"E na epiderme de cada facto contemporâneo cravaremos uma farpa: apenas a porção de ferro estritamente indispensável para deixar pendente um sinal."
24 de janeiro de 2025
É o progresso, estúpido!
4 de março de 2024
Sobre os “políticos” da Pedra Seca
Estamos rodeados por todos os lados por políticos da pedra seca – criaturas de pensamentos atávicos, aspirações vagas, desejos fúteis, sentimentos envelhecidos e actos falhados, que agem para se entreter e vêm méritos nas tolices que praticam.
O dotor Pimpão é o maior exemplar desta espécie. Mas os seus colegas da Associação Terras de Sicó não lhe ficam nada atrás. Sem saberem ao que se dedicar, mas desejosos de mostrar serviço, atiraram-se aos chamados muros em pedra seca, lançando a sua candidatura a Património Imaterial da Humanidade – pobre Humanidade. Arranjaram, assim, uma empreitada para se entreterem por muitos anos, e um pretexto para muitas “notícias” encomendadas sobre a matéria.
Basta ir uma vez à Serra da Sicó para se perceber a origem e necessidade daquelas toscas edificações, que acima de tudo serviam para arrumo das pedras que cobriam o solo e era necessário retirar para aproveitar todo e qualquer pedaço de terra para a economia de subsistência. Agora, uns quantos (poucos) teóricos do mundo rural, herdeiros de um surrealismo retardado eivado de romantismo bucólico, vêm ali arte e valor.
Para nossa desgraça, esta tontaria afecta tanto os protagonistas do poder como da oposição. Por exemplo, a dotora Odete, coitada, na ausência de melhor assunto – daquela cabeça nunca saiu nem sairá uma ideia – e desejosa de mostrar serviço, agarra-se a estas coisas, segue as suas anotações no caderninho, e farta-se de questionar e colocar pressão no dotor Pimpão.
É por estas e por outras que estas terras não conseguem progredir mais rápido. Estamos manietados pelos políticos da pedra seca. Melhor dizendo: de cabeça seca.
27 de maio de 2022
Perdoai-lhe(s) Senhor
Na ausência de melhor assunto, e convencido que
faria um número, o doutor Simões foi para a reunião da “Junta” criticar uma
placa recentemente colocada na Capela do Louriçal, por esta designar o templo
como capela e não como igreja. E dissertar sobre esta importante destrinça para
a comunidade e para a civilização.
Bastou ao doutor Pimpão abrir o site da Direcção do
Património Cultural para o doutor Simões ir ao tapete.
Temos o poder que temos... Mas a nossa maior
desgraça é termos um poder inepto e uma oposição néscia. Uma oposição que não
estuda, não trabalha, não sabe distinguir o essencial do acessório, não sabe
estruturar e fundamentar convenientemente a acção política, limita-se a aproveitar
umas tiradas de facebook, umas conversas de ocasião ou uns assuntos soprados aos
ouvidos.
Pobres criaturas, mais dignas de piedade que de
aversão.
7 de agosto de 2017
Obras tortas em Abiúl
10 de abril de 2017
Contra o povo e o resto
10 de abril de 2016
Pombal Contemporâneo
15 de outubro de 2015
O Conquistador
3 de setembro de 2015
Para onde vai a “igreja velha” de Albergaria dos Doze (2)?
21 de agosto de 2015
A Pistola
24 de novembro de 2013
Quando o património é perigo
26 de fevereiro de 2013
Ó meu Pombal...
Ontem, como hoje, é assim que a obra é feita. Mesmo com fundos comunitários na sua maioria, são milhões que não servem para reconciliar os cidadãos com a sua cidade, com algumas honrosas excepções. Lamento, por exemplo, não ter um Parque Verde a sério ou mais corredores verdes (a Junta queria um na Charneca, mas falta capacidade para reivindicar ou capacidade para gerar o dinheiro de outra forma) ou ainda ver a obra do CIMU Sicó começada. (http://noticiasdocentro.wordpress.com/2010/09/15/pombal-constroi-centro-de-interpretacao-e-museu-da-serra-de-sico/cimu-sico/)
26 de janeiro de 2012
Se o meu Castelo falasse (enésimo post)
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| Coisa mai linda |
10 de setembro de 2011
Se o "meu" Castelo falasse...
14 de março de 2011
Farpas dos Leitores
Acrescento eu: se ainda houvesse esperança de ter uma plaquita de inauguração antes de 2013, acho que se equacionaria essas hipóteses, mas como escavações arqueológicas são trabalhos longos...
O tugurium romano de Atalaia
Numa busca na web encontrei um artigo interessante sobre uma escavação arqueológica realizada aquanda da construção da autoestrada A17.Nessa escavação foi supostamente encontrado um tugurium romano.Ainda bem que o sitio foi escavado, só é pena que a arqueologia em Pombal se resuma a acompanhamentos e sondagens obrigatórias ou seja, somente o que a lei obriga em caso de monumentos classificados e seus perimetros de protecção ou obras públicas.O concelho está crivado de vestígios, há villas romanas conhecidas (ex: S.Tibério, cidade de Roda), há grutas cheias de espólio ancestral, etc, etc, etc...Porque não investir valores semelhantes aos da obra da Ponte D.Maria em escavar algo conhecido, mas desconhecido ao mesmo tempo e que poderá revelar achados interessantes e dignos de museu!
SM
11 de março de 2011
Na agenda
7 de março de 2011
4 de março de 2011
Sobre a Ponte D. Maria
Nesta fase, abstenho-me de comentários. Penso que a descrição diz (quase) tudo.
15 de outubro de 2010
Na Agenda
30 de junho de 2010
Patrimónios Imateriais
25 de março de 2010
Se o meu Castelo falasse...
Já quanto às obras, no fim veremos o que resultará, sendo certo que já se vislumbra a esplanada no lado esquerdo do Castelo (quem olha de cá de baixo). Restará saber como é que a decoração a betão vai resultar no final. A bem da requalificação, pois claro.









