2 de maio de 2009

E Narciso Mota não tem desculpa

Nos últimos 4 anos teve condições invejáveis e recursos financeiros avultados para resolver os problemas estruturais do concelho.
Neste mandato (em termos médios), relativamente a 2004:
- Os impostos directos aumentaram 61%;
- Os impostos indirectos aumentaram 66%;
- Os rendimentos de propriedade aumentaram 102%;
- As transferências correntes aumentaram 22%;
- A venda de bens e serviços aumentaram 19%;
Nos próximos mandatos não se repetirão estas condições económicas excepcionais.
Porque não fez obra relevante? Porque não cumpriu o que prometeu? Onde desbaratou tanto dinheiro?

36 comentários:

  1. Uma parte nas colectividades, para pagar votos e a outra com os amigos e companheiros, igualmente para pagar os favores eleitorais.

    ResponderEliminar
  2. Só vejo uma razão. Desgaste de 16 anos
    E muitos "putos" à sua volta ...
    ... alguns querem aprender, outros apenas comer...

    ResponderEliminar
  3. Só pode ter sido por excesso de competencia, de trabalho, de boa gestão, de intelegencia, de humildade, de vontade, ou então por ser um bom gestor, um bom politico, um bom engenheiro; com certeza!?

    ResponderEliminar
  4. Vocês assim não vão longe.
    Com um discurso da treta, um candidato faz de conta, e com apoiantes desta índule, prevejo mais um descalabro nas próximas eleições autarquicas. Seria bom para Pombal que houvesse uma oposição forte e credível, para que o Eng. Narciso fosse mais rigoroso, em particular nas escolhas de pessoas para os diversos cargos que vão desempenhar.
    Penso, que o maior fracasso da gestão municipal, não será tanto por culpa do presidente, mas sim, de algumas individualidades que o rodeiam e que prestam um mau serviço no desempenho das suas funções. Há pouco tempo atrás tivemos a prova disso com os custos do bodo 2008.
    Podemos albitrar várias formas para melhorar esta situação. Para mim, uma delas, quiça a mais importante, seria uma lista da oposiçao, composta por individualidades credíveis e que nos dessem a garantia dum melhor desempenho.
    Pelos últimos desenvolvimentos, não me parece que esta ou, a futura oposição traga algo de inovador e de diferente, para melhor.
    É sempre mais do mesmo!!!!!!
    R.S.

    ResponderEliminar
  5. Pois é caro R.S, você está completamente engando. Deve perceber tanto disto como eu de um lagar de azeite. Você aposto que não sabe do que fala.Ou então não vive no concelho e se vive está completamete alheado da gestão municipal, ou então é da cor.

    ResponderEliminar
  6. Este comentário foi removido por um administrador do blogue.

    ResponderEliminar
  7. Este comentário foi removido por um administrador do blogue.

    ResponderEliminar
  8. Adelino Malho, boa noite.
    Cada vez estás mais mauzinho. Não tens medo que isso te provoque alguma doença?
    Tens que explicar muito bem o parêntesis (em termos médios)?
    O que é que isto quer dizer?
    Se te referisses aos índices de zonamento, p.e., que estão desajustados e que estão a prejudicar o desenvolvimento do concelho, concordaria contigo.
    Assim o teu post não passa de demagogia pura e dura.
    Se pensas que com esses números (frios) nos tomas como tolos, tal como nas nossas aldeias se faz "com passas e bolos se enganam os tolos) estás muito enganado.
    A tua estratégia não passa de passas com bicho.
    Tens que fazer prova que os dígitos que digitalizaste são verdadeiros. Parecem-me mais falácias que não consegues provar.
    Fico expectante.
    Abraço.

    ResponderEliminar
  9. Mas que treta de oposição. Que argumentos tão falaciosos. Pelos vistos seria isso que vocês fariam (gastavam o nosso dinheirinho em coisas inuteis-jantaradas, almoçaradas, etc, etc...) se tivessem essa possibilidade. Felizmente temos à frente da câmara um Homen sério. Está descansado Engº Narciso que com esta oposição não precisas de te preocupares muito.Os municipes estão fartos desta treta e desta oposição.

    ResponderEliminar
  10. Caro amigo Rodrigues Marques, não sabia que na sua aldeia utilizava o ditado "com papas e bolos se enganam os tolos". Não lhe conhecia essa faceta e olhe que há muito privo consigo. Mas a vida traz-nos por vezes surpresas desagradáveis...
    Relativamente ao comentário seguinte sobre a honestidade de Narciso Mota, como explica que por 250 € tenha colocado um funcionário na rua, que tinha duas filhas para criar, e que, agora que se trata de cerca de 300.000 €, dizendo-se iludido e enganado pelo João Vila Verde, o mantenha para que o rapaz não fique traumatizado. Não acha, no mínimo, estranho?

    ResponderEliminar
  11. Rodrigues Marques,
    Bem sei que aqueles números chocam, são mesmo arrasadores para uma gestão que assume que não fez muitas das obras que prometeu, uma gestão que não têm desculpa, que derreteu muito dinheiro (o nosso dinheiro) e termina o mandato com uma mão vazia e outra cheia de nada.
    Sim, eu sei que é chocante o crescimento exorbitante (em termos médios) da receita de todas as grandes rubricas do orçamento municipal (todas!) e o resultado é o que se vê.
    Isto choca-me, não como adversário político, mas como pombalense. A ti não?
    Nota: O crescimento da receita foi calculado somando a receita de 2005, 2006, 2007 e 2008; dividi-la por 4 e comparando-a com 2004. Esclarecido?
    Um abraço,
    AM

    ResponderEliminar
  12. Adelino Malho, bom dia.
    Compreendo-te.
    Já estive na tua posição, como sabes.
    No entanto a minha (nossa, já que não estava sozinho) forma de actuar era diferente.
    Correndo o risco de ser coniventes com o poder instalado, participavamos, pela positiva, nas decisões do executivo que contribuiam para o desenvolvimento do concelho.
    Criticavamos aquilo que era criticável e propunhamos sempre mais e melhor.
    O Dr. Carolino que me perdoe (ele nunca soube) mas digo-te como é que fazia.
    Ao fim de semana, ou quando era necessário, ia na minha moto (uma Honda 750 que ainda tenho), de capacete na cabeça, ver aquilo que deveria ver para poder falar daquilo que faltava fazer, ou que estava mal feito, sem que ninguém me conhecesse.
    Assim fazia a recolha da informação para complementar a que já tinhamos e, desta forma, podermos apresentar as nossas propostas com conhecimento de causa.
    Nunca, por nunca, falavamos no abstrato.
    Sempre no concreto e com o objectivo de melhorar as condições de vida das populações.
    Vês, agora, a diferença.
    Foi uma estratégia que resultou, por se basear em verdades.
    Abraço.

    ResponderEliminar
  13. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderEliminar
  14. Rodrigues Marques,
    Não posso avaliar a o conteúdo, a forma e o estilo como o PSD fez oposição ao PS (só ouvi dizer umas coisas). Nessa altura não acompanhava a política local. O meu baptismo político foi nas eleições de 93.
    Reconheço que, em 1993, foram extremamente eficazes no período pré-eleitoral e eleitoral, tinham claro como derrotar o adversário.
    Mas também te quero dizer (mesmo sabendo que não vais acreditar) que move-me mais o concelho do que o partido. Não quero substituir alguém, mas acho que temos que substituir alguns.
    Um abraço,
    AM

    ResponderEliminar
  15. Alfredo A. Faustino3 de maio de 2009 às 12:21

    Meu caro Rodrigues Marques:
    Já que falas sobre o modo como fazias oposição, também poderias informar o pessoal do modo como o presidente dava conta aos vereadores (da maioria e da oposição) do que havia acontecido durante a semana (no intervalo das reuniões semanais da edilidade), dos contactos que tinha em Lisboa, etc...
    Nunca por nunca podias afirmar, aquando da discussão dos assuntos em reunião, de que não estavas informado.
    Não era assim? E agora, como é?

    ResponderEliminar
  16. Alfredo, bom dia.
    Enquanto o almoço se faz, vou responder à pergunta que colocas.
    Todavia deixa-me colocar uma questão prévia: Cada um tem o seu estilo e apesar de sermos todos iguais, perante a lei e a grei, somos todos diferentes.
    A resposta está no pássaro que se chama pica miolos.
    Estou certo que conheces a história do bicharoco.
    Não posso descreve-la aqui pois o nosso amigo e companheiro Adelino Malho poderia acusar-me de estar a escrever ordinarices e, isso, eu não queria.
    No entanto vou correr o risco. Vamos ver como é que sai.
    Num belo dia, um jovem náufrago foi ter a uma ilha deserta. Nela esteve um longo período de tempo, alimentando-se da economia recoletora que aí encontrou e sem qualquer actividade sexual.
    Noutro belo dia um segundo náufrago do sexo masculino arribou à ilha, com a roupa que Deus lhe deu à sua nascença.
    O primeiro ficou triste. Preferia ter sido uma "náufraga".
    Pensou, pensou e inventou o pica miolos.
    Disse, então, ao recém náufrago.
    Tens que ter muito cuidado. Existem aqui uns pássaros que se alimentam de massa encefálica. Assim, logo que os vejas tens que enterrar a cabeça na areia para te defenderes.
    Ao grito do primeiro: Lá vêm os pica miolos! O segundo colocou-se de cócaras e enterrou a cabeça na areia.
    Ao sentir o "pássaro" na parte mais alta do corpo a tentar penetrar ia dizendo: Pica, pica que tens muito que picar até chegares aos miolos.

    Tens que reconhecer que a actuação de muitos dos Vereadores do Partido Socialista eram uns pica miolos e como tal....

    Agora vou almoçar.
    Abraço.

    ResponderEliminar
  17. E quem representa o naufrago que se colucou de cocaras??

    ResponderEliminar
  18. Alfredo A. Faustino e Engº Rodrigues Marques,

    A casa, nos últimos dias, tem estado muito ocupada em tratar de alguns azedumes e de assuntos da cintura para baixo. Esperemos que seja uma epifania e passe depressa. Comer o náufrago ou a náufraga só em regimes de livre autodeterminação. Nunca com a cabeça enfiada na areia como as avestruzes, nem coagidos com pica-miolos, nem padecendo de qualquer perturbação.
    Com náufrago ou com náufraga, com pica-miolos ou sem pica-miolos, é sempre uma tragédia de que não se tem salvação, melhor a do “Rapaz e o Burro”, que o dilema resolve-se sem desonra para ninguém.

    Vamos lá aproveitar a onda cava que a maré deve é subir.

    Espero que ambos tenham tido um bom almoço.

    Sem azias e um grande abraço

    ResponderEliminar
  19. Amigo e Dr. Jorge Ferreira, boa tarde.
    Não há nenhum azedume entre mim e o Alfredo Faustino. Já houve, mas passou.
    Ambos, estou certo, tivemos um bom almoço.
    Acontece que o Alfredo, agora, deu-lhe para defender o seu, e nosso, amigo Dr. Armindo Lopes Carolino, lembrando quando ambos militavam no CDS.
    Não ataquei o Alfredo, nem o Dr. Carolino. Limitei-me a pedir perdão ao Dr. Carolino pelas maldades que lhe fiz, enquanto seu Vereador, na oposição, mas seu Vereador.
    Tinhamos uma boa relação (ele era malandro, mas nós defendiamo-nos) e era ele próprio que nos contava e recontava a história do "pica miolos" (a seguir redimia-se) quando lhe diziamos que a nossa função era picar-lhe nos miolos.
    Como vê respondi ao Alfredo de uma forma "soft", com alguma profundidade e que ele entende.
    Abraço.

    ResponderEliminar
  20. Como não vou dizer bem do Narciso Mota este comentário vai ser censurado.
    Sou do tempo do lápis azul dos coroneis.
    Aqui têm seguidores.
    CENSUREM Á VONTADE.

    ResponderEliminar
  21. fernando daniel carolino3 de maio de 2009 às 18:39

    Eng. Rodrigues Marques; que analogia aquela dos pica miolos...de uma estranheza e quiça de pouco espirito politico-social.
    Senão vejamos:
    * quem eram os pica miolos?
    * quem era o naufrago um?
    * quem seriam os naufragos dois?
    * que sentido faz passar uma história de cariz tipicamente sexual e homossexual para uma matriz politica?
    Eng. algo se passa que não é bem do seu caracter ou então ando enganado.
    Se não está algo bem é tempo de mudar e "curar" essa maleita.
    Se ando enganado, peço-lhe desculpa e uma hora destas de frente a frente esclarecemos este seu comentário, post, história o que quer que seja aquilo.
    De mau gosto e a roçar o brejeiro.

    Fernando Daniel Carolino

    ResponderEliminar
  22. Engenheiro Malho, não se esqueça de mencionar os vários milhões de euros que a câmara teve de suportar para fazer face aos prejuízos das cheias. De entre todas as câmaras afectadas foi a única a quem este governo ainda não pagou nada. E o seu candidato, por acaso, até está na secretaria de estado da protecção civil e poderia fazer algum trabalho nesse sentido. E já agora, coloque também aqui a redução da dívida da câmara, a capacidade de endividamento, os prazos de pagamento aos fornecedores, entre outras coisas nas quais está entre as primeiras do país em termos de gestão. Basta consultar na net o relatório elaborado pela câmara dos revisores oficiais de contas para todas os concelhos do país. Deixe-se de meias verdades e diga-as por inteiro. De políticos que só botam abaixo estamos todos cheios e não é assim que o PS vai lá. Disse.

    ResponderEliminar
  23. O sr. Eng. Malho, realmente pensa que a maioria esmagadora dos eleitores pombalenses são todos parvos, ou pior ainda, não pensam pela sua cabeça.
    Já neste post, escrevi sobre o assunto. Penso até que dei uma "ajudinha" à oposição quando referi que uma oposicão credível e com personalidades fortes, seria uma das formas de equilibrar as forças. Contudo, na resposta seguinte, verifiquei que afinal não entenderam a minha mensagem e continuam a "malhar" no mesmo.
    É evidente que, nem tudo nesta gestão do PSD foi bom e mereceu a minha modesta concordância, nomeadamente as contas do bodo e toda a sua envolvência.
    Agora, fazer crêr que esta administração do Eng Narciso é um descalabro, é uma insensatez tremenda.
    Basta, seguirmos a comunicação social, local e nacional para verificar que o municipio de Pombal, é, sem sombra de dúvidas, uma referência no contexto de todos os Municipios nacionais.
    É, inclusivamente um municipio medalhado ao mais alto nível em várias áreas, pelas boas práticas adoptadas. Poderia enumerar várias, no entanto refiro por exemplo, o 1º lugar de todos os municipios portugueses na informatização dos seus serviços e o atendimento ao munícipe. É realmente uma referência nacional.
    A taxa de individamento, uma das cidades mais limpas do País, etc.etc....
    Mas claro o Eg. Malho, só se lembra das coisas menos boas e esquece tudo de bom que acontece no nosso concelho. Mas os eleitores não são burros nem sofrem de amnésia!....
    Já agora, companheiro Rodrigues Marques, que "raio" de conversa essa do pica miolos !?
    Assim, dás-me razão quando digo que por vezes te "passas"
    Um abraço amigo
    R.S.

    ResponderEliminar
  24. Semi-anónimo R.S.,
    Nunca me ouvirá dizer que os eleitores são
    "parvos". O senhor é que, pelo que escreve, dá a entender que há uma maioria de eleitores espertos e uma minoria de "parvos". Subentendo que os espertos são da maioria e os parvos são da minoria. Estou certo?
    Aqui penso, unicamente, pela minha cabeça. O que pensa e faz o PS é com o PS. Os seus conselhos poderão ser úteis ao PS. Eu, até agora, dispenso-os.
    Respondendo ao seu contraponto direi: o que credita ao executivo é coisa pouca quando comparado com as grandes falhas. Tenho argumentos para contestar os méritos que apontou. Ainda não o fiz para não lhe dar, a si e a muitos outros, o argumento de que crítico tudo (mas poderei um dia ir lá).
    Para já quero distinguir o vital do trivial.
    Temos tempo.
    Cmpts,
    AM

    ResponderEliminar
  25. O salazar tambem tinha muita gente desta laia defender a sua obra. Infelizmente há muita gente que só está bem a defender quem está no poder, independentemente do seu desempenho e integridade, quando o poder mudar serão os primeiros a mudar tambem, enfim...

    ResponderEliminar
  26. Onde será?. Em que Municipio?
    "Por todo o território Nacional o poder autárquico, emergente com o 25 de Abril, ajustou-se à crescente reivindicação das populações, reagindo então com acções pontuais, dirigidas à satisfação de necessidades de base e à melhoria imediata das condições de vida. Foi o tempo da grande intervenção e participação das populações na criação das infra-estruturas básicas mais prementes.
    Com o passar dos anos, o exercício do poder local no nosso concelho começou a ser cada vez mais personificado na figura do seu Presidente, relegando definitivamente para o "quanto baste" o exercício da democracia, muitas vezes apenas aquela – e só aquela – que a força da lei impõe. Distancia para segundo plano o papel dos restantes órgãos autárquicos e, ainda mais vincadamente, o exercício da democracia participativa, esboçado nos primeiros tempos."

    ResponderEliminar
  27. Amigo e companheiro Dr. Fernando Carolino, boa noite.
    Não entendas nada de mal na história do "pica miolos".
    Se tiveres dúvidas sobre a bondade da história, pergunta ao senhor teu pai que te confirmará quão nos divertiamos com esta anedota.
    Ele entrava na brincadeira. Tu não, pelos vistos.
    Não leves a vida tão a sério.
    Temos que a levar a sério mas q.b..
    Peço-te desculpa se feri a tua sensibilidade.
    Não era esse o objectivo, outrossim contar uma história dos bons velhos tempos.
    Pergunto-te se não entendes que se possa brincar com estas pequenas malandrices?
    Maluquices, de malucos com 60 anos ou mais.
    Não leves a vida no fio da navalha.

    Fernando, defende os teus princípios com veemência e determinação, mas não te deixes obcecar por questões menores.

    Reiterando os meus pedidos de desculpa de ser mal entendido, solicito-te a tua benevolência.
    Com muita estima e consideração, sou
    Rodrigues Marques

    ResponderEliminar
  28. Sr. eng. Adelino Malho, continua a não entender o meu ponto de vista, ou se quizer, não quer entender. Para o caso tanto faz.
    Contudo, devo desde já esclarece-lo que nunca quiz diferênciar eleitores espertos ou burros.
    No meu conceito, nenhuma dessas designações existem! Apenas existem eleitores, ponto.
    Aquilo que lhe quiz demonstrar foi, a forma e o conteúdo dos seus textos, na minha opinião, tentarem "enganar" uma faixa eleitoral, menos atenta ao fenómeno politico de Pombal. Que tudo está mal, e nada de bom se faz. Ora, como sabe, isto não é verdade. O cidadão eleitor atento, saberá que as suas afirmações nem sempre conrespondem à realidade, e estão no minimo, a meu ver, condicionadas à sua cor partidária.
    Tão simples quanto isso. Um pequeno "grande" pormenor nos separa, assim;
    Já manifestei nos meus comentários, a minha opcção politica, que é afecta à maioria, e no entanto, já por variadissimas vezes aqui deixei expresso o meu desacordo em relação a algumas opcções deste executivo, e sempre o farei quando entender dever faze-lo. No entanto o sr. Eng. Malho, que eu me lembre, alguma vêz sequer, foi capaz de realçar uma medida certa deste executivo. E, convenhamos que foram bastantes.
    Como vê, eu consigo, pese embora a minha ideologia politica, distinguir o trigo do joio, enquanto, o amigo não é capaz de o fazer.
    Se quiz, "desafiar-me" para o debate de ideias, conte comigo. Estarei disponível, aqui ou noutro forum a discuti-las consigo.

    PS. Quando entender oportuno, deixarei de ser semi-anónimo. É um direito meu, faze-lo se assim o entender.
    Um abraço
    R.S.

    ResponderEliminar
  29. Semi-anónimo R.S.,
    Aprecio os seus textos (nomeadamente este último). Por isso abri uma meia-excepção para lhe responder.
    Discutir sempre, mas com rostos.
    Cmpts,
    AM

    ResponderEliminar
  30. Apenas lhe direi que, num passado recente, exerci funções autarquicas. Estou "retirado" por opcção própria.
    Um abraço
    R.S.

    ResponderEliminar
  31. fernando daniel carolino4 de maio de 2009 às 14:40

    caro eng. Rodrigues Marques, não lhe levo a mal a brincadeira acima transcrita, agora penso que uma "private joke" de indole supra partidaria deve ser de foro restrito. Mas se achou por bem divulgar tal só revela que naquela altura até se "convivia" bem entre a posição de poder e a de oposição. eram efectivamente outros os tempos, a temperança era diferente e quiça também a forma de estar na politica, onde servir era lema e não servir-se...
    assim sendo toma a brincadeira por ser uma forma "diferente2 de chamar a atenção do que se passa...

    Fernando Daniel Carolino

    ResponderEliminar
  32. Amigo e companheiro Dr. Fernando Carolino, boa noite.
    Fico contente por teres compreendido que a história era saprófita.
    Ao tempo do José Pimpão, o Correio de Pombal tinha um cantinho que se chamava: "Anedotário Autárquico".
    Alimentei-o algumas vezes.
    Esta nunca foi lá publicada, mas poderia tê-lo sido.
    Abraço.

    ResponderEliminar
  33. Bons tempos, esses, eng. Marques. Foi uma era muito engraçada em Pombal e no jornalismo particularmente. Guardo para contar a filhos e netos a alucinante viagem que fizemos consigo a Lisboa (eu, o Orlando e o Pimpão), durante aquela sua experiência como deputado. Ao final de um dia surreal (vê-lo a si e ao Pimpão juntos era um prato), uma gralha no título do trabalho que fizemos consigo foi a cereja do bolo: "Rodrigues Marques já é candidato a candiato". Lembra-se? Quando um dia escrever um livro vou-lhe dedicar um capítulo.

    ResponderEliminar
  34. Ao semi-anónimo RS
    O Senhor fala bem, mas não alegra ninguém.
    A opção de abandonar as Autarquias "por opção" é tapar o sol com uma peneira bem pensada e que lhe serviu que nem luva de lycra. Era inevitável, porque provavelmente viria a tornar-se um logro para a facção política que o apoiava. Um desgosto para o "primo narciso"!
    Acho que escolheu sair pela porta Principal, por que se teimasse um pouco sujeitava-se a sair pela conduta da roupa suja.
    Mas também já era tempo, depois de um percurso político medíocre, com alguma traição dos pares, fez bem ...
    E manteve a cor natural das suas sedas capilares, que por sinal lhe ficam melhor "au naturel".
    Não sou seu admirador.

    ResponderEliminar

O comentário que vai submeter será moderado (rejeitado ou aceite na integra), tão breve quanto possível, por um dos administradores.
Se o comentário não abordar a temática do post ou o fizer de forma injuriosa ou difamatória não será publicado. Neste caso, aconselhamo-lo a corrigir o conteúdo ou a linguagem.
Bons comentários.