24 de julho de 2026

Bem prega frei Tomás…

O novo profeta do PS local – o Professor, como lhe chamam – escolheu apresentar-se à comunidade com um artigo de opinião num pasquim da terra! Se o modo é pouco recomendável, a substância é de fugir…



Sob o título “com Liberdade Pombal tem futuro”, o Professor abre a sua bazófia com a proclamação “O Partido Socialista defende o valor da Liberdade…”, para logo de seguida afiançar que “Em Pombal, vive-se uma situação paradoxal: … 32 anos de governo autárquico do PSD inibe as pessoas de assumirem pensamento diverso …”. Era difícil escolher temática mais descontextualizada e oca para deixar a primeira (boa) impressão; mas o Professor caprichou, ou foi traído pela sua natureza - o bom-cristão gosta muito de patentear o que não tem (para oferecer) … 

Se por um lado, não lembra ao Diabo clamar por falta de Liberdade nesta terra; até porque, se alguma coisa por aqui escasseia, nesta matéria, é poder (falta dele); por outro, o PS local abomina a Liberdade, marginaliza quem discorda e limita a liberdade de expressão ao aberrante ponto de proibirem o uso de determinadas expressões e siglas nas reuniões internas. Era evitado dizer isto em público? Era. Se naquela casa houvesse hombridade e decoro mínimos. Pelo que só uma situação muito paradoxal e de gritante desfaçatez me obrigaria, nesta fase, a vir a público pronunciar-me sobre o PS local. 

Gosto sempre de dar uma segunda - e às vezes uma terceira - oportunidade às pessoas, mesmo sabendo que quem falha na segunda, falha também nas seguintes… Para (fraco) desgosto meu, o Professor já desperdiçou a segunda e a terceira. E depressa demais! 

Deus lhe perdoe, e o abençoe.

23 de julho de 2026

Estará o castelo a ruir?

 



A política tem uma característica curiosa: por vezes, a perceção torna-se tão importante como a própria realidade. 

Até podem os números contar uma história, mas aquilo que os cidadãos veem, vivem e sentem todos os dias, conta outra.

Quando era diretor nacional da Polícia Judiciária, o actual ministro da Administração Interna chamava frequentemente a atenção para a diferença entre a criminalidade real e a perceção de insegurança. Agora, enquanto ministro, confronta-se precisamente com o outro lado dessa realidade. 

Quando se acumulam acontecimentos, polémicas ou falhas na resposta pública, a perceção deixa de ser apenas uma opinião e passa a influenciar a confiança dos cidadãos.

Em Pombal parece estar a acontecer algo semelhante. Não está em causa a capacidade do nosso tecido empresarial, a solidez financeira do Município ou o enorme potencial do concelho, que são evidências difíceis de rebater. O que parece estar a mudar é a forma como muitos pombalenses olham para a sua terra.

As críticas já não se centram num episódio isolado como 20 anos à espera de um IC2 e repetem-se em áreas muito diferentes: passeios degradados, espaço público menos cuidado, falta de manutenção, higiene urbana e recolha de resíduos frequentemente apontadas como insuficientes, restos da tempestade Kristin que continuam visíveis em caminhos e bermas, dúvidas sobre o futuro do Hospital Distrital, declínio do Mercado dos Agricultores, excesso de eventos quando comparado com o investimento na manutenção do património público e aquela sensação de que a comunicação institucional não representa a realidade do quotidiano.

Quando o discurso oficial insiste que tudo está bem, apesar dos problemas evidentes, deixa de haver debate político e passa a haver negação da realidade.

A democracia vive do confronto de ideias, não do confronto entre versões incompatíveis dos factos.

Será tudo verdade? Provavelmente não. Haverá exageros? Também. 

Mas seria um erro desvalorizar estes sinais apenas porque nem todas as críticas são totalmente justas. 

A confiança não se conquista com slogans, comunicados ou com a desvalorização sistemática das críticas, conquista-se quando os cidadãos veem problemas resolvidos. 

Mede-se pelos passeios onde caminhamos, pelos jardins que frequentamos, pela limpeza das ruas, pelos serviços públicos que conseguimos preservar e pela capacidade de responder, com eficácia, aos pequenos problemas que fazem parte da vida de todos.

Em democracia, é normal e faz parte do debate político haver divergências sobre prioridades, soluções ou interpretações. 

Outra coisa é quando se entra na negação de factos.

Se um passeio está degradado, está degradado.

Se uma árvore caiu e continua meses no chão, isso é verificável.

Se um mercado perde atividade, pode ser medido.

Se há lixo acumulado ou património degradado, qualquer um pode ver.

Depois podemos discutir porque aconteceu, quem é responsável ou qual a melhor solução,  mas negar que o problema existe é diferente de discutir o problema.

Depois da chapada de realidade que a Kristin nos deu, este é um bom momento para uma reflexão colectiva.

A quem governa exige-se humildade para reconhecer o que falta fazer, capacidade para definir prioridades e determinação para cuidar melhor do que já existe. 

À oposição exige-se muito mais do que crítica. Exige-se estudo, propostas, visão e a capacidade de convencer os cidadãos de que existe um caminho alternativo.

Porque talvez o maior problema político de Pombal nem seja quem governa. Uma democracia não se mede apenas pela força de quem vence eleições; mede-se também pela qualidade do debate, pela capacidade de escrutínio e pela existência de alternativas credíveis. 

Uma oposição forte não existe para bloquear quem governa, mas para obrigar quem governa a ser melhor.

Pombal sempre foi um concelho ambicioso e não pode acomodar-se à ideia de que o suficiente chega. Governar tem de ser muito mais do que inaugurar obras ou organizar eventos. Tem de garantir garantir que a cidade funciona todos os dias, que os equipamentos públicos têm vida e que os cidadãos sentem orgulho no lugar onde vivem.

Ainda vamos a tempo de corrigir o rumo, mas a política não devia exigir que escolhêssemos entre a lealdade e a realidade, até porque os concelhos não ficam para trás de um dia para o outro...

Emanuel Rocha

(farpa convidada)

16 de julho de 2026

Hospital de Pombal com prognóstico reservado


 

A Santa Casa da Misericórdia de Pombal vai reunir hoje em Assembleia Geral com um ponto único na Ordem de Trabalhos - a situação do Hospital Distrital de Pombal. Daí deverá sair a legitimação das negociações, que na certa nos vão conduzir a uma espécie de PPP (Parceria Público-Privada), num modelo ainda não testado em Portugal. 

O que nos importa, nesta altura, é uma coisa básica: continuaremos a ter um hospital de acesso público? Em que moldes?

Há anos que o Hospital tem vindo a ser esvaziado de serviços e capacidade, conduzindo-o ao estado comatoso em que se encontra hoje. E no entanto, seria tão importante mantê-lo, até para aliviar o caos em que se tornou o serviço de urgência em Leiria, de onde queremos sempre fugir. 

Seria bom que tivéssemos um poder local firme, capaz de bater o pé à tutela e zelar pelo interesse colectivo. Ah, esperem, não se afronta a tutela. E não se afronta há muitos anos, independentemente do partido no poder. Até porque há peças que conseguem encaixar-se em qualquer puzzle: há dias, um grupo de cavalheiros que gosta de jantar com cheiro a naftalina em forma de "tertúlia", convidou o antigo administrador do Centro Hospitalar de Leiria, doutor Licínio Carvalho (grande obreiro do esvaziamento do HDP) agora vice-presidente da CCDR Centro. Espero que lhe tenham perguntado o que resultou, para a população, daquele corte cérceo. Também espero que o presidente da Assembleia Municipal, doutor João Coucelo - que já foi director do Hospital, que ainda hoje, apesar de aposentado, lá faz umas horas - tome a dianteira na defesa do que é nosso. 

Do resto, nada a esperar. É a dinâmica do território a funcionar. 

11 de julho de 2026

De queda em queda. Até quando?


 


As ruas da cidade tornaram-se verdadeiras armadilhas. Depois das 'cardaleiras' de má memória, devidamente arrancadas em boa hora, vivemos o tempo da gincana no simples acto de caminhar na rua. O caso de uma idosa, ontem, num dos passeios da avenida Heróis do Ultramar, veio avivar de novo o sentimento de insegurança que invade muitos transeuntes assim que põem um pé na rua. 

Não, não foi um caso único nem isolado. Todas as semanas há reportes de gente que cai na rua, tropeça nos passeios danificados da avenida, nas calçadas que clamam manutenção e nas lajes levantadas nas ruas da zona histórica. Bem podemos encher a boca e as redes sociais do município com floreados verbais, do género parte integrante da "Rede de Cidades e Vilas de Excelência", com "Plano Local e Municipal de Promoção da Acessibilidade", que no fim a realidade é outra: esta cidade não é para velhos, para quem tem dificuldades de locomoção, tão pouco é para quem só quer caminhar no passeio sem se estatelar, às vezes com gravidade.

Foi grave o que aconteceu à rapariga que tropeçou no passeio frente a uma loja na Rua Carlos Alberto da Mota Pinto, o que levou a proprietária a colocar no local uma enorme floreira. Leram bem, não foram os serviços municipais. Ou da mulher que caiu na Praça Marquês de Pombal, em frente à Loja do Cidadão, há poucas semanas. Têm sido graves muitas das quedas ocorridas por toda a cidade, mesmo antes de levantadas as raízes das árvores pela tempestade Kristin. Há muito que ninguém se importa com o estado das ruas. Uma das poucas zonas em que os passeios são suficientemente largos, a caminho da Senhora de Belém, está há anos com o piso partido em múltiplos lugares, num perigo evidente.

Não sei por onde costuma Pedro Pimpão fazer as suas corridas, mas certamente o trajecto não inclui estas artérias da cidade. E não, não era suposto falarmos dos buracos da estrada em 2026, logo nós, em Pombal: mandamos para o estrangeiro técnicos muito abalizados falar de experiências locais e absorver outras, para quê? Venderam-nos a ideia de que agora seríamos uma smart city, a cidade dos 15 minutos, mas não nos disseram que, provavelmente, esse é o tempo que demora a chegar a ambulância, ou o tempo que ela gasta até ao ao Hospital - enquanto temos.

Hoje mesmo a presidente da Junta de Pombal apresentou  numa reunião da  ANAFRE uma proposta para a Segurança Rodoviária de Proximidade, "defendendo a criação de um programa nacional que permita às freguesias terem um 𝗽𝗮𝗽𝗲𝗹 𝗺𝗮𝗶𝘀 𝗮𝘁𝗶𝘃𝗼 𝗻𝗮 𝗽𝗿𝗲𝘃𝗲𝗻𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗱𝗮 𝘀𝗶𝗻𝗶𝘀𝘁𝗿𝗮𝗹𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲 𝗲 𝗻𝗼 𝗰𝗼𝗻𝘁𝗿𝗼𝗹𝗼 𝗱𝗮 𝘃𝗲𝗹𝗼𝗰𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲 𝗻𝗼𝘀 𝗹𝗼𝗰𝗮𝗶𝘀 𝗺𝗮𝗶𝘀 𝗰𝗿𝗶́𝘁𝗶𝗰𝗼𝘀" (sic). Seria bom se começássemos pelo básico: a manutenção das ruas. Não precisamos que os presidentes de junta se armem em presidentes de Câmara, a não ser nas terras onde as Câmaras estão ao nível das Juntas, e daquelas que só servem para carimbar papéis.

6 de julho de 2026

O que mudou em Pombal (e ainda não percebemos)


 Conheci na semana passada o Mateus (Hawi), num interessante debate provocado por uma residência artística na Casa Varela - que juntou gente diversa à volta da memória colectiva de Pombal. As outras pessoas eram todas minhas conhecidas ou amigas, traziam todas as suas memórias sobre a terra, e o Mateus absorvia tudo o que dizíamos: chegou a Pombal há cinco anos, veio de São Paulo (juntar-se à família, que já cá estava) e olha para a cidade por um prisma que nos passa ao lado - aqui vê o horizonte, a partir de qualquer ângulo. É produtor musical, tem cá um estúdio, toca vários instrumentos, é autor e compositor, talvez apenas conhecido pelas gerações mais novas, por causa das batalhas (de rimas) do Marquês - que acontecem e mobilizam gente.

O Mateus, 34 anos, já sabia a lenda do Bodo mas nunca tinha ouvido falar do baile dos cedros ou do baile da pérgula, do Agro-Bodo, da meia-maratona, ou da maioria dos postais que cada um guarda na sua memória. Depois daquele fim de tarde  promovido pelo Tristany Mundu - o artista que investiga o que é, afinal, um indígena (aquele que pertence à terra onde habita), ficou de combinar com o Alfredo uma incursão na Filarmónica ou no Rancho Típico de Pombal.

É apenas um dos mais de cinco mil cidadãos estrangeiros que aqui moram. Muitos deles têm colorido o jardim do Cardal nos últimos dias, abalando a pasmaceira habitual. No jogo em que o Brasil foi eliminado pela Noruega, domingo à noite, era um mar de gente.

Bem sei que aqui na terra vamos rapidamente do 8 ao 80 (ou do 80 ao 8, se falarmos na organização do Bodo deste ano), e por isso o cheiro a cachupa, futebol e funk não incomodam só um ou outro herdeiro dos pergaminhos de Pombal. Se o som é alto e prolongado, entra-nos a todos pelos tímpanos adentro, qual timbre do Pimpão na Assembleia Municipal. Mas o Mundial de Futebol vai acabar e voltaremos ao mesmo: dois ou três que dormem sestas nos bancos, um ou outro que fazem scroll, de cabeça baixa, enquanto caminham da estação para o Cardal ou vice-versa. Por isso, deixemos que este povo se divirta, por dias, na terra que também é sua.

O Pombal de Maria Fogaça, António Serrano, Maria Justina Varela Pinto,Guilherme Santos ou Maria Mafra já não existe. Há muito do que fomos que apenas subsiste na memória, e sim, deve permanecer na história, e ser evocado, passado às gerações mais novas. Já não existe O Eco, nem o Correio de Pombal, nem o Voz do Arunca, nem o Pombal Oeste, das rádios resta uma sombra do que foram, da vitalidade que entre os anos 80 e 90 fazia rodar gerações inteiras com programas temáticos e interacção com o público. Era no tempo em que sonhávamos muito e voávamos alto sem precisar de slogans para o fazer.

O que precisamos de fazer agora é uma cidade para os que vivem aqui e agora, se queremos que venham outros. Podíamos começar por acabar com essa mania de empedrar jardins, e cujo resultado esteve à vista, ainda estes dias. Mas essa é outra conversa, para termos a propósito de uma obra que aí vem. 

5 de julho de 2026

A mediocridade gera mediocridade, e o processo está refinado

Que temos a classe política mais inepta das últimas décadas não restam grandes dúvidas a quem é minimamente isento e não é cego; até porque a decadência está patente, seja nas grandes opções políticas e respectivos resultados ou nas mais elementares e repetitivas tarefas governativas, como reparar uma estrada ou um simples buraco ou assegurar a correcção atempada de uns exames desenhados para correcção quase automática.

A requalificação do IC2, entre Meirinhas e Pombal, e o buraco no IC8, no Outeiro Galegas, são dois exemplos paradigmáticos da incompetência, do desleixo e da extrema irresponsabilidade reinante em toda a pirâmide administrativa do regime. Um buraco de cinco metros está há cinco meses para ser tapado numa via estruturante da circulação rodoviária no país. Neste período os chineses já tinham construído de raiz uma autoestrada com 1000 km e estavam a projectar/implementar meia dúzia de novas cidades.



Este declínio/decadência assenta em dois pilares inamovíveis: um regime que se orgulhava de ser «o pior dos regimes, à excepção de todos os outros», mas agora se alicerça na mediocridade que reproduz; uma sociedade que se tornou amorfa e acrítica. 

Confrontado com este quadro sombrio, o caro leitor perguntará: então, não há (melhor) futuro?! Respondo como o outro: há; mas não é nas nossas vidas. 

2 de julho de 2026

O doutor Coelho arriou

Hoje, o PAOD (período de antes da ordem do dia) da reunião da “junta” foi rico em assuntos pobres (o ar-condicionado do Salão Nobre, as condições para as intervenções do público e a informação sobre a substituição do coordenador da Protecção Civil); porém suficientes para o doutor Coelho arriar - abandonou a reunião, número em que é useiro e vezeiro. Será este o último? Veremos…



Na verdade, o doutor Pimpão tem-se apresentado mais manhoso do que parecia…E os vereadores não-eleitos, que tanto gostavam de colaborar (!), têm sido subtilmente desconsiderados e mansamente ludibriados. Primeiro, reduzindo as reuniões a um mero proforma (como aqui tenho repetidamente assinalado); depois, controlando a informação com alguma esperteza. 

O doutor Coelho caiu na ratoeira… Sem estratégia e sem condições políticas cansou-se de tanto arranhar sem fazer ferida. O jogo político é mata-mata, e no mata-mata perde sempre o mais fraco ou o que não tem estratégia capaz de vencer o mais forte.

É a vida.  

1 de julho de 2026

O verão é uma festa - e a Protecção Civil também!


Estamos na era da pós-verdade, da linha esbatida entre o que é informação e entretenimento, entre a comunicação e a propaganda. Já sabíamos disso tudo, e também já sabíamos que o poder autárquico faz o que quer - e sobra-lhe tempo. O que talvez ainda muitos não tenham percebido é como são marionetas para o mesmo poder. 

Depois da tempestade Kristin - em que a Protecção Civil civil municipal falhou em toda a linha, e percebemos que os planos municipais não servem para mais nada que ocupar meia dúzia de trabalhadores nossos a compilar dados e elencar medidas - ficou sempre a ideia de que o coordenador Hugo Gonçalves estava a prazo. Soubemos agora, sem a seriedade que o tema e órgão impõem, que vai embora (da Câmara, para já, mantendo-se como comandante dos bombeiros), sem que o presidente da Câmara tenha tido a decência de o dizer, nos sítios próprios - e mesmo de o confirmar aos jornalistas que o tentaram contactar. Ora, como toda a gente sabe, à era da pós-verdade junta-se a era do cordão umbilical entre o poder e a imprensa da terra. Terá sido certamente para poupar recursos que Pedro Pimpão contratou a directora e proprietária do Pombal Jornal (entretanto substituída, no papel, pelo decano social-democrata Rodrigues Marques), para funções ainda não totalmente claras. E como é que se poupa? No jornal. Que usa a(s) foto(s) publicada pelo presidente nas suas redes, com o despudor de quem sabe que isto é tudo nosso. 

Boa sorte, comandante Hugo.

Boa sorte, coordenador David. 

Máquinas. Campeões. Não se preocupem que isto é meia bola e força. Vejam só o caso da vereadora Carolina, que tutela precisamente a Protecção Civil, e que num passo de mágica passou da caixa de comentários do Farpas para a rádio, depois para o jornal, e agora exercita conselhos, de colete vestido, com toda a pompa. Simples!