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25 de julho de 2011

Inquérito Semanal - II

Contou-me um passarinho (que ainda vão havendo alguns passarinhos nas parcas àrvores da cidade) que a malta ali da Várzea queria uma festa, no jardim que têm em frente da porta. E que esta primeiro não era para ser autorizada, porque o jardim era "um espaço verde", mas depois já foi autorizada... e lá aconteceu, e parece que foi um sucesso!
Curiosamente, na mesma altura da conversa do passarinho, a JSD fez valente arraial no jardim ao lado da CMP. Qual a leitura a faze?

1 - Aquilo a que alguns ainda chamam "o jardim da Câmara", na realidade, não é (nem para lá caminha) um espaço verde;
2 - Os jotinhas não estragam nada, não incomodam nada, não chateiam nada... nem se dá por eles! As árvores e a relva não se vão importar;
3 - Aquele pessoal da Várzea não é amiga do "verde". Prefere o tinto (maduro). Mas ficou mais amiga do "verde" com a contratação do Capel!
4 - Não houve nenhuma festa da JSD, não há nenhum jardim da várzea, vocês são todos mas é uns "más linguas"... aquilo foi, sim, uma feira de emprego!

Os premiados serão anunciados num futuro próximo, na imprensa local (se ela ainda existir).

30 de junho de 2010

Patrimónios Imateriais

A Câmara Municipal de Lisboa quer ver o fado reconhecido como património imaterial da humanidade. Apesar de crítico em relação a "uma certa acepção de fado" (não creio que tenha o peso representativo de nacionalidade que muitos lhe atribuem, sendo muito mais uma "canção de Lisboa" do que uma "canção de Portugal"), esta é uma iniciativa de inegável mérito, e que nos faz pensar a nós, pombalenses, em "outros termos patrimoniais". Temos nós, em Pombal, algum património imaterial? Cuidamos dele? Forçando ainda mais a questão: o que é que nos caracteriza como POMBALENSES, de forma não material? Que valores? Que traços culturais? Que manifestações artísticas?

25 de abril de 2010

25 de Abril, sempre!


Obrigado. Pela coragem, pela integridade, pelo exemplo, pela abnegação, por ser o último grande herói. Por não querer o holofote. Por perceber que Abril se teria de cumprir com muitos e pelo futuro de todos. E que mesmo que ainda falte bastante, o exemplo de um Homem, tão maltratado por quem depois mandou (privilegiando sempre a espinha quebrada e desrespeitando opiniões contrárias), mesmo que tenha havido datas posteriores que felizmente impediram desvios totalitários, neste dia gosto de relembrar um rosto de um Homem que no encontro que teve com a História nem chegou atrasado nem quis roubar o momento. Obrigado.