13 de abril de 2017

E a transparência, Diogo? (I)

A maquilhagem pode criar máscaras bonitas, tal como a propaganda pode iludir muita gente, conquistar simpatias e bons lugares em rankings feitos à medida. Mas tanto uma coma a outra, não mudam a realidade. Há sempre um momento em que alguém observa mais de perto, avalia, inquire, recolhe evidências, conclui. E desmascara.
A Inspecção Geral de Finanças (IGF) verificou se a “utilização de recursos públicos na área da contratação pública respeitou os princípios da legalidade, da concorrência e da transparência” e concluiu pela “inobservância das regras de transparência em procedimentos de contratação pública”, com múltiplas irregularidades, que, cada uma per-si, justificam post. As múltiplas irregularidades e ilegalidades detectadas reduzem a pó a gestão da CMP. Lá se foi a tão propalada capacidade de gestão de Diogo Mateus - a legalidade, o rigor, a transparência...

O Farpas - sem grandes meios mas com algum faro - já por aqui, aqui, aquiaqui e aqui tinha apontado várias irregularidades e ilegalidades. Mas estava longe de imaginar que a realidade fosse tão negra. 

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