6 de janeiro de 2026

A “junta” continua nas festividades

A “junta” reuniu ontem, com o espírito natalício, fraterno e esperançoso, próprio da época. 



A dita oposição continuou no seu registo interpelativo, geralmente inconsequente. E o presidente continuou no seu registo de serviços mínimos, que nutre com uma abertura exaustiva sobre tudo o acontece ou é evento. No resto, procura abafar tudo o que o pode incomodar. Descarta, assim, a discussão política e as questões sobre o desempenho da “junta”. Cada um é para o que é, e não vale a pena esperar coisa contrária.

Quando o vereador não-eleito, doutor Coelho, questionou o estado das concessões das antigas escolas primárias, para ditos fins turísticos (alojamento local), apresentadas com pompa e circunstância, o presidente chutou o assunto para a gaveta de despacho, com a resposta que se vai tornando habitual: “nós temos um relatório com o ponto de situação de todas elas, …, que depois podemos distribuir”. Sobre a matéria, e outras do mesmo género (orçamento das festividades), nada. 

A resposta dada é politicamente inaceitável. Porquê? Porque as reuniões do executivo são públicas. E são públicas, porquê? Porque se destinam a prestar contas ao público, não (só) aos vereadores não-executivos. Quando o doutor Pimpão, por não querer ou não saber responder, informa que fará chegar um documento/relatório ao questionador não está a cumprir os seus deveres de transparência e prestação de contas, está a incumpri-los. 

No que se refere à agenda, pouco a relevar; contemplava a formalização de diversas formalidades administrativas correntes, algumas fora de prazo, o que se compreende por a rapaziada ter dado prioridade às festividades.

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