida do executivo de mais e mais despesa. Continua despreocupada com os quem tem de pagar. Nada de surpreendente no pensamento da esquerda ou na atuação do executivo que, no seguimento do anterior executivo, também governa à esquerda.

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  5. Esta resposta é somente para si Sr. Dr. José Gomes Fernandes: - Os Pombalenses são pessoas, não são números. Eu nunca fui de esquerda, sou simplesmente aquilo que o PSD deixou de ser. Social Democrata.

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  6. Caro Roque
    Deixa-te de palermices. Os contribuintes, aqueles que pagam, também não são números e também são pombalenses e também são pessoas. Porém, tu e outros como tu apenas valorizam os que fazem a despesa e desprezam os que pagam. Parece que os dinheiros caem do céu e que a despesa pode ser ilimitada.

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  7. JGF,

    Nesta questão, numa coisa, pelo menos, estamos de acordo: a medida é de Esquerda. E, pelos vistos, noutra: a classificação das medidas - e dos decisores políticos – entre Esquerda e Direita continua a fazer sentido.
    Isto não quer dizer que o executivo – e por maioria de razões do presidente – é de esquerda (uma andorinha não faz a primavera). Achará até, creio, esse rótulo ofensivo - e lá terá as suas razões.
    Mas centremo-nos na medida: é ela justa (sob o ponto de vista social)? Promove melhor acesso à Educação, num País com grande abandono escolar? É uma despesa com retorno social? Ou toda a despesa social deve ser reduzida ao mínimo (teoria do Estado Mínimo)?
    Tudo boas questões (politicas).

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  8. Bom dia
    Meus caros isto é uma medida estritamente política, poucos serão os alunos a utilizar os transportes
    Como estamos num País rico vamos no carro do papá para a escola, é mais cómodo e bonito. No meu tempo a CHAURA era o transporte ideal e alguns vinham de burro que deixavam no pátio do Sr. Manuel Henriques. De quando em quando havia umas burras saídas íamos ao pátio às escondidos e soltávamos os bichos todos, era um festival, para não dizer bacanal!
    Os transportes públicos só são viáveis se tiverem utentes e, dentro deste princípio, educar, habituar as pessoas a andar de POMBUS, é um bom investimento para o futuro!



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  9. Amigo Malho, cá estou eu a responder ao teu questionário
    Não te mostras, num único momento, preocupado com a desgraça de quem tem de pagar os impostos. Nem tu nem quem gere os nossos impostos. Seria razoável que fosse sempre feito o confronto entre os sacrifícios de quem paga e os benefícios de quem recebe, quando se publicitam atos de gestão pública. Essa seria a cultura da responsabilidade. Porém, não é esta cultura que temos visto nesta democracia formal.
    Entendo que a cobrança e a redistribuição dos impostos deveriam obedecer a dois critérios: o da possibilidade de quem os paga e o da necessidade de quem deles beneficia.
    Ora, como bem sabes, é quase sempre omitido o sacrifício de quem paga os impostos e é louvado o ato que os esbanja. Como também sabes não é o transporte gratuito para todos que evita o insucesso escolar, uma vez que os alunos carenciados já são subsidiados nos transportes, na alimentação, na renda da casa, nos estudos, na eletricidade, etc. O insucesso escolar deve-se essencialmente a fatores de ordem pessoal, familiar e social.

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  10. Pois é. Os contribuintes pagam muito. A Câmara gasta demasiado, já que gerem a la Gauche. Os estudantes, a terem esta isenção, vão acabar por arruinar mais as contas públicas da Câmara.

    E no entanto, é impressão minha, ou delírio colectivo, de que a Câmara tem uma saúde financeira invejável?

    Mais. Quem paga os impostos, geralmente, também são pais e/ou avós. E que, caso não haja isenção, tem de pagar na mesma o transporte, já que nem os filhos vão a pé, nem ainda existe, infelizmente, teletransporte...

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