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11 de maio de 2018

Se nós não ajudarmos os nossos…(III)


…O presidente da junta do Louriçal – José Marques –, perito no venha-a-nós, juntou-se aos presidentes da junta de Almagreira – Humberto Lopes – e do Carriço – Pedro Silva –, seus correligionários, para contratar, em regime de avença, com o beneplácito da câmara que paga 70% do tacho criado, a ex-vereadora Catarina Silva, sua apoiante e grande amiga, que tinha ficado desocupada depois de ter sido afastada, por Diogo Mateus, dos lugares elegíveis à câmara.
Perderam definitivamente a vergonha… E gozam descaradamente connosco.

8 de maio de 2018

Se nós não ajudarmos os nossos…(I)


A CMP granjeou fama na integração dos desprotegidos desta vida; agora, desacredita-se ajudando os privilegiados da política. A oportunidade dada aos primeiros é louvável, o favorecimento dos segundos é altamente censurável.
Diogo Mateus decidiu ajudar a correligionária Célia Cristina Freire, ex-vice-presidente da câmara de Ansião, que ficou desocupada depois de perder as eleições. Contratou-a para secretária da “vereadora” Ana Gonçalves! O que desagradou os novos dirigentes do partido; ávidos de benesses.
Na CMP, os vereadores são meros secretários do presidente. A vereadora Ana Gonçalves foi, durante vários anos, a excepção: teve poder. Mas perdeu-o, pelos motivos conhecidos (agora está ao nível dos outros). No entanto, recebe o que nunca teve: uma secretária - uma ex-vice-presidente de câmara.
Pergunta-se:
O que leva uma ex-vice-presidente de câmara a sujeitar-se a isto, a uma esmola como secretária de uma “vereadora”?
O que leva Diogo Mateus a dar um tacho político desnecessário e incompreensível? Que vantagens procura obter?
Quando se perde o decoro (e já passamos esse patamar), perde-se a respeitabilidade.