3 de junho de 2009

Colégio João de Barros


Foram campeões nacionais de juniores em andebol feminino. Na mesma modalidade, mas no escalão sénior, disputaram a final-four da Taça de Portugal. Têm desenvolvido um trabalho desportivo que é um luxo. E ainda há quem ache que não se justifica um pavilhão desportivo decente nas Meirinhas?

14 comentários:

  1. Querido Administrador do Blog, boa noite. Testemos pela 3ª vez.

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  2. Amigo, companheiro e camarada Dr. Adérito Araújo, boa noite.
    Choveram raios e curiscos quando o Presidente da Câmara Municipal de Pombal encetou o processo de construção do Pavilhão Gimnodesportivo das Meirinhas.
    Reconheço que foi o PS que... ai Jesus do Céu me valha...
    Mas, também, o PS diz sempre: Ai Jesus do Céu me valha, por esta e outra palha.
    Não sei se serão os papo-secos de três arames que os incomodo.
    Mas da palha não será.
    Então? Será de quê?
    Resta-me ficar contente.

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  3. Caro Adérito,
    Claro que se justifica um pavilhão gimnodesportivo nas Meirinhas. Nem que seja para servir os alunos do Colégio, propriedade do irmão do senhor presidente da Câmara e que custe mais de 200 mil contos (ainda gosto de citar os contos)...
    Então e no Louriçal? Teve de ser o Instituto D. João V a construir um e suportar tal despesa. É que na altura o proprietário do Instituto era do PS.
    Agora que virou camaleão, parece que a Câmara já vai construir lá um..
    É a gestão por objectivos.

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  4. Caro JAS
    A decisão da construção do pavilhão foi muito antes de se confirmar o apoio do Todo Poderoso ao Narciso Mota, portanto esta obra ja estava em andamento no papel É verdade, tarda em começar, deveria ter tido inicio em Março mas só deve começar perto das autarquicas.

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  5. Teste feito com sucesso, retomemos.
    O seu comentário não é pura ignorância.
    Se fosse, eu seria misericordioso.
    Mas é má fé!
    É má fé porque sabe, tão bem como eu, que os critérios que foram definidos, há mais de quatro anos, consistiam em construir Pavilhões Gimnodesportivos, numa primeira fase, nas freguesias onde houvesse ensino.
    Foi assim que se fez.
    É de uma desonestidade, e não é só política, fazer as insinuações que fez.
    Isso não se faz.
    Deus tenha compaixão da sua alma.
    Fico triste de ter concidadãos de tão baixo nível.
    Fico triste e preocupado com o futuro dos meus filhos.
    Fico triste e preocupado com o futuro dos filhos que Deus não lhe deu, por insanidade mental.
    Choro! Lágrimas de sangue.

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  6. Quando digo que se justifica um pavilhão nas Meirinhas, não quero dizer que seja 100% financiado pelo estado. Poderia haver um envolvimento da população e do colégio no seu financiamento. Quando estudei nas Meirinhas, na 2ª e 4ª classes, sempre que havia necessidade de colaborar nos melhoramentos da escola ou da igreja, a população correspondia positivamente. Porque não o pode fazer quando se trata de constuir uma infra-estrutura desportiva?

    Agora, o que eu acho, é que os apoios municipais devem ser dados pelo mérito e não numa lógica clientelar. Neste caso, o mérito é evidente.

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  7. Caro Eng Rodrigues Marques
    O senhor merece uma medalha. A defesa que faz do poder instituído é brilhante. Parabéns.
    Mas eu sei que no interior, o senhor dana-se com tudo isto. É verdade.
    Entretanto, a título informativo é verdade que Deus não me deu filhos. Não por insanidade mental, mas por motivos de saúde muito mais graves por parte da mulher esposa. Desculpo-o a referência que não tem obrigação de saber. Mas doeu-me. É uma mágoa que eu carrego.

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  8. De facto, Rodrigues Marques... a diferença politica não justifica a observação feita ao JAS. Ficava-lhe bem retrar-se.
    No que a pavilhões diz respeito, concordo na íntegra com o Adérito. E acho que se devia unir esforços para descentralizar estas infra-estruturas. Nas freguesias existem coisas que são pouco mais que eiras, e há casos em que se justifica muito mais que isso!

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  9. De novo, amigos e companheiros jas e, em particular, Gabriel Oliveira.
    Vamos às questões pessoais e deixemos o colectivo.
    Não tenho que me retratar, mas tenho que me penitenciar.
    O objectivo não era agredir ninguém, e menos menos o jas.
    Não faço a mínima ideia de quem seja. É um cidadão, aguerrido, mas cidadão.
    Se entendeu que eu entrei no campo pessoal, involuntariamente, queria dizer-lhe que, em 2001, a minha querida esposa teve um cancro de mama.
    Foi-lhe retirado um seio, com um cancro maligno, mas que, felizmente, está boa.
    Foi diagnosticado a tempo e horas.
    Todavia foram dois anos entre quimioterapia, operação, hospital de dia do IPO de Coimbra e um ano de radioterapia.
    Se me quiser dar as suas coordenadas tenho muito prazer em lhe oferecer um livro onde relato esses anos maus das nossas vidas.
    Reiterando a minha penitência, sou
    Rodrigues Marques

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  10. Caro Eng Rodrigues Marques
    Embora sejam momentos dificeis e marcantes nas nossas vidas pessoais, vamos em frente que atrás vem gente. E como o senhor, também eu sou um lutador.

    Retomemos, então, a discussão e reflexão sobre os assuntos da nossa terra.

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  11. As questões de saúde fragilizam-nos sempre... não é à toa que surge sempre em primeiro lugar, quando alguém faz desejos: "Saúde... eeee..... aaah... ora, saúde... felicidade... dinheiro (não é preciso muito)..."

    E já que se fala de saúde, podemos retomar o post: desporto e saúde andam de mãos dadas, em particular o desporto feito a este nível, com atletas da região, com muitos jovens a treinar, com o estimulo dado (pelo exemplo) para a prática da modalidade.
    Em Pombal, temos o NDAP, clube muito meritório. Há 15 anos (ou mais), e sendo eu do Louriçal, cheguei a frequentar bastante o núcleo. Vários desportos lá se praticavam, e havia um espirito muito salutar. Como está o NDAP, hoje? Continua eclético? Tem os apoios que merece? Continua muito frequentado?

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  12. Os meus cumprimentos a todos os bloguistas.
    Como atleta do Colégio João de Barros, e não pretendendo referenciar o meu nome (não está em causa), obviamente que sou da opinião de que merecemos todo o mérito pelas nossas conquistas desportivas ao longo dos anos. Grande parte de nós, as atletas "fundadoras" desde cedo se habituaram a treinar num ringue de cimento, com uma cobertura duvidosa, e constantemente sujeitas às alterações climatéricas. Mas isso nunca nos fez perder a vontade de ir mais além. Contudo, a uma dada etapa da nossa formação desportiva tornou-se claramente necessária a nossa mudança de local de treino para um pavilhão. Pela intercompetitividade existente, pelas nossas necessidades de treino mais dirigido, e muitas mais razões q não valem a pena enumerar. Passo assim ao ponto seguinte: não temos pavilhão, vamos treinar nos dos outros, o que implica: maior distancia, mais tempo perdido, andar com " a casa às costas"... E ainda assim somos resistentes, andamos nesta vida a troco de nada e somos campeãs nacionais de juniores, 4º lugar no campeonato nacional seniores e... participamos nas competições europeias, trazendo fama e bom nome à nossa estimada terra, Pombal. Que outra equipa de outro qualquer desporto conquistou esse lugar/privilégio? Sou leiga, se outra houver... E ainda duvidam da viabilidade, necessidade e mérito de termos um pavilhão, co-financiado pela camara de Pombal?
    Tenho dito.

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