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16 de janeiro de 2012

Santo Amaro no feminino


O arraial da cidade durou este ano três dias, com um programa de qualidade. Desde Frei Ventura ao espectáculo de sábado à noite, no Teatro-Cine (onde, como é lamentável costume, sobraram lugares). A organização esteve a cargo de um grupo de "mães e sogras" dos rapazes que organizaram a festa em 2010. E esteve muito bem. Porque mais uma vez se provou que para fazer festas basta engenho e arte, pois que não não são precisos grandes orçamentos. Mas isso, as mulheres sabem-no bem.

14 de janeiro de 2011

Santo Amaro


O Santo Amaro está aí! Desta vez, os jovens deram lugar às “mães e às sogras”. Apesar de ligeiras diferenças, a festa mantém o mesmo espírito: o Tó Silva, o baile, os ranchos...


Não sei porquê, lembrei-me da Elis Regina quando cantava:


Minha dor é perceber
Que apesar de termos
Feito tudo o que fizemos
Ainda somos os mesmos
E vivemos
Ainda somos os mesmos
E vivemos
Como os nossos pais...

13 de janeiro de 2010

Há festa na cidade



Mas no meio da chuva e das incompreensabilidades pombalenses, há quem volte à carga que resolva (em tempos literalmente difíceis) dar animação à parte menos potencializada da nossa cidade. O pessoal que no ano anterior reergueu o Santo Amaro está de regresso. Espero não deparar com quaisquer aproveitamentos deste evento, mas apenas com reconhecimento daqueles que se dedicaram abnegadamente a dar vida a uma Praça realizando uma festa, aparentemente com conta, peso, medida e abrangência.

E desde já acrescento que uma minha eventual ausência se deverá sempre ao facto de estar iminente o aparecimento de mais uma pequena pombalense.

17 de janeiro de 2009

Quem anda à chuva, molha-se


Quem se propõe a fazer alguma coisa está sempre sujeito ao aplauso e à crítica. Políticos, activistas sociais, artistas, dinamizadores culturais, todos se queixam de ser mal interpretados por aquelas que "nada fazem" e "só sabem criticar". Só quem nunca passou por isso é que não sabe como é...

Os jovens que, este ano, organizaram as Festas de Santo Amaro estão de parabéns pois conseguiram reavivar as comemorações pagãs da mais importante festa religiosa da cidade.
A opção pelo kitsch, assumida publicamente com a criação do blog, foi concretizada por uma proposta que previa o convite ao artista Leonel Nunes. Paralelamente, a aposta incidia em grupos de Pombal, conferindo às festas um figurino muito interessante.

Quando vi o programa final fiquei, confesso, bastante desiludido. Não, não foi pela corrida de carrinhos de rolamentos; essa foi uma boa ideia. Fiquei desiludido pois penso que se perdeu uma grande oportunidade de marcar a diferença em relação ao que toda a gente faz. Se a ideia inicial era o kitsch, o resultado final foi pimba. Toy e Mónica Sintra? Se havia dinheiro para gastar, porque não ser mais inventivo?


Em Tomar, na aldeia de Cem Soldos, os jovens do Sport Clube Operário local organizam, no Verão, o festival Bons Sons. Também são jovens, também têm poucos apoios, também se queixam de não serem compreendidos. No entanto, o programa que apresentam é surpreendente e tem sabido cativar visitantes de todo o país.


Até domingo!

15 de janeiro de 2009

'tá de chuva

mau tempo, portanto, para as festas de Santo Amaro. Parece que a turbulência se fez sentir com intensidade ontem mesmo, com trovões que se ouviram até dentro do Arquivo Municipal. É verdade que a Praça não deveria propriamente servir para recinto de feira popular, com carrosseis e barracas de farturas. Mas o esforço e a dedicação da malta mereciam outro tratamento, que não a zanga e a ira do todo-po deroso. Aprendemos todos os dias, não é meninos?

12 de janeiro de 2009

O verdadeiro serviço público


É este. Ainda assim por mal menor, já que é em prol das festas de Santo Amaro e o povo precisa é de festa, que isto anda tudo com ar deprimido. Tive uma sensação de dejà vu quando abri o mail. Porque será?

20 de maio de 2008

Um grupo de bons rapazes

Parece que vai organizar as Festas de Santo Amaro. Fiquei a saber através do Pedro Pimpão, e pelos vistos vamos poder acompanhar os desenvolvimentos aqui. Mais uma vez lá estão eles a confirmar a minha teoria sobre a geração de bons rapazes que anda por aí. E que qualquer dia chega aos 30 sem se estragar. Numa época em que abundam as figurinhas tristes e onde a mediocridade é elevada à categoria de maior importância, podemos sentir estes sinais como um bálsamo.
Ainda assim, o melhor é não fazerem muito alarido, não vão (também) estas festas tornarem-se apetecíveis para o portefólio da super empresa municipal.