As manifestações dos socialistas e dos outros da esquerda são umas festas, onde aproveitam para proferir uns insultos e destruir umas esplanadas ou agredir uns polícias. São também umas orgias… Para eles, só a esquerda pode estar no governo. O FMI é detestável por emprestar dinheiro que eles próprios pediram: há que morder ou cuspir na mão que dá o pão…
Quando Sócrates tomou posse como 1º ministro, a comunicação social andou 3 anos a falar no “estado de graça” e a defender as mediadas políticas do governo até o levar a novas eleições, enquanto o “estado de desgraça” do país avançava. Quando Passos Coelho tomou posse no governo do país depauperado, a comunicação social começou logo a desancar nos membros do governo. Faz-me lembrar uma administração de uma empresa que a saqueia, que é demitida e que, passado algum tempo, aparece a responsabilizar a nova administração.
Os beneficiários do produto dos impostos, da esquerda e da direita, sabendo das medidas políticas previstas para redução do valor das reformas douradas e de outras sinecuras, como as receitas das fundações, logo trataram de usar o único argumento da única medida governamental que parece impopular, o aumento da TSU, para desancarem no governo. Exemplo desta actuação foi (Matusalém) Mário Soares, o qual apareceu a defender, sem o dizer, as suas reformas douradas, o seu estatuto remunerado de professor universitário convidado, de que nunca vai ou foi dar aulas (professor catedrático 0%), a continuação do uso dos recursos do estado para se fazer transportar e para garantir a sua segurança, a continuação das receitas para as 2 fundações de que ele e esposa são titulares, a partir dos nossos impostos, onde vai depois buscar as mesmas receitas, etc… Claro que ele e outros como ele, de esquerda e de direita, estão muito revoltados “com o aumento da TSU” e exigem a queda do governo.
Este governo apenas peca por falta de coragem em ir muito mais depressa e muito mais longe. Porém, com manifestações assanhadas na rua e, sobretudo, com os membros do Tribunal Constitucional a chumbarem as leis e a defenderem as suas remunerações e privilégios, não sei se há governo PSD que alguma vez possa governar o país. Não sei se a bancarrota pode ser evitada…









