8 de janeiro de 2016

Um “caso” dos trabalhos

Que os vereadores da CMP não servem para (quase) nada, já o sabíamos. Mas que nem para figurantes sirvam, é demais. A culpa não será deles.
Vem isto a propósito do encravado Acordo Colectivo de Trabalho da CMP, mas não só. O normal (numa organização funcional) era que as negociações com o sindicato e/ou comissão de trabalhadores fossem conduzidas pela vereadora com o pelouro dos recursos humanos (e técnicos da sua equipa) e fechadas pelo presidente. Mas não foi nada disso que aconteceu. Por cá, o acordo foi negociado e fechado, unicamente, pelo presidente e anunciado por este no jantar de Natal.
Decididamente, em Pombal ocidental, nem tudo é normal (como costuma dizer a Paula Sofia). E em matérias laborais (e não só), ainda é mais assim: a CMP é a única(?), no distrito, onde não aplica o regime das 35 horas semanais*, o que tem provocado grande insatisfação nos funcionários, que nem os prémios ridículos distribuídos no jantar de Natal suavizaram, antes pelo contrário.
Mas mais grave do que tudo isto é o presidente da camara faltar/adiar duas vezes a cerimónia de assinatura do acordo. Porquê? Com que propósitos?
Uma coisa é a existência do mal, outra a razão dessa existência. A existência do mal não pode ser negada, mas a maldade da existência do mal não pode ser aceite.
* Informação não (totalmente) confirmada

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