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27 de abril de 2025

Quem se mete com o Pimpão, leva


Ficou claro na última reunião da Assembleia Municipal que Pedro Pimpão já escolheu o seu adversário para as próximas eleições autárquicas. Pelo tom crispado com que respondeu a Luís Couto, candidato à Câmara pelo movimento Pombal Independentes, percebeu-se também – de novo – que o sentido democrático deste presidente vai buscar o seu quê de inspirador a Narciso Mota: também ele acenava com “os prints” das publicações que lhe desagradavam. Também ele considerava que as notícias “negativas” prejudicavam a boa imagem da Câmara. Em rigor, toda a resposta de Pimpão a Couto (vale a pena recorrer ao vídeo da AM para esse deleite) denota um registo da criatura à imagem do criador – que de resto recuperou para a sua permanente campanha.

Mas centremo-nos na questão que mais importa: a tão almejada (por ele) vinda do IPL para Pombal, sobre a qual parece que “quase ninguém” é contra, segundo Pimpão. E se for, está a contas.

Ora há aqui vários equívocos nesta forma atabalhoada como o Pedro vê o desempenho do cargo institucional que ocupa. Mas o crucial é este de considerar que não vai explicar os benefícios do ensino superior em Pombal a quem não acredita, porque seria “como falar de Deus a um não crente”.

Errado, Pedro. O presidente da Câmara não tem só obrigação de responder, em sede da AM ou noutra, sobre os custos hipotéticos ou reais -  que serão avultados, ninguém tenha ilusões. Tem obrigação de os justificar.

 

Depois há o lado incongruente destes números, bem diferentes dos que Pimpão gosta de passar nas redes sociais, ora na rua, ora na festa, ora na missa, ora à mesa do café, mas sempre com a aura de bom cristão – que acumulou minutos de silêncio por estes dias, em memória do Papa, para compensar este ruído, talvez.

Um presidente para todos, todos, todos, menos os que o contrariam.

7 de fevereiro de 2023

O dia em que o PS fez o seu papel


 

Tornou-se moda na Câmara (e para a câmara) isto de "ouvir os partidos" a propósito de batatas. Ao contrário do que possa parecer, o acto em si não revela nenhuma pueril vontade de Pedro Pimpão ouvir todos, mas antes uma forma de entreter o executivo, às aranhas com a realidade. 

Depois do episódio "Café Concerto" - cujo post, aqui no Farpas, serviu para mostrar que neste chove-não-molha se esqueceram do PCP, o que diz bem da forma como está a funcionar o gabinete do presidente - eis que, por estes dias, decorre nova ronda, agora a propósito do Plano Estratégico Pombal 20/30, mas desta vez on-line, pois que a malta da FNway (a empresa de Mira Amaral) tem mais que fazer na capital e vir à província é uma maçada. 

Ora, o momento serviu para o PS local ter um assomo de lucidez e recusar fazer parte dessa fantochada. Agora só falta aguentarem a onda. Se assim for, o próximo passo (que já deveria ter acontecido) é recusarem a presença, nas reuniões do executivo, do proclamado director municipal. Uma coisa é chamá-lo quando for preciso, como acontece com outros responsáveis de departamentos. Outra coisa é torná-lo equiparado a um eleito, fazendo-o pavonear até nas visitas às freguesias, como já aconteceu.

Imponham-se e oponham-se, que foi para isso que 21% dos pombalenses votaram no PS.  

1 de outubro de 2022

E a oposição, pá?!

A “oposição” na AM, sem o doutor Coelho – ausente -, esteve francamente melhor… Continua a ser o saco de boxe do Fernandes e do Pimpão, muito marcada por ainda não lhe terem aprovado uma recomendaçãozinha e a jogar um jogo do qual parece desconhecer as regras; mas já vai recebendo um ou outro elogio, e até já lhe fazem ofertas de fichas de adesão ao PSD!  


Onde a coisa desceu mesmo muito baixo foi na intervenção do novo membro que apareceu na bancada. Começou por dizer que tinha lido todo o relatório de gestão da PMUGest, para depois criticar fortemente o relatório e o desempenho da “empresa” (em nome da bancada), mas, na verdade, só mostrou que não percebeu nada, mas mesmo nada, do que leu – até o presidente da AM, estupefacto, sentiu necessidade de lhe perguntar se o que tinha ouvido era o que ele tinha dito!

Isto de meter um tipo de leis a analisar números e contas, mesmo que sejam só contas de somar e subtrair, geralmente não dá bom resultado.  

18 de outubro de 2021

O primeiro dia do resto da vida do PS




 Ainda no andar de cima se arrumavam os restos da festarola que demos para receber como deve ser Pedro Pimpão & sua banda (vereadora Isabel Marto ao piano, exímia em Yann Tiersen e La Valse D’Amelie, pouco consentânea com o show dançante), e já no andar de baixo a meia dúzia de eleitos do PS para a Assembleia Municipal fazia aquilo que em 28 anos ninguém se lembrou de fazer: ouvir a sociedade civil, o que resta dela.

Num domingo à noite, João Coelho e os cinco que o acompanham conseguiram dar esse pequeno passo que é trazer à cidade gente de todo o concelho (e de vários quadrantes políticos) para saber o que espera o povo destes que agora se vão sentar na AM. É claro que a conversa descambou para uma catarse por parte de quem não consegue - por defeito, claro está - vislumbrar unicórnios ao virar da esquina da pastelaria Mota, estrelas cadentes na Várzea ou bolas de sabão multicolores no Cardal. Gente que viu os filhos partir, as fábricas e as lojas fechar, que pede mais do que os acordes do ‘ai meu Pombal’ para se sentir feliz, que gostava de ver de novo alegria nas ruas [não confundir com isso da felicidade, como bem lembrou Francisco Faro]; que esperava mais de uma Oposição, estes anos todos, como apontava Jaime Portela, candidato da CDU nestas autárquicas. E que oposição será esta na Assembleia? - quis saber (e bem) Célia Cavalheiro, última (e única) eleita do Bloco de Esquerda. Terá a mesma posição sobre os contratos de associação dos colégios? Pois. Faz-nos muita falta falar. Discutir. Perceber o concelho onde vivemos e quem o habita, o que pensa, por que o pensa. Nem todos estão dispostos a fazer esse exercício, como ficou claro na noite (que não das facas longas, apenas de uma nova ambição). A começar pela própria estrutura do PS. 

É sintomático que num encontro como este nenhum dos vereadores eleitos se tenha dignado lá por os pés. Quem sabe tudo, não precisa de aprender nada, muito menos de perceber, quanto mais de ouvir.

Jorge Claro fez na sua intervenção a síntese perfeita do estado da arte.

Depois queixem-se do eleitorado. 

19 de agosto de 2021

Jornal de Campanha #2 Há sempre alguém que resiste

Assisti estes dias à apresentação dos candidatos do PS à Câmara e às Juntas - o que nalguns casos provoca mesmo dor de alma. A ausência de candidatura no Carriço, onde o PS já foi poder, e a leviandade com que foram encarados os processos autárquicos no Louriçal ou no Oeste, não são desculpáveis. Assim como não é desculpável ao PS emprestar de novo a capa do partido ao candidato-presidente da junta da Redinha, que depois de bater com a porta e desrespeitar sistematicamente o partido, voltou - que remédio - à última hora, para uma desforra com um velho adversário. No universo das Juntas, há apenas dois casos em que aposto fichas, pelo menos no que toca à verdadeira disputa: Vermoil e Pombal. Porque para ganhar eleições é preciso querer, primeiro, e não ter medo de enfrentar o adversário. Isto aplica-se, exactamente por esta ordem, aos dois casos. É claro que Carla Longo, a candidata do PSD, tem a eleição assegurada. Mas Elisabete Alves é um osso duro de roer. E isso faz falta na política. Não conta para esta aposta a freguesia de Almagreira, onde - claro está - torcemos por alguém nosso, da casa - a Marlene Matias. 

E a lista à Câmara? Fica a impressão de que Odete Alves foi ao secretariado e distribuiu lugares aleatoriamente, aceitou entretanto uma sugestão abalizada, compôs a coisa e 'siga a marinha'. Lá está, era preciso querer. Esforçar-se, pensar em pessoas, fazer convites, embrulhar nãos e seguir viagem. Assim é muito mais tranquilo. Para ela, e sobretudo para Pedro Pimpão, que só por pudor não virá aqui colocar aquele coraçãozinho maroto.

Na noite morna da apresentação, acendeu-se, porém, um farol. Foi quando João Coelho, cabeça de lista à Assembleia Municipal, fez aquilo que competia à cabeça de lista à Câmara: combate político. O João faz falta a Pombal, como facilmente se percebeu nestes oito anos em que fez parte daqueles 4.831 pessoas que deixaram a terra. E foi ele quem apontou o elefante na sala, de que aqui falei há dias. Há um vídeo  - que pode ser visto aqui - demonstrativo disso mesmo. E sabendo que só um fenómeno paranormal inverteria a dinâmica de vitória do PSD, fica a esperança de ver o João - e mais meia dúzia de (bons) elementos, entre a lista que, estranhamente, não foi apresentada - dizer que o rei vai nu, esforçando-se por não deixar apagar a luz. 

Vamos precisar muito disso. Nem vocês adivinham quanto.

5 de março de 2021

Uma falácia em que o PS gosta (ou tem?) de embarcar


Na última sexta-feira a Câmara aprovou por unanimidade uma proposta da Câmara, recomendando ao governo que alargue a área de influência do Instituto D. João V à freguesia de Almagreira, além da aprovação de abertura de 2 turmas no 5º ano; 2 turmas no 7oº ano e 1 turma no 10º ano de escolaridade neste estabelecimento de ensino particular e cooperativo.

No mesmo dia, a Assembleia Municipal aprovou a referida proposta por maioria, com duas abstenções.

O que ressalta deste servicito público que o poder político está a fazer ao sector privado não é novo. Como o próprio Diogo Mateus referiu, andamos nisto há cinco anos. Foi desde que o Governo teve coragem para por termo ao regabofe que durante anos todos nós andámos a pagar. É certo que há situações de manifesta injustiça pelo país, porque (como sempre) se olhou para a decisão com régua e esquadro, fazendo pagar o justo pelo pecador. Mas foram casos como o do IDJV (ou talvez 'o caso') que levou a cortar o mal pela raiz.

Já aqui contei mais do que uma vez a minha história, (a maneira como fui desviada do ensino público para o ensino privado no Louriçal), e que é a história de tantos. Seria bom que Odete Alves não reproduzisse apenas o canto da sereia que escuta. E que antes de fazer - como nenhum vereador da maioria foi capaz- a defesa da coisa, soubesse da história:  O Louriçal é uma economia muito assente no Instituto D. João V? É. Quando o cerco começou a apertar, o grupo GPS não teve qualquer pejo em fazer despedimentos em barda no seu corpo docente. O mesmo que comprou os apartamentos na urbanização construída por uma empresa do grupo e que comprava as viagens na agência do grupo. Foram famílias inteiras, formigas fora do carreiro, de repente.

Odete diz que não tem elementos suficientes para se pronunciar sobre a "falta de visão a longo prazo da tutela, ao nível do ordenamento e gestão da rede escolar" referida na proposta que aprovou e defendeu. Muito estranho. Sei que ao tempo em que era secretária de Estado da Educação, a corajosa Alexandra Leitão lhe fez um desenho, numa reunião em Leiria, na sede do PS. 

Ainda julguei que a diretora pedagógica do IDJV daria um ar de sua graça na Assembleia Municipal (para a qual foi eleita nas listas do PS mas é raro lá por os pés), mas isto sem coro da terra não é a mesma coisa, e lá foi (outra vez) substituída.

A vereadora e candidata à Câmara acertou, porém, numa parte da intervenção. Foi quando falou do espólio do IDJV. Agora que a manta está curta, convém salvaguardar o que ainda não foi alvo de espoliação a todos e a cada um.

22 de setembro de 2020

Excepcional, Odete

Na primeira reunião do executivo depois de anunciar publicamente a sua candidatura à Câmara de Pombal (encabeçando a lista do PS, supostamente adversária do poder), Odete Alves conseguiu surpreender-me: o tom da sua intervenção foi mais caloroso e fofinho do que é habitual.

Neste excerto da sua excepcional intervenção - em que parece concorrer ao prémio Pedro Pimpão, na categoria 'notável e extraordinário' - Odete só encontra uma pequena nódoa na toalha de linho que é, na sua óptica, o início deste ano lectivo: os transportes. Não sei se está a falar das crianças que vêm da Redinha ou de Abiul no autocarro das 6h50 para almoçar às 11 e ter aulas às 12h40. Mas pode ser. 

Acresce aqui um dado importante neste início de ano lectivo em que "as nossas crianças e jovens" entraram na escola com a tranquilidade dos contos de fadas: Odete Alves é, ainda, vice-presidente da Associação de Pais de Pombal. Foi um caminho que começámos juntas, há anos, mas que eu deixei quando percebi os interesses paralelos que ali se tinham instalado - em que a cereja no topo do bolo é um projecto que tem a Câmara como parceiro, sugando praticamente toda a energia, e deixando quase nenhum espaço para os problemas que afligem os pais no dia a dia da escola. Mas o que é que isso interessa, quando o Dia da Educação é excepcional, as intervenções excepcionais, e está tudo bem?

Desculpas aceites, Odete. 


31 de agosto de 2020

Quem disse que perguntar não ofende?

Já se percebeu que Pedro Brilhante está sozinho nesta demanda (que podemos adjectivar como quisermos, cada um) de desmontar o que acontece com os dinheiros e recursos públicos. Ficou muito claro, na última reunião de câmara, que o assunto causa certo desconforto, sobretudo a quem antecedeu estes protagonistas.

Odete Alves diz que nim. 

Narciso Mota mostrou-se incomodado. Achava ele que bastava esperar pelas respostas. Não mexer mais no assunto, se é que o entendem.

Doutor Coiso tratou de informar que não está mais disponível para estar até às duas ou três da tarde sem almoçar. Fica lavrado em acta.  E sim, calculamos que isso não tem nada a ver com as senhas de presença. Imaginem se tivesse...

Quer isto dizer que a alegada oposição está mais ou menos como o PSD: na dúvida, é deixar estar tudo como está, que assim como assim uma mão lava a outra e as duas lavam a cara.

5 de julho de 2020

Querer ou não querer, eis a questão

O Pedro tem muitas qualidades e alguns defeitos. O Henrique, a Odete, o António, a Célia, o Fernando e a Liliana também. A diferença é que o Pedro quer ser presidente da Câmara e o Henrique, a Odete, o António, a Célia, o Fernando e a Liliana não. Quando chegar a hora, o Pedro irá ser o justo vencedor e o Henrique, a Odete, o António, a Célia, o Luís e a Liliana não irão perceber. Bem... a não ser que tudo isto seja uma enorme farsa e o Pedro se revele como mero lacaio de um amo superior.

27 de outubro de 2019

Estão bem uns para os outros

Na CMP, o poder não respeita a oposição – os direitos da oposição – e a oposição não se dá ao respeito.
Estamos no momento fulcral da administração autárquica – elaboração, discussão e aprovação do orçamento e plano de investimentos.  Compete ao executivo apresentar uma proposta dos documentos; e às oposições darem (ou não) os seus contributos - serem ouvidas e fazerem-se ouvir.
Só que isso nunca sucede. O poder não quer. E a oposição não sabe. Mas como há uma lei para cumprir, Diogo Mateus simula o seu cumprimento (nisto Narciso Mota era muito mais claro: não cumpria, ponto) e rasteira a oposição; a oposição – distraída e néscia – cai na ratoeira e perde o direito, porque não sabe nem o quer exercer – na verdade, não tem nada para propor.
Pelo meio, ficam:  as trapalhadas no envio das comunicações a solicitar propostas à oposição; a data de audição da oposição em cima da data de aprovação dos documentos; e a total falta de coordenação entre os elementos das “forças” da oposição. Óptimos fait-divers para animar a próxima reunião do executivo.
Siga a música.

15 de setembro de 2019

Há oposição mais chocha que esta?

Discutia-se o reforço do PPI para reforço significativo da rede PomBus (500.000 €).
Reparem bem no que a oposição pensa disto.
E agora pergunto: há “oposição” mais chocha que esta?
É chocha! E não tem vergonha de o mostrar!


3 de setembro de 2019

Diogo faz, também, o papel da oposição

A dominância de Diogo Mateus sobre súbditos, correlegionários e opositores é esmagadora. Daí, não ter oposição, nem pensamento divergente. Mas com ou sem oposição os problemas surgem (sem oposição surgem menos, mas quando surgem são mais graves).
Diogo Mateus detesta ficar mal na fotografia – acha-se perfeito -; por isso, quando as coisas correm mal, parte para o ataque, ataca quem foi subserviente, expõe quem falha (mesmo que tenha falhado para lhe agradar), expõe quem não é diligente.
Reparem na forma como expôs todos: dirigentes da PMUGEST e oposição. Passou a palavra à oposição para a testar; vendo que a oposição não tinha nada para dizer – não trabalham (o Michael até confirmou que não tinha lido o relatório) - passou ao ataque, fez oposição à oposição.
És o maior, Diogo!

26 de maio de 2019

Tropa fandanga?

Tropa fandanga é gente sem ordem (desorganizada) mas que sabe ao vai. O que temos aqui é uma coisa muito pior: gente sem ordem que não sabe, sequer, ao que vai.
E foi esta gente poder! E quer esta gente voltar ao puder! Deus nos livre de sementes espécies.

20 de março de 2019

Esta oposição nem a água que bebe merece

No ponto referente à Apreciação das Propostas do Orçamento Participativo, Diogo Mateus mandou distribuir, a todo o executivo (oposição incluída), as justificações/desculpas do vereador Pedro Brilhante ao seu arrasador despacho.
Ao agir desta forma, Diogo Mateus expôs o seu vereador e forneceu à oposição os elementos necessários para esta questionar a regularidade do processo, para esta - e ele - tirarem consequências políticas do evidente “descontrole, ilegitimidade e ingerência política no processo”.
E o que fez a posição? Recebeu, leu (duvido que todos tenham lido) e aprovou a proposta do executivo, por unanimidade, sem reparos. Aprovou tudo por unanimidade!
Esta oposição, no início, ainda nos fazia rir, agora nem isso; não serve para nada, não merece as senhas de presença nem a água que bebe durante as reuniões.

26 de fevereiro de 2019

De “deixa” em “deixa” até ao deixado completo

Salvo raras excepções, as intervenções da oposição, na AM, seguem o registo dos jotas da maioria: são “deixas” oferecidas ao presidente da câmara, que ele aproveita para brilhar.
O registo não honra os jotas da maioria, mas honra muito menos aqueles que precisam de se credibilizar para conquistar votos. Que os jotas cumpram aquele papel, como preço a pagar para poder chegar a um lado qualquer, percebe-se; o que não se percebe é que a oposição faça a mesma figurinha.
Reparem bem neste exemplo - que é a regra - e tirem as vossas conclusões.


PS: Desta vez, D. Diogo não foi ingrato; limitou-se a aproveitar, sem glosar a coisa.

8 de setembro de 2018

A Anabela voltou a falar

Para perguntar ao Sr. Presidente se podia votar…
Ainda não explicaram à senhora que há perguntas que não se fazem; e que ela está lá para falar, não para votar (o seu voto não conta para nada)?!


6 de setembro de 2018

O mundo ao contrário

Em Democracia, o debate político faz-se, normalmente, com a oposição a criticar/atacar o poder, e o poder a defender-se.
Em Pombal, é ao contrário: a oposição é colaboracionista; e, mesmo assim, o poder bate-lhe sem dó; e ela amocha!

18 de julho de 2018

27 de maio de 2018

Obras tortas e caras

O executivo levou à última reunião o concurso de reparação da Biblioteca Municipal – substituição da cobertura devido a múltiplas infiltrações e substituição do sistema AVAC – no valor de 306 m€. É inadmissível que um edifício público, relativamente novo (com vinte anos), apresente tamanha degradação e exija tamanha reparação.
Em Pombal, a série de obras tortas impressiona o mais insensível. Sinal de muito desleixo e de muita incompetência. É assim no presente e foi assim no passado.
Bem pode Narciso Mota desqualificar o ministro das obras e imputar gestão danosa nas obras. O presente não deve nada ao passado, e o passado não é exemplo. Só assim se compreende que Narciso Mota critique tanto e de forma tão dura a obra – as obras, no geral - e vote/votem favoravelmente.
Confirma-se mais uma vez: poder e oposição* são farinha do mesmo saco. 

PS: o representante do PS – Jorge Claro – limitou-se a assistir; e a dar cobertura ao desmando.

28 de abril de 2018

Ó minha senhora...




Narciso Mota deve cada voto do movimento que criou para as autárquicas a ele próprio. Só. Tenho para mim que cada cromo que escolheu para completar a caderneta contribuiu claramente para a sua derrota. Atente-se neste discurso, que só um assomo de benevolência de Diogo Mateus permitiu, num ponto que nada tinha a ver com o assunto enrolado pela vereadora Anabela.
Parecia que estava a adivinhar.