A parábola do Filho Pródigo é, sem dúvida, a mais conhecida das parábolas de Jesus e aquela com quem os portugueses mais se identificam. Nela se relata o episódio de um filho mais novo a quem o pai deixa uma grande herança. O pródigo rapaz não descansa enquanto não derrete a massa toda e, quando se vê mais teso que uma meretriz na Quaresma, regressa a casa. Arrependido, pede desculpa ao seu pai que o redime de todo o pecado.
Como bons cristãos, tementes a Deus, estamos sempre disponíveis para transpor estes ensinamentos Bíblicos para o dia-a-dia. Por isso, quando um político ou um concidadão, de lagrimita no olho nos pede desculpa, abrimos os braços e com um "venham de lá esses ossos", esquecemos tudo. O problema é que os malandros já nos toparam e, vai daí, abusam da confiança. E aquilo que poderia fazer de nós uns bons Samaritanos, apenas nos transforma nuns imbecis, nuns tansos.
É assim que me tenho sentido ultimamente. Todos os dias alguém me pede desculpa e eu, em nome de Vosso Senhor Jesus Cristo, lá vou perdoando. Ele é o Crato, ele é aquela-senhora-com-ar-de-fadista. E até o nosso Victor Leitão, coitadinho, pediu desculpas! Agora que os milhões sempre regressaram (não entendo como é que o BPI não pediu desculpa em tribunal!), também estou disposto a abraçar o camarada Victor, os gestores do BPI, o Eng. Narciso Mota, a malta toda da JSD. Mas o rosário não vai acabar por aqui! Ou muito me engano ou ainda vamos ouvir mais pedidos de desculpas a propósito da novela "Quem tramou o Arquitecto Reis de Figueiredo". Nessa altura, cá estarei, mais uma vez, para a todos perdoar.
E como sei, caro leitor, que também vives segundo os ensinamentos da Santa Madre Igreja, perdoa a este pobre escriba o facto de ter estado quase dois meses sem ter dado notícias. Acredita que não foi por mal. Eu continuo a estimar-vos como dantes.
Como bons cristãos, tementes a Deus, estamos sempre disponíveis para transpor estes ensinamentos Bíblicos para o dia-a-dia. Por isso, quando um político ou um concidadão, de lagrimita no olho nos pede desculpa, abrimos os braços e com um "venham de lá esses ossos", esquecemos tudo. O problema é que os malandros já nos toparam e, vai daí, abusam da confiança. E aquilo que poderia fazer de nós uns bons Samaritanos, apenas nos transforma nuns imbecis, nuns tansos.
É assim que me tenho sentido ultimamente. Todos os dias alguém me pede desculpa e eu, em nome de Vosso Senhor Jesus Cristo, lá vou perdoando. Ele é o Crato, ele é aquela-senhora-com-ar-de-fadista. E até o nosso Victor Leitão, coitadinho, pediu desculpas! Agora que os milhões sempre regressaram (não entendo como é que o BPI não pediu desculpa em tribunal!), também estou disposto a abraçar o camarada Victor, os gestores do BPI, o Eng. Narciso Mota, a malta toda da JSD. Mas o rosário não vai acabar por aqui! Ou muito me engano ou ainda vamos ouvir mais pedidos de desculpas a propósito da novela "Quem tramou o Arquitecto Reis de Figueiredo". Nessa altura, cá estarei, mais uma vez, para a todos perdoar.
E como sei, caro leitor, que também vives segundo os ensinamentos da Santa Madre Igreja, perdoa a este pobre escriba o facto de ter estado quase dois meses sem ter dado notícias. Acredita que não foi por mal. Eu continuo a estimar-vos como dantes.




















