"E na epiderme de cada facto contemporâneo cravaremos uma farpa: apenas a porção de ferro estritamente indispensável para deixar pendente um sinal."
18 de março de 2011
Na agenda
17 de março de 2011
... custa é entender as opções!
A notícia não é local, mas é sintomática e generalizável: há opções que custam a entender. Pior ainda: que custam a engolir!
A nobre arte de presidir!

16 de março de 2011
Caro e mal amanhado
15 de março de 2011
À rasquinha

Situação política nacional
14 de março de 2011
Farpas dos Leitores
Acrescento eu: se ainda houvesse esperança de ter uma plaquita de inauguração antes de 2013, acho que se equacionaria essas hipóteses, mas como escavações arqueológicas são trabalhos longos...
O tugurium romano de Atalaia
Numa busca na web encontrei um artigo interessante sobre uma escavação arqueológica realizada aquanda da construção da autoestrada A17.Nessa escavação foi supostamente encontrado um tugurium romano.Ainda bem que o sitio foi escavado, só é pena que a arqueologia em Pombal se resuma a acompanhamentos e sondagens obrigatórias ou seja, somente o que a lei obriga em caso de monumentos classificados e seus perimetros de protecção ou obras públicas.O concelho está crivado de vestígios, há villas romanas conhecidas (ex: S.Tibério, cidade de Roda), há grutas cheias de espólio ancestral, etc, etc, etc...Porque não investir valores semelhantes aos da obra da Ponte D.Maria em escavar algo conhecido, mas desconhecido ao mesmo tempo e que poderá revelar achados interessantes e dignos de museu!
SM
11 de março de 2011
Pois... parte dois
Na agenda
10 de março de 2011
Pois...
Por isso, é verdade que devia ser como o PR diz? É. E vai mudar alguma coisa? Nada.
9 de março de 2011
Homens na luta

Segundo o presidente da Junta de Freguesia da Redinha, as comemorações do bicentenário da Guerra Peninsular e em particular a recriação da Batalha da Redinha, que terão lugar no próximo fim-de-semana, constituem um evento “histórico”. Concordo que a iniciativa é muito interessante tanto para a freguesia como para o concelho mas, nesse mesmo fim-de-semana, histórico, histórico, poderá ser a manifestação da “Geração à Rasca”. Esta geração de “desempregados, trabalhadores subcontratados e estagiários” tem aqui uma oportunidade para mostrar o seu descontentamento e calar quem os quer rotular de passivos e resignados. Entre o marasmo caricaturado pelos Da Weasel e a força dos (fantásticos) Homens da Luta, espero que, no dia 12, saibamos ser como os segundos e, tal como há 200 anos, voltar a vencer “os franceses”.
E agora, para algo mais natural
7 de março de 2011
4 de março de 2011
Sobre a Ponte D. Maria
Nesta fase, abstenho-me de comentários. Penso que a descrição diz (quase) tudo.
2 de março de 2011
Sugestão
28 de fevereiro de 2011
Se o meu Castelo falasse...
Continuo é na minha (e à semelhança do que vi em Silves, adaptando à escala, claro) que essencial mesmo é um espaço museológico - original e apelativo (sim, ainda e sempre os Templários) - dentro de muralhas. Para que ao menos as cicatrizes da desfiguração possam ser esquecidas em função do conteúdo.
26 de fevereiro de 2011
Na agenda
Tudo em família
24 de fevereiro de 2011
Há quem lhe chame malfeitoria, eu chamo-lhe dúvidas
E quanto à realidade da nossa terra, preparam-se para arrancar as obras de requalificação do Centro Histórico, com intervenções que vão desde parques de estacionamento a um novo arco na Ponte sobre o Arunca. Há intervenções que fazem sentido, outras que confirmam os erros de planeamento anterior (parque da Marquês de Pombal). Mas no meio de obras que apenas alguns conhecem, há uma questão pertinente que, ao que me tenha apercebido, não foi discutida: o centro histórico alberga uma zona de comércio que, na melhor das hipóteses, se encontra moribunda. A Praça está agora vazia (durante o dia) de actividade comercial, sobrando edifícios públicos que, admita-se, não fixam as pessoas. De outra forma, o que é que se pode pensar para aquela zona que, findas as obras, consiga, para além de requalificar, revitalizar? Esta é uma das preocupações que deve acompanhar qualquer obra: o que fica servirá para uma placa e meia dúzia de intervenções desgarradas ou criará as condições para um aproveitamento maior? É que, e ao contrário do que muitos pensam, há obra boa e obra má. E obras que são feitas com base em projectos que não são discutidos na praça pública (e aqui a culpa também sobra para a dita sociedade civil que se desinteressa destas questões) pode - sublinho o pode - depois dar azo a obras que requalificam, mas a que falta utilidade.
E sim, já sei, o Governo também faz obra mal feita e antes também houve obra mal feita e as bombas de fumo da costume. Falo de Pombal e desta gestão autárquica que vai fazer um quinto de século. E falo desta população, das suas aspirações, participação e expectativas. Já basta ouvir abencerragens como os ventos do mundo árabe estarem a chegar a Portugal...
23 de fevereiro de 2011
Uma posta por dia, nem sabe o bem que lhe fazia
E agora?
