30 de maio de 2009

Desemprego dispara



No último ano, em Pombal, o desemprego disparou. É a consequência mais visível e nefasta da forte recessão da económica global e nacional. Como previ, num post recente, a crise parece estar a afectar mais o concelho de Pombal do que os outros concelhos da região.
Na economia não há coincidências apenas consequências.

19 comentários:

  1. Este facto não é novidade para ninguém, e o que se espera é que os números continuem a subir.
    Neste momento temos que estar preparados para tudo e, quando a necessidade obriga, não podemos ser esquisitos. Infelizmente, não são raros os casos de licenciados a trabalhar em caixas de supermercado, um emprego digno, mas um desperdício.
    Mesmo assim, é estranho que a incompetência, nas mais variadas áreas, esteja a aumentar.

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  2. Amigo e companheiro Adelino Malho, boa noite.
    Qualquer pessoa importante tem um provador.
    Se ele morrer, morreu. Se não morrer podes jantar à vontade.
    Tu tens um testador.
    Vamos testar.

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  3. Teste feito com sucesso vamos, então, à coisa.
    Tu devias receber uma medalha, de cortiça, com um colar de passamanes feitos numa passamanaria da China.
    E isto porque a Câmara Municipal de Pombal, que tu pretendes atingir, tem como competências criar condições para que a economia privada crie riqueza para, depois, distribuir.
    E não deve passar daí.
    E é isso que faz!
    E faz aquilo que o teu Governo devia fazer e não faz.
    O teu Governo só pensa em TGVs, em Aeroportos, que não sou do Porto, mas de Lisboa e não são náuticos.
    E não são nada, porque não passam de meros projectos que já custaram milhões de euros e tu...
    ficas contente com o desemprego e eu fico triste.
    Aí é que está a diferença!
    Dizes que previste mas o que é que fizeste para inverter a curva?
    Sem abraço e com muita tristeza.

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  4. Tens toda a razão, companheiro Rodrigues Marques.
    É no minimo de muito mau gosto, fazer baixa politica com a "desgraça" do desemprego em Portugal.
    Insinuar que o desemprego em Pombal, é culpa da Camara ou de quem a dirige, não é sério!
    Quem prometeu e não cumpriu, criar 150.000 novos empregos foi o governo Socrates, e não, o Presidente da Camara de Pombal.
    Um abraço

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  5. Merda!
    Querido administrador do Blog, não cortes, por favor.
    Pela enésima vez, ao quadrado, a máquina comeu-me um texto tão lindo que tinha escrito. Malvada.

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  6. Adelino Malho, boa noite.
    Voltando à vaca fria.
    O amigo Zé tem razão.
    Um gestor, privado ou público, político ou não, tem que se munir de informação que lhe permita "adivinhar o futuro" a fim de tomar as decisões certas no tempo e no lugar certos.
    Vê só o que é que o teu Primeiro Ministro "adivinhou": Criar 150.000 postos de trabalho, na presente legislatura.
    Só se forem -150.000 (negativos, já se vê).
    Mas centremos a questão em Pombal.
    Em que Secretaria de Estado estará a Cintura Externa a Pombal?
    Em que Secretaria de Estado estará a reclassificação da EN 350?
    Em que Secretaria de Estado estará o projecto dos pontões da EN 1.6?
    Em que Secretaria de Estado estará o "dossier" das EN 237 e 237.1?
    Etc., etc., etc..
    Já sei que os intelectuais vão dizer: Lá está o labrego a falar de estradas.
    A esses digo: Troco a linha do Norte da CP por uma boa estrada.
    Em tempo propus à REFER que fizesse passar a linha do Norte por outro local de forma a que pudessemos aproveitar a plataforma da via para a alcatroar e ficar com uma estrada de Albergaria a Pombal (centro da cidade).
    Ficávamos, todos, a ganhar.
    Agora, vou fazer óó, já que amanhã é dia de trabalho e, felizmente, amanhã ainda tenho trabalho.
    Boa noite.
    Bons sonhos.

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  7. Começo a ficar aborrecido com este blog.
    Para colocar um comentário tenho que escrever três ou quatro.
    Por vezes não se consegue transmitir a ideia inicial, o que, torna a nossa mensagem infrutífera! Por vezes desisto de tornar a escrever.

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  8. Caro Eng. Marques
    Com franqueza, trocar o Comboio que é muito menos poluidor pelo Automovel? Acho a linha do Norte uma mais valia para o concelho, porque com os comboios actuais faz-se Lisboa-Pombal no mesmo tempo do que de automovel e polui-se muito menos. Eu sempre que vou a Lisboa opto por ir de Comboio e não é por falta de meios de transporte a energias poluentes. Pois é o grande problema da Vossa geração é não terem grande consciencia ecológica.

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  9. É muito interessante alguém querer mostrar que não é labrego e com o titulo de Engenheiro,usar linguagem "calão".
    Pior que isto, é ter sido acedido o pedido para não cortar a intervenção.

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  10. Amigo e companheiro Roque, boa noite.
    Já a dormir, digo-te que é um chavão dizer que a energia eléctrica não polui.
    Polui na fonte. Na sua geração.
    A nossa Central de produção de energia eléctrica do Carregado é a fuel(Think fuel oil).
    A nossa central de produção de energia eléctrica do Pego (aquela que esteve projectada para a nossa Guia) é a carvão.
    As nossas centrais hidráulicas, as mini-hidrícas e as a energias renováveis contribuem, para o todo nacional, com uma percentagem muito pequena.
    Por exemplo a Barragem do Castelo do Bode não produz energia eléctrica, está, somente, a fazer a correcção do factor de potência da rede.
    A energia eléctrica que importamos (chegamos, nos picos, a importar 60 %) é conseguida a energia nuclear.
    E temos várias centrais nucleares em Espanha nos "nossos" rios Douro e Tejo (Tajo, como dizem os espanhóis).
    Valha-me Nossa Senhora da Boa Morte contra a informação que a EDP Produção faz passar e que convence.
    Boa noite, amigo e companheiro Roque.

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  11. Este comentário foi removido pelo autor.

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  12. Boa tarde.
    Permitam-me alguma discordância: o desemprego é uma calamidade nacional, é certo. As suas causas são nacionais, ou europeias, ou mundiais. Mas há intervenção local que a pode amenizar. E isso é assunto que pode ser discutido, como é evidente. É muito mais fácil discutir a intervenção local para diminuição de desemprego do que tentar resolvê-lo a nivel nacional. Repare-se que a atractividade para a fixação de empresas no nosso concelho é algo que depende em muito da nossa intervenção camarária. Quando uma empresa decide fixar-se na Figueira ou em Ansião ou em Leiria, em detrimento de se fixar em Pombal, talvez seja sinal que estamos a falhar em algum aspecto. Da mesma forma, se decide instalar-se em Pombal, é porque algum mérito mais tivemos que os demais concelhos da região não apresentaram.
    De igual forma, discuto a alegada demagogia em tratar o tema (e mais uma vez estou à vontade, porque na maioria das vezes tenho discordado do Adelino Malho nas suas observações). Não percebo o que raio tem o TGV a ver com o desemprego em Pombal, nem como uma coisa possa desculpabilizar a outra. Coloquemos a imaginação a trabalhar: não há nada que possamos fazer para estimular o emprego em Pombal? Não podemos (e queremos?) trazer mais industria para o concelho? O Turismo já é uma fonte de receitas e uma geradora de emprego como poderia ser? A agricultura está moderna, produtiva e "empregadora", em Pombal? Acho que vale a pena discutir isto!

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  13. Caro Eng. Rodrigues Marques,
    Esses dossiês de que fala não se perderam durante o tempo que o Dr Durão Barroso esteve no Governo? Ou ele também não os encontrou?
    Já não falo do Dr Pedro Santana Lopes, porque esse nem teve tempo de sentar à secretária, quanto mais abrir a gaveta.

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  14. Teste feito, retomemos.
    Há Países que funcionam a nível de Director-Geral.
    São cargos de carreira.
    Em Portugal a máquina não tem força e necessita do poder político para funcionar.
    Para o arranque, da velocidade zero, é necessária muita energia e a força de inércia funciona em sentido contrário.
    Assim sendo é, em verdade, difícil localizarmos, no tempo e no modo, a questão em concreto e irmos ao âmago da questão.
    Mas que são questões concretas e que mexem com as nossas vidas, são.
    Resta-me levantá-las.
    Abraço.

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  15. ... não me considero um sujeito estúpido, mas não percebi patavina, caro Rodrigues Marques. Era essa a intenção?
    De novo (e voltando ao assunto do post), que tem isso a ver com o desempenho dos níveis de emprego/desemprego no nosso concelho?
    Não há nada a discutir relacionado ESTRITAMENTE com este tópico?

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  16. Amigo e companheiro Gabriel Oliveira, boa noite.
    Se a máquina do Estado, de per si, não consegue funcionar, então o poder político tem que alanvancar essa perra máquina para que ela trabalhe a fim de criar condições para que quem cria riqueza possa criá-la para que, posteriormente, a possa distribuir.
    O problema é que o actual poder político faz parte do problema e não da solução.
    Abraço.

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  17. Compreendo, e concordo!
    E parece-lhe que o poder politico "divorciado da solução" é apenas o poder politico Nacional, apenas o local, ou ambos?
    A mim parece-me que há diferentes níveis de intervenção, com diferentes meios (claro), mas uma co-responsabilidade de todos para estes números.

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  18. Amigos, para memória futura, depois de agora ter lido o meu comentário, permitam-me corrigir o termo alavancar, que escrevi mal.
    Vem de alavanca.
    Penitência.

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