30 de abril de 2009

Fait diver

Rui Miranda e um “jornalista” da praça quiseram fazer de um aparte, perfeitamente normal, semelhante a outros que ocorrem frequentemente na AM ou na AR, dirigido a Narciso Mota e ao próprio, um caso, uma ofensa ao bom-nome.
Rui Miranda prestou-se ao fait-diver radiofónico. Ele gosta muito disto, fez-se de vítima, afirmou que se tinha sentido ofendido mas já tinha dado o caso por encerrado e aproveitou para divulgar que muitas pessoas lhe tinham manifestado apoio (as tais “palmadinhas nas costas”, o seu grande elixir).
No momento, Rui Miranda alegou defesa da honra, o que de certeza (e bem) lhe teria sido concedida. Poucos minutos depois abandonou a sessão. Fugiu ao confronto, mas tinha a obrigação de permanecer na sessão até final.
Aproveitará(ão), concerteza, a próxima reunião do executivo para fazer os tradicionais ataques pessoais, cobardes.

50 comentários:

  1. Engraçado!!! armou fait diver numa sessão pública e agora está arranjar colagens de um jornalista por ter dado voz a um vereador e noticiado o episódio. Acha que ficou mal na fotografia "engenheiro"?
    O povo dirá. Depois não se queixe.
    O "engenheiro" adelino malho pode discordar da prestação política dos vereadores eleitos pelo PS agora fica-lhe mal dizer que as pessoas alteram as suas convicções com umas palmadinhas nas costas. Está-se a ver ao espelho?

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  2. Ò Luis,
    Vens aqui porque aqui tens direito a contraditório.
    Há muito que todos, os que andamos nisto, conhecemos as tuas colagens. A forma como escolhes e tratas os fait divers é sintomática.
    Ò Luís, vejo-me ao espelho todos os dias, e em todos actos guio-me sempre pela necessidade de me rever no que vejo.
    Ò Luís, não seja demagógico. Não te apoies no povo para justificar o teu comportamento enquanto profissional.
    Ò Luis, parece que precisas de criar fantasmas para justificar a tua sistemática falta de isenção. Mas peço-te, não o faças com mentiras…

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  3. Explica lá melhor a falta de isenção, as minhas colagens, mentiras e o meu comportamento profissional.
    Já agora não sou eu que me apoio no povo mas sim utilizei a mesma expressão que utilizou na AM.
    Mas se és homem é melhor explicares tudo muito bem explicadinho.

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  4. Ò Luís,
    A falta de isenção (e também a pessoalização) é um traço do teu trabalho na rádio. É a minha opinião e de muitas pessoas. No que a mim diz respeito isso é evidente e já tu manifestei directamente. As mentiras? Sabes bem do que estou a falar. E o problema é continuas a faze-lo, mas agora de forma sub-reptícia depois de te ter criticado e explicado tudo.
    Aqui tens as explicações. Isto é pessoal e não político. Se queres mais, se queres falar como homens, diz-me, e cara a cara esclarecemos tudo.
    Esta guerra não é contigo. Não tenho mais tempo para isto.
    Apesar de tudo, felicidades;
    AM

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  5. Muito bem.
    Pela última vez vou resistir às tuas provocações porque tenho superioridade moral para não descer ao teu nível.
    Tens todo e legitimo direito de criticar o meu trabalho que vindo de ti é-me irrelevante.
    Dizes que a guerra não é comigo. Mas foste tu que me arraste para aqui. Contudo dizes que é pessoal mas nunca tiveste a frontalidade de mo dizer cara a cara. É-me indiferente porque preferia pintar a cara do que ser uma pessoa sem carácter como tu e reconhecidamente na praça.
    Por isso te refugias em casa no computador a dar à má língua. Compreendo a tua frustração. Aliás nem o teu vizinho do lado sabe quem tu és! Não passas de um bicho do mato que de 3 em 3 meses aproveitas as assembleias municipais para protagonizar intervenções de pura aberração. Compreendo. Sentes-te ignorado pelo jornalista da rádio. Mas desta vez até cometi a proeza de te dar protagonismo e das pessoas ouvirem de viva voz a tua falta de pessoalização.
    Querias transformar as assembleias municipais em touradas mas nem os cavaleiros da maioria e até do teu próprio partido te dão crédito. Por vezes dás algum jeito. Tentas tirar as pessoas do sério, nomeadamente Narciso Mota.
    Mas cais no ridículo sabias?
    Colagens da minha parte? é verdade conseguiste uma vez de uma forma encapotada manipular os jornalistas, eu incluído.
    Já te esqueceste dos cortes de estrada que tu lideraste em Abiúl.
    "Esta já não cortamos porque os gajos da câmara já puseram aqui as máquinas, e então decidiste com um grupo da tua laia cortar a estrada Abiúl-Freixianda. Lembraste? Já lá vão uns anos. Sim fiz um directo, alinhei porque no fundo foi um bem para a população o melhoramento daquela estrada, mas não posso ignorar a forma como tu engendraste o golpe.
    Eu assumo os meus erros.
    Sabes, há muita inveja de nos darmos bem com o poder com a oposição com a sociedade em geral. Nem todos o conseguem fazer livremente e em consciência.
    Claro que não podemos agradar a todos e não faço da minha vida pessoal e profissional desejo de atingir esse objectivo. Fica descansado que não me incomoda que gente como tu faça esse retrato da minha pessoa.
    Prometo não perder mais tempo com as tuas imbecilidades.
    Não fui eu que em plena AM encostei a cabeça ao deputado Gomes Fernandes e o insultei.
    Tu só sabes insultar. Se és feliz assim força continua. Por muito que te esforces não tens crédito e não terás mais o meu contributo em alimentar a rua mente perversa.
    Procura na outra vida seres uma pessoa melhor.
    Ah e joga pelos flancos que poderás ter uma maior fluidez nas tuas transições parlamentares.
    Tens de melhorar a tua precisão mental!

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  6. Adelino Malho, boa tarde.
    Estou com dificuldade em enviar-te um comentário.
    Vou experimentar de novo.
    Abraço.

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  7. Obrigado Luís Costa pelas informações que me destes para eu poder postar este comentário.

    Adelino Malho, boa tarde.
    Não compreendo por que é que tu compraste uma guerra com o Luís Costa.
    É que nem tu sabes.
    Abriste muitas frentes de batalha numa guerra que já sabes que está perdida.

    Adelino Malho, vamos à coisa.
    Estás a ser muito deselegante (estou bem?), quer com o Rui Miranda, quer com o Luís Costa.
    Vi e ouvi com aqueles que a terra há-de comer as provocações gratuítas que fizeste.
    Não se faz.
    Mas como hoje é o Dia do Trabalho eu perdoo-te metade, o Rui Miranda perdoa-te outra metade e o Luís Costa perdoa-te a terceira metade.
    Sabias que, em Portugal, o 1º de Maio se comemorou como o Dia do Trabalho?
    Vou transcrever:
    1 de Maio de 1954:
    "Retomando uma tradição de festa e de luta operária consolidada desde o final do século XIX (1888) - que a Ditadura Militar e o Estado Novo tentaram combater e domesticar (criando o "Dia do Trabalho") -, o Dia do Trabalhador é assinalado em várias localidades do país através de greves e manifestações de protesto contra a Ditadura e em favor de melhores condições de vida."
    Vês, amigo e companheiro, tu deverias fazer esse trabalho (feio) no Dia do Trabalhador e não no Dia do Trabalho.
    Abraço proletário.

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  9. Ó Luís
    Respondi-te, dei-te importância, enquanto, discordando, achei que as divergências e as desconsiderações estavam no domínio do aceitável e porque tinha alguma esperança que corrigisses os teus erros. Com o último comentário desceste muito baixo e mostraste o que és e até onde és capaz de ir. Foste muito ofensivo, recorrendo a infâmias e a mentiras descaradas. Ultrapassaste todos os limites.
    Agora tens duas hipóteses:
    1.ª – Retrataste publicamente, aqui, até dia 3/5/2009, das ofensas que perpetraste, com mentiras, nomeadamente com a acusação mentirosa de que cometi o crime de "cortar a estrada Abiúl-Freixianda" e outras;
    2.ª – Assumes o que disseste e, nesse caso, avançarei com queixa-crime contra a tua pessoa.
    Apesar de tudo, ainda te dou a escolher.
    AM

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  10. Adelino Malho, isto está a ir longe de mais.
    ~Em relação ao caso em apreço, confirmo que um domingo à noite recebi um telefonema anónimo a dizerem que no dia seguinte ia haver um corte de estrada no acesso do IC8 a Abiul.
    Compareci. Estava lá um grupo de pessoas e tu incluído. Reconheço que foi excessivo da minha parte acusar-te de teres liderado o corte. Foi dos nervos enquanto estava a responder-te. Também produziste ofensas e difamação em relação à minha conduta como pessoa e profissional.
    Mas olha não tenho MEDO de ti, um dia haveremos de pôr tudo em pratos limpos porque nem pela cabeça me passaria que teria de aturar os teus insultos baratos.
    Passei-me e baixei ao teu nível. Reconheço.

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  11. Luís,
    Continuas a ser mentiroso e ofensivo.
    Se é dos nervos acalma-te. Reafirmo que tens a possibilidade, até dia 3/5/2009, de te retratares, e pedir desculpa, das duas ofensas graves e infundadas que me fizeste: a ofensa de teres de que organizei e executei (ou estive presente) no corte da estrada Abiúl-Freixianda e ofenda de me teres chamado “bicho do mato”.
    As outras, porque menores, vamos esquecê-las.
    Tens a palavra. Estou a ser amigo.
    AM

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  12. Deixem-se disso, nada do que suscitou esta discussão merece o ponto a que isto chegou. E tratando-se de homens honrados a haver alguma questão deverá ser sempre tratada em privado, porque a opinião de ambos já foi bem expressa.

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  13. Peço desculpa de ter apelidado a pessoa Adelino Malho de bicho do mato e de o associar às pessoas que perpetraram o corte de estrada de Abiúl.
    Tenho a minha convicção mas pronto porventura estarei a fazer confusão. Alguém parecido, talvez. Não me quero chatear mais com isto reconheço que não deveria passar confiança a quem não a merece.

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  14. Em 93 a jornalista do Rádio Clube de Pombal Teresa Estanislau “embarcou” com a conivência do Miguel Valentim num debate politico com o candidato narciso Mota, talvez a maior nódoa do jornalismo Pombalense.

    O poder era Socialista.

    O post não identifica o jornalista.

    O Eng. Adelino Malho conseguiu colocar o Jornalista de cócoras e, ainda, que o próprio assumisse a sua incompetência.

    E agora como fica o órgão de comunicação social Rádio Cardal? O Eng. Adelino Malho é um eleito na assembleia Municipal do Partido Socialista, é censurado?

    POMBAL É UMA TRAGÉDIA

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  15. Caro Adelino Malho, aquela ameaça de queixa-crime foi o gesto mais baixo e patético que já vi na blogosfera. Faz-me recordar outros procedimentos de outras figuras do concelho a que ambos pertencemos, e que o senhor em tempo criticou. E estou à vontade para dizer isto, porque curiosamente até tenho uma má relação pessoal com o senhor Luis Costa. Mas dificilmente poderia deixar de "brindar" esta triste figura a que assisti. O blog (que é interessante!) ficou mais pobre com este episódio.

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  16. (Espero que não me ameace também com a barra do tribunal por esta minha opinião! eheheheh)

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  17. Em resposta ao moinho de vento
    Não meu caro, ninguém é censurado e o órgão de comunicação social não é para aqui chamado. Tudo o que veio a lume foi na sequência de uma discussão entre duas pessoas que não deveria ter existido. Como pessoa de bem tenho a humildade e dou a cara em pedir desculpa porque não gosto de ofender ninguém, o que muitos não conseguem fazer.
    Mas todos nos excedemos. É a minha forma de estar, a sua observação parece-me parcial no entanto quanto à parte que me toca tolerância democrática. Cada um fica com a sua não acha. Apenas não me quero aborrecer mais com isto. De cócoras??? Não me parece mas é a sua opinião democrática.

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  18. Eu acho que o blog ficava melhor se o post e todos os comentários (a começar pelo meus :), claro está) fossem apagados. Algum dos visados se opõe?

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  19. Senhor Gabriel,

    Apagar, apagar não!... É bom que fique como eexemplo para memória futura para que se saiba e não se repita!...

    A todos os envolvidos, só se pede temperança!... Muita temperança!...

    J. F.

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  20. Amigos e companheiros, boa noite.

    Fiz uma provocação afirmando que hoje se comemora o "Dia do Trabalho", no firme propósito de que os proletários me caíssem em cima e com razão.
    Ou já não há proletários, ou os espíritos estão toldados.
    Inclino-me mais para a primeira.
    Resta-me, então, solicitar, subscrevendo as palavras do Dr. Jorge Ferreira, que mantenhamos a cabeça fria.
    Cabeça fria, coração quente.
    Abraço.
    Rodrigues Marques

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  21. O debate entre A.M. e L.C, deve fazer-se noutros foruns. Não neste. Ultrapassou-se as divergências de ideias, e agora sim, começou o insulto, puro e duro. Haja respeito. Digo eu.

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  22. Rodrigues Marques, meu caro amigo,

    proletários somos todos nós. Não acredite na ideia do capitalismo democrático. Enquanto houver capital ou ESTADO, haverá PROLETÁRIOS, com mais ou menos PROPRIEDADE, ou mais ou menos ACÇÕES.

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  23. Caro A. Leitão: Estou consigo e subscrevo. Muito lamentável o que por aqui vai.
    Agora, deixe que lhe diga. Um jornalista não pode emitir opinião como aquela que surge nos primeiros comentários, tomando partido de um pelo outro. Um jornalista, enquanto jornalista, tem de manter uma certa independência. Mesmo que tenha algo contra alguém, não pode, por essa razão, investir contra esse alguém. Mas, infelizmente, não é só por cá que vemos isso. A nível nacional assistimos ao mesmo...
    Espero - e desejo! - que todos quantos até aqui vêm, sejam com o próprio nome, com pseudónimo ou mesmo anónimos, retirem do que por aqui foi escrito as necessárias ilacções para memória futura. Que discutam ideias -sempre! - nunca querelas de âmbito pessoal. Pombal terá muito a ganhar com a discussão ampla de tudo quanto tenha a ver com o seu desenvolvimento a todos os níveis. Duvido que tenha alguma ncoisa a ganhar com este tipo de quesílias...
    Um abraço do
    Alfredo A. Faustino

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  25. ZÉ, depois de dormir numa almofada de algodão (Made in Egipt),
    começou o dia bem cedo, acordado pelo despertador (Made in Japan) às 7
    da manhã.

    Depois de um banho com sabonete (Made in France) e enquanto o café
    (importado da Colômbia) estava a fazer na máquina (Made in Chech
    Republic), barbeou-se com a máquina eléctrica (Made in China).
    Vestiu uma camisa (Made in Sri Lanka), jeans de marca (Made in
    Singapure) e um relógio de bolso (Made in Swiss).

    Depois de preparar as torradas de trigo (produced in USA) na sua
    torradeira (Made in Germany) e enquanto tomava o café numa chávena
    (Made in Spain), pegou na máquina de calcular (Made in Korea) para ver
    quanto é que poderia gastar nesse dia e consultou a Internet no seu
    computador (Made in Thailand) para ver as previsões meteorológicas.

    Depois de ouvir as notícias pela rádio (Made in India), ainda bebeu um
    sumo de laranja (produced in Israel), entrou no carro Saab (Made in Sweden)
    e continuou à procura de emprego.

    Ao fim de mais um dia frustrante, com muitos contactos feitos através
    do seu telemóvel (Made in Finland) e, após comer uma pizza (Made in
    Italy), o António decidiu relaxar por uns instantes.

    Calçou as suas sandálias (Made in Brazil), sentou-se num sofá (Made in
    Denmark), serviu-se de um copo de vinho (produced in Chile), ligou a
    TV (Made in Indonésia) e pôs-se a pensar porque é que não conseguia
    encontrar um emprego em PORTUGAL...

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  26. Boa Roque,

    Mas falta responder à questão: Quem são os ideologos e responsáveis politicos por "esta globalização"? Quem ganha com "esta globalização"?
    Eu sempre fui, e sou, a favor da globalização, da igualdade dos povos e dos países.
    Esta globalização não corresponde a esses requisitos. Usa os mecanismos de uma suposta livre concorrência nos mercados para degradar as condiçoes de trabalho, ambientais e de vida da generalidade dos povos, para favorecer a acumulação de riqueza em cada vez menos pessoas, como as estatisticas mundiais o demonstram. Daí que, a "democracia popular" da China seja, por exemplo, a maior força de bloqueio na extinção ou controlo das "OF SHORES". Ironia da história. Será que foram a formação Maoista e do Clube de BILDERBERG (Propósito) que projectaram o nosso ex. P.M. a Presidente da Comissão Europeia e a um dos mais conhecidos desta globalização, sem preocupação pelos Direitos Fundamentais e pelo cumprimento da Declaração Universal dos Direitos do Homem. Colocando o primado da economia e da acumulação infame riqueza por uns poucos à frente do primado da politica e da dignificação das pessoas e dos povos. Como o defendem os neo-liberais, agora em crise por todo o lado, mas que Borges, Frasquilhos, etc, teimam em defender: “thats the economy stupid”.
    È preciso pensar a fundo os problemas, sem chavões, e sem grande parte das escórias ideológicas tradicionais. Só nessas circunstâncias se podem encontrar as soluções. Dizem, é verdade, que a política é demasiado importante e séria para deixar de ser pensada e praticada por pessoas comuns, e ser entregue nas mãos dos economistas e políticos iluminados.

    Foi bom fugir ao tema que o debate estava quente e frenético. Operou-se a temperança, que urgia.

    J.F.

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  27. Não percebo o que provocou em Luis Costa esta ira. Um jornalista não deve ter este tipo de conduta.
    Mas aproveito para dizer que os programas de terça-feira, das 19 às 20 horas, com alguns dos políticos da nossa terra é, na minha opinião, muito mal conduzido. O tempo de antena de cada elemento deveria ser igual; no entanto o político Diogo Mateus absorve-o quase todo, falando por cima de quem está a emitir a sua opinião. A maior parte das vezes os outros elementos estão a falar mas nada se percebe porque a voz de Diogo aumenta o seu volume e não deixa ouvir ninguém, contrariando o que deveria ser um debate em democracia.
    Quem é o culpado da situação? Tão somente o moderador do debate. E quem é o moderador do debate?

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  28. fernando daniel carolino2 de maio de 2009 às 17:04

    Quão dificil é ser prior nesta freguesia.
    Se o jornalista é isento - não chega a lado nenhum. Ninguém lhe fala ou liga.
    Se o jornalista não é isento - a lado nenhum chega. Ninguém o lê ou escuta.
    Se o jornalista anda de mãos dadas com o poder - lá está é do poder e é um provável "vira casacas" em breve trecho (quando o poder mudar).
    Se o jornalista é contra o poder - lá está, não tem emprego e passa fome. Ou muda de terra.
    Se não faz o que o patrão manda - corta na despesa, acaba-se a liberdade jornalistica.
    Se não faz o que cooperante manda - acaba com o programa, põem-te a andar que é um mimo.
    Se faz o que o patrão manda - é um pau mandado.
    Se faz o que o cooperante ordena - é da cor politica e tá a procura de um tacho.
    Enfim ser jornalista é do catarino... e pelos vistos não é só em Pombal.
    Vocês sabem de o que eu estou a falar...
    Cancio-me de Mouralizar...
    Fernando Daniel Carolino

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  29. Fernando Carolino não acha que um moderador deverá ser efectivamente alguém que dita as regras do programa; alguém que deverá manter algum respeito, quando não existe por parte de alguns comentadores falta de urbanidade, nomeadamente quando estão sempre a interromper outros comentadores? No seu emprego não é uma pessoa coerente e isenta, independentemente das consequências que daí possam advir?

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  30. fernando daniel carolino2 de maio de 2009 às 18:29

    Caro anônimo...
    Coerencia e isensão são algo que está traduzido no estatuto do jornalista. Agora se é praticado... isso são outros quinhentos.
    Nos meus tempos de rádio pirata e mesmo de crónista de jornal, vivi em "convivência mui nunca pacifica" com o Presidente da Câmara da altura. Não era nada facíl e muitas vezes tive alguns "desagrados" de boca pelas posições que tomei. Se não acredita é só consultar os jornais da época - "O Correio de Pombal" ou se houver registos, R.M.(não não é Rodrigues Marques são registos magnéticos) quer da Rádio Cardal ou da Rádio Clube de Pombal.
    Fui por muitas vezes moderador de debates e líder de entrevistas e onde as coisa aqueciam contudo mantive sempre, penso eu, a tal isensão e coerência. Contudo os tempos mudam e aqueles que eu considero como isentos e honestos são pouco a pouco afastados desses locais e por motivos vários.
    Contudo, quem por lá fica. tem de viver com os condicionalismos próprios de fazer ou realizar jornalismo em terras de Pombal. Esta profissão é mal amada, mal quista, mal dirigida e por fim é mal vista quando destaca algo positivo ou negativo dos factos que acontecem.
    Para um VERDADEIRO jornalista local, as cores não podem ser preto e branco mas por vezes cinzento...
    Porque afirmo tal?
    Porque é a realidade. Crua e dura. Se não acredita, analise as coberturas jornalisticas que são feitas da Assembleia Municipal. E das Assembleias de Freguesia, e das visitas de "Estado" do elenco camarario, e de todo o resto.
    Voltando ao tema:
    um moderador deve ser efectivamente quem dita as regras do programa, ora para isso também é necessário ter um peso suficiente para isso, ter um tal "status quo" que lhe permita isso. Quando não acontece... tem o exemplo que aponta.
    Quanto ao meu emprego, prezo-me por tal e sofro as consequências disso, quer em direcção a minha entidade empregadora, quer também ao publico alvo que vou tentando servir sempre pelo melhor.

    Fernando Daniel Carolino

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  31. Então Fernando Carolino, deixe-me dizer-lhe uma coisa: Se nem um mero "Cale-se por favor, deixe falar o seu colega, mais tarde responder-lhe-á", e, ao longo do programa vai deixando sempre que apenas um indivíduo vá falando por cima dos outros cada vez que lhe apetece, muito mal vai o jornalismo em Pombal. Não acredito que por isso fosse despedido e, muito menos, da Rádio Cardal. E ainda lhe digo mais: muita paciência tem quem participa nesse programa e continua a aturar faltas de urbanidade...
    É esta a democracia que temos de suportar em Pombal...

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  32. Tenho lido na comunicação social os diversos episódios da novela "Rui Miranda" e creiam-me que ele deve ser uma pessoa que precisa de muita atenção e protagonismo. Da sua personalidade deve fazer parte a carência. Não conheço a sua vida pessoal, mas que o homem está sempre a armar-se em vítima isso é uma realidade.

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  33. Simplesmente vergonhoso esta troca de galhardetes.
    Sinceramente, tenho "pena" do Luís Costa. Penso que é um bom profissional e não merece ser achincalhado desta forma.
    Se os gatos fedorentos, descobrem este blog, ainda fazem uma rábula com estas cenas deprimentes!
    R.S.

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  34. fernando daniel carolino2 de maio de 2009 às 20:09

    R.S. seja lá quem for...
    O Luis Costa não está aqui em causa, nem muito menos foi por mim colocado no fogo.
    Em causa está e estará a forma de se fazer jornalismo em Pombal. Ou de não se fazer o dito.
    Luís, continua dentro do que vais fazendo, melhor te deixam fazer.
    Fernando Daniel Carolino

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  35. Mas Sr. Luís tente "segurar" duma forma mais eficaz a moderação ao programa das terças-feiras. Não permita que, a bem da informação do concelho de Pombal, algum convidado desse programa, queira monopolizá-lo para si e não deixe ouvir a opinião que os outros têm para dizer. O programa é seu e quem manda nele é, concerteza, também o Sr. O direito de opinar é de todos e não só de alguns. Só que há quem pense que tem a razão toda do seu lado.

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  36. Pois é! O problema dos “jornalistas” cá do burgo é a falta de formação – excepção feita a dois casos: um já retirado das lides e um outro a exercer funções em Leiria. Os restantes são manipuláveis: expõem-se a tudo e a todos e para tudo. E quanto a deontologia…Bem é melhor não dizer nada. No caso do Sr. Luís Costa…que tal investigar uma “perseguição” ao presidente do S.C.Pombal?

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  37. Ah ah ah... um "jornalista" exemplar a exercer funções em Leiria. Deve estar a referir-se à senhora que (a)fundou o jornal mais antigo da cidade. Por acaso sabe porque está a exercer funções em Leiria?! Quer que lhe diga?! Agora não!

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  38. fernando daniel carolino3 de maio de 2009 às 01:58

    pois eu gostaria de saber. e muito essa sua verdade.incomodou não foi?
    já agora indique os verdadeiros jornalista e não somente os de carteira.
    é mau mesmo muito mau deitar a pedra e esconder a mão.

    Fernando Daniel Carolino

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  39. Oh, anónimo das 3:28,você é um cobardola e um merdas! Muito merdas, mesmo!... Um merdolas!...Um bardamerdas!... O seu lugar não é aqui nem em Pombal. O seu lugar é na latrina!...É aí que se deve postar e de onde não deve sair. O Sr. sabe escrever, mas não passa de um escriba merdolas!...Um grande merdolas, mesmo!...As suas palavras têm o sarro e a putrefacção da sua boca. Do seu cérebro brota caca de galinha. O que nem nas “BRANCAS” se pode tratar, porque não tem cura.
    Se quer falar mal de alguém identifique-se, apresente factos, fale claro e dê a cara. Aceite correr o risco de lhe darem, de olhos nos olhos, umas latadas nessa tromba proboscidia e umas nalgadas nesse nadegueiro de cobarde, o que, possivelmente, lhe estancaria a diarreia!...A propriamente dita que terá cura, a mental não, que já é crónica!...
    Qual é seu trabalho? Acabou de sair do Café Concerto, ou vai para a Kyai. Foi a força de umas "linhas" que lhe deu esta coragem. Champanhe não dá para tanto, só azia. Às horas a que falou, estava a fazer uma pausa higiénica no trabalho?... O qual, a essa hora, só pode ser de chulo ou de lambe botas!... De turno a cozer tijolo na PRECERAM é que não é, de certeza!... Vá falar mal das pessoas e do trabalho para o CATARINO - como diria F. Daniel Carolino - para não dizer para o CAETANO, ou para o ----, usando de mais apropriado vernáculo e de mais apropriada rima.

    Não desistam companheiros. Acreditem que a elevação de nível é a vossa vantagem moral e a arma mais adequada para afastar os imbecis que, como este anónimo, tentam sempre dar sinais de vida.

    O POST em apreço e pelos os comentários, incluindo o meu, deveria ficar com o marcador “O DIA DA IRA” para se lembrar e não se repetir!

    Mil pragas mortais para os poucos que tentam puxar o nível para baixo.

    O meu apoio e voto de confiança aos muitos, e bons, que tentam, que fazem elevar o nível e que não desistem.

    Vosso muí admirador,

    Duchamp de Arrabal-Artaud

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  40. Errata:

    Onde se escreveu Oh, anónimo das 3:28 ...devia ter-se escrito: Oh, anónimo da 1:50...

    Duchamp de Arrabal-Artaud

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  41. Alfredo A. Faustino3 de maio de 2009 às 12:36

    Um problema, este, dos anónimos a insultar quem quer que seja. Se querem preservar as vossas identidades, preservem igualmente as outras pessoas, mesmo aquelas com que possamos não concordar.
    Uma vez mais desafio os comentadores a comentarem ideias, princípios e não pessoas. Se há outras razões... bem, creio que este não será o espaço mais apropriado para dirimir questões de âmbito pessoal.
    Será pedir muito?

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  43. O que para aqui vai! Está visto que o interesse da terra está centrado nos "fait divers", sem esquecer - claro - a corajosa mania de discutir pessoas em vez de ideias, a forma doentia como aqui se consomem energias a destilar fel nos autores dos post's, ao invés de discutir os temas.
    Tenho por princípio não responder a anónimos. Sei muito bem a terra onde moro, tenho no palmarés dezenas de cartas anónimas enquanto dirigi O Eco.E aprendi com um administrador a ignorar o que não tem rosto. "Uma carta que é anónima nem sequer se abre. Deita-se fora". É por isso que nos jornais existe a possibilidade de publicação aos "leitores devidamente identificados", uma forma responsável de se opinar ou denunciar sem correr riscos na esfera pública, seja do ponto de vista pessoal ou profissional, porque há mais pombaizinhos pelo mundo fora.
    O anonimato é outra coisa, bem mais triste, bem mais penosa. Mas isso são contas de outro rosário, pois que a dignidade e a honra não vêm nas etiquetas do pronto-a-vestir, nem na haste dos óculos, nem no porta-luvas do carro. E acresce ainda que, por vezes, parece haver um filtro nos genes que as impedem de se manifestarem nas gerações.
    Vem isto a propósito de alguns comentários que eliminei - e há por aqui leitores e comentadores que me merecem respeito e justificação - de quem vive alucinado com a minha vida profissional e os negócios do grupo para quem trabalho há muitos anos. A questão e clara como a água: o que me separa - a mim e e aos camaradas do farpas, diga-se - daqueles em quem farpeamos é o domínio público. E privado, se quiserem, que é como quem diz a fronteira entre ambos. Quem é pago com o dinheiro dos nossos impostos tem de prestar contas, sim. Quem tem responsabilidades públicas, seja onde for, tem obrigação de parecer e não apenas de ser, como a mulher de César. Esta é a minha opinião. Assumida. Mas só a discuto com pessoas.

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  44. Olá Paula,
    Muito bem, subscrevo totalmente.
    Que a tua voz não se cale, por muito, muito tempo.
    Bjs,
    AM

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  46. Este Adelino Malho bem que podia ser o candidato do ps á junta de freguesia de Pombal. Seria sempre a 9ª escolha, mas era bom que estivesse á disposição do partido. Ofereça-se!

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  47. O Sr. Eng. Adelino Malho voltou a censurar um comentário meu que nada tinha de ofensivo. Com toda franqueza, acho isto uma vergonha.

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  48. A sa+ida da Paula de pombal pode dever-se a muitos factores, que talvez não tenham vindo a público.Creio que o anónimo que tentou achincalhar a Paula (face à sua ida para Leiria) queria insinuar que ela teria saído por causa da sua verticalidade, característica pouco apreciada cá no burgo, mas que pessoalmente muito lhe admiro. Por mim, só o consigo ver como uma promoçao. Quanto mais não seja, pelo facto de deixar esta terrinha, habitada por algumas opiniões e posturas como as que temos visto debaixo deste post.

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  49. Então Sr. Luís Costa, vai à Sertã acompanhar o S.C.Pombal no Domingo, 11/5? Para dizer bem, ou mal? E leva o comentador "pombau" consigo? Olhe que não o deixe em terra que pérolas dessas já não existem no País...Nem na rádio!

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