Foi noticiado com abundância a questão da dívida de 250.000 do Ministério da Saúde aos Bombeiros Voluntários de Pombal. O presidente dos bombeiros, nosso "fiel leitor e agora infiel comentador", fez o apelo em comunicado, chegando a dizer as coisas que poderia fazer, se a instituição tivesse esse dinheiro. E até deixa no ar a crítica das promessas não cumpridas. Os deputados do PSD por Leiria já questionaram formalmente o ministro, em documento a que não consigo fazer o respectivo link (para já). Querem saber o que se passa e como se pensa resolvereste caso. E nós também queremos!
"E na epiderme de cada facto contemporâneo cravaremos uma farpa: apenas a porção de ferro estritamente indispensável para deixar pendente um sinal."
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5 de setembro de 2011
28 de julho de 2010
Duas dúvidas e uma certeza
De entre várias coisas que me parecem sem lógica no comunicado - note-se que se quer fiscalizar a actividade da Câmara ou serão a gestão administrativo-financeira ciência oculta? -, há duas questões que me intrigam:
"Foram exigidas as devidas responsabilidades ao Banco, de quem o funcionário agora preventivamente detido era promotor comercial"? Vítor Leitão era promotor comercial do BPI? Isso é possível sequer?
"Banco lesado?" Mas os lesados não somos nós? E para as operações chegarem ao Banco não têm de ser validadas internamente na CMP?
"Foram exigidas as devidas responsabilidades ao Banco, de quem o funcionário agora preventivamente detido era promotor comercial"? Vítor Leitão era promotor comercial do BPI? Isso é possível sequer?
"Banco lesado?" Mas os lesados não somos nós? E para as operações chegarem ao Banco não têm de ser validadas internamente na CMP?
Se a Assembleia Municipal é um órgão fiscalizador, nomeadamente do funcionamento do executivo (ver artigo 53º da Lei das Autarquias Locais), e se o Presidente deste órgão (porque o Presidente não é ele próprio um órgão representativo do município - art. 2º da Lei das Autarquias Locais) acha que afinal não é, então só há um conselho a dar: obviamente, demita-se.
Já agora, são precisas 1350 assinaturas de cidadãos eleitores para convocar uma Assembleia Municipal Extraordinária. Será que se vai ter que ir por aí?
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