"E na epiderme de cada facto contemporâneo cravaremos uma farpa: apenas a porção de ferro estritamente indispensável para deixar pendente um sinal."
26 de janeiro de 2026
Do negócio de porcos à porca da política
13 de fevereiro de 2025
Marcelo veta desagregação das freguesias
A agregação das freguesias foi uma farsa improvisada pelo governo da PaF - Passos Coelho/Miguel Relvas - para enganar a Troika. Entretanto, a Assembleia da República resolveu reverter o processo, aprovando por ampla maioria a desagregação das famigeradas uniões de freguesia.
A agregação foi um acto tão vil como este, agora, da desagregação; ambos movidos unicamente pelo mais descarado oportunismo político, sem nunca atenderem ao primordial interesse do país, ao seu coerente e adequado modelo organizativo. Marcelo, como é seu timbre, não quis ficar atrás e compôs o ramalhete: vetou a lei por considerar que existe “falta de compreensão e transparência pública do processo legislativo” e “capacidade para aplicar … o novo mapa já nas eleições autárquicas de Setembro ou Outubro deste ano”. Há boas razões políticas para concordar ou discordar da medida, mas não me parece que os pretextos usados pelo presidente sejam minimamente razoáveis, porque julgo que toda a gente compreende o que está em jogo e a aplicação da norma é coisa lógica e natural.
Há em cada coisa aquilo que ela é, e que a anima. Marcelo é intriga, e entropia. O hábito da intriga desenvolve todas as fraquezas que são com ela solidárias. Marcelo tornou-se um empecilho do regime. Deixa um amplo contributo, se não para a obsolescência do regime, pelo menos para a demonstração da inutilidade do cargo que ocupa.
Nota de Rodapé: o veto tem o mérito de facilitar a vida às estruturas concelhias dos partidos. Em Pombal são menos quatro listas, menos cinco dezenas de candidatos onde está a ser muito difícil encontrá-los.
28 de maio de 2024
Louriçal Rico, Louriçal Pobre
A festa dos 31 anos de reelevação do Louriçal a vila foi um momento insólito: o presidente da junta está apostado em deixar o nome inscrito nas placas, agora que caminha para o final do seu último mandato, e por isso não há tempo a perder. Aproveitando a destemperada ideia desta Câmara de construir parques verdes em todas as freguesias (como se nas freguesias não bastasse manter cuidado o acesso ao verde, felizmente natural, e como se não tivéssemos ao abandono vários parques de merendas, a começar precisamente pela freguesia do Louriçal), ali se gastaram umas centenas de milhares de euros, porque o povo precisa de apreciar a paisagem. O povo, que não foi visto nem achado na "festa" de sábado, mas há-de continuar a pagar estes desvarios. O povo, que há dois anos não tem médico de família, mas pagou um Centro de Saúde de última geração. E agora paga, quando precisa, consultas numa clínica privada, lá na vila. É o conceito de progresso, que até deu nome à farmácia.
Não vamos aqui esmiuçar os quase750 mil euros ( 747.397,84 €, acrescidos de IVA) que Câmara e Junta esbanjaram ali. Ou os 65 mil que a família Rico Sofia (afastada há décadas do Louriçal) encaixou com a venda dos terrenos, tão pouco tentar compreender o que está por trás desta inusitada ação benemérita, que se traduziu em doar uma parte de um dos terrenos. O que aqui importa é refletir sobre aquilo em que o Louriçal se tornou. Na época em que um presidente-pavão-armado-em-figurão parece letra de forma, não bate a bota com a perdigota. Como é que uma freguesia tão rica em património, culturalmente tão relevante, chega a este estado de ramo de enfeite? Ao presidente da junta colou-se o da assembleia de freguesia (lá na terra o povo acredita que o segundo se prepara para substituir o primeiro), que embora colecione cursos e "livros", entre a pose e as medalhas, não conseguiu ainda disciplinar a junta no que toca à gramática e ortografia.
No resto, o que não tem remédio remediado está.
4 de abril de 2024
O estranho caso do eleito do PS que é do PSD
O caso é comentado há meses entre Albergaria dos Doze, São Simão e Santiago de Litém: Ricardo Francisco, eleito pelo PS na Assembleia de Freguesia daquela União de Freguesias, filiou-se no PSD. A decência mandaria que o rapaz - cabeça de lista dos socialistas nas últimas eleições autárquicas - abandonasse o cargo e fosse à sua vida. Em caso de lhe faltar esse valor, impunha-se que o partido lhe retirasse a confiança política. Porque o partido sabe disto há exactamente os mesmos meses em que o assunto é comentado. Mais: foi tema num plenário de militantes.
Não há muito a esperar de um partido que se permite ser humilhado sistematicamente por um presidente de junta (o da Redinha), que usa as cores e os meios do partido apenas quando quer voltar a ser eleito. Que não fora a denúncia, aqui no Farpas, de que se preparava para abalar da freguesia, teria feito as coisas à laia de regedor.
Mas quando o caso incomoda até os eleitos de outros partidos - como aconteceu na semana passada, quando Maria José Anastácio, da CDU, tornou o caso público - chegamos ao ponto de não retorno. O que espera o PS para lhe retirar a confiança política? De o ver num evento público do PSD, a apoiar o líder? Ah, espera, já aconteceu.
12 de novembro de 2023
Ele é que é(ra) o presidente da Junta
Está a ser um verdadeiro 'domingão' na freguesia da Redinha - apesar de não ter sido contemplada com a visita do camião da SIC. A esta hora ainda decorre uma reunião de urgência entre o executivo. Porquê? Porque o presidente da junta deixará de ser Paulo Duarte (mais conhecido por Silas) e provavelmente passará a ser o jovem Élio Sebastião.
Silas, o bom da fita, há muito que sabia desta possibilidade. Pelo menos a partir do momento em que se candidatou a um cargo profissional fora do continente. Ora, como acabou de ser colocado nessas funções, impõe-se que a junta tenha um presidente presente.
É claro que, sendo coerente com o desprezo a que votou o partido que o apoiou nas duas últimas eleições, não passou cavaco aos órgãos do PS. Que poderá finalmente (!) vir a ter uma freguesia sua.
23 de outubro de 2023
Sobe sobe, balão sobe
O presidente da Junta de Vermoil é um rapaz esforçado. Estou em crer que anda a pôr-se em forma para entrar na corrida autárquica em lugar melhorzito, mas isso logo se vê. Daniel Ferreira anda tão feliz com este 'golpe de asa' que lhe ocorreu para o Bodo das Castanhas que espalha a notícia por toda a parte. E onde não vai manda recado.
Não sabemos ainda quanto vai custar esta brincadeira aos cofres do erário público (sim, vai custar muito dinheiro, pois que basta consultar os preços deste tipo de evento para perceber que só em Vermoil é que a festa se faz por cinco euros, ao preço da uva mijona). Mas isso também não interessa nada. O que importa é ver o povo contente, por instantes: O balão vai subir cerca de 30 metros e descer, logo a seguir. Alguma vezes, tantas quantas puder, entre as 14 e as 16 horas. A sensação será parecida com aquela que temos numa qualquer roda gigante da feira de Maio.
Mas podemos sempre fazer de conta e imaginar Vermoil com laivos da Capadócia.
Podemos fechar os olhos e imaginar uma Junta preocupada em criar qualquer coisa com substância para preservar a melhor marca de feiras que há neste concelho - o Bodo das Castanhas - em vez de soprada pela espuma dos dias. Imaginarmos uma freguesia preocupada com o envelhecimento e o despovoamento. Enquanto isso, escusamos de apanhar bonés.
26 de setembro de 2023
Das crises existenciais nos órgãos autárquicos
Vai uma trapalhada político-jurídica na Assembleia de Freguesia de Abiul, por causa das sucessivas faltas por parte de um membro do PS - em substituição do eleito Manuel Silva.
Talvez estejamos a abrir aqui a caixa de Pandora.
16 de fevereiro de 2023
Tudo normal, em Pombal Ocidental
Dado o alarme, as televisões foram às Meirinhas falar com o “presidente da junta”. Ficaram a saber que foi tudo normal…!
8 de fevereiro de 2023
A Lusiaves deu mais um passo
Pé-ante-pé, a Lusiaves deu um passo importante na viabilização da instalação de uma grande unidade de processamento de carnes na periferia da área urbana da Guia: aprovação do Pedido de Informação Prévia. Não é um passo decisivo, mas consolida direitos.
Se houvesse vontade política e respeito pelas legítimas preocupações da população o avanço do processo poderia ter sido travado. Mas o executivo municipal não o quis fazer, não mexeu uma palha para harmonizar interesses divergentes perfeitamente harmonizáveis, reduziu a sua acção ao papel meramente burocrático-administrativo de reunir os pareceres e despachar a coisa. A postura do Pedro, neste caso e noutros parecidos, soa profundamente estranha. Correm duas teorias explicativas distintas, mas complementares, para esta forma de actuar: o Pedro é isto; há “eminência-parda” por detrás dele.
Para além da contestação pública, o processo está cheio de engulhos jurídicos que deveriam ditar outro tipo de postura e responsabilidade dos decisores políticos. Mas de onde não há não se pode tirar – como já dizem, à boca cheia, os correligionários.
Esperam-se novos desenvolvimentos. "A Guia aos guienses".
27 de novembro de 2022
A democracia é uma chatice, fregueses
Depois da famigerada "auscultação" aos eleitores das duas Uniões de Freguesias do concelho, aconteceu o inesperado: enquanto no Oeste - que viveu o processo a ferro e fogo - a votação acabou por ser por unanimidade (!), em sede da assembleia de freguesia, já na Alitém o caldo entornou. Primeiro foram as ausências de vários membros da bancada do PSD, que assim se escusaram à votação, depois ela lá acabou por acontecer, arrancada a ferros, por maioria, com um voto contra e uma abstenção, e perante a notória azia da maioria do executivo.
Vale a pena recordar aqui que num e noutro caso a participação do eleitorado foi baixíssima, mas quem se dignou ir às urnas foi lá dizer que quer a desagregação. Quer voltar a ser freguês de Albergaria, de São Simão, de Santiago de Litém, da Guia, da Ilha e da Mata Mourisca. Mesmo que nada volte a ser como dantes: que o Centro de Saúde não reabra, nem a farmácia, nem a escola...
Até 5 de Dezembro o processo tem de estar concluído e entregue à Assembleia Municipal de Pombal, que há-de então pronunciar-se. Venha de lá essa sentença.
19 de setembro de 2022
A vitória de Pirro que aconteceu no oeste
Ao cabo de vários meses de uma acesa campanha - encabeçada sobretudo na Guia, onde alguns não estão para ser governados por bastardos da Ilha ou da Mata Mourisca, sobretudo depois dos resultados das últimas eleições autárquicas - a população da União de Freguesias do Oeste foi chamada a responder SIM ou NÃO quanto à desagregação das três freguesias, que desde 2013 formam uma só. Toda a gente sabe que aquela união foi colada a cuspo. Não admira por isso que os poucos fregueses que se dignaram sair de casa para expressar, numa urna de voto, o seu parecer - que não será vinculativo, mas é indicador - tenham maioritariamente dito que sim, querem voltar ao que eram: cada uma das freguesias por sua conta. Nunca saberemos o que pensa a maioria da população, porque cerca de 70% dela não se manifestou.
O que nos dizem, então, estes resultados, com evidentes leituras políticas? Primeiro, que o povo se está esmagadoramente nas tintas para este processo. Depois, que esta é uma derrota clara dos políticos envolvidos. E não admira. Afinal, todos ali já defenderam uma coisa e o seu contrário, a começar por Manuel António, o ex-presidente da Junta da Guia e "pai" da agregação, agora desenganado com o processo, passando por Gonçalo Ramos, que desta vez quis passar entre os pingos da chuva, mas em 2017 chegou ao poder com discurso e promessas de reversão da agregação. Do PS nada. Até hoje, não sabemos o que pensa sobre o assunto. Ora, como mostram os resultados que dão ao Sim esta vitória de Pirro, só mobiliza gente para votar quem tem mensagem e diz ao que vai. Mesmo que seja pouca, mesmo que doravante só traga dissabores.
Continuamos para bingo, que a malta precisa sempre de andar entretida, e o tempo das festas acaba no São Mateus de Soure.
9 de agosto de 2022
Linguagem de guerra
É comummente aceite que a linguagem e a arte antecipam os movimentos sociais, nomeadamente os grandes conflitos.
No conflito a Oeste a linguagem já é de guerra. Já se passou da agregação para a anexação (de freguesias).
Já agora: quem é que quer anexar quem?
27 de junho de 2022
Pregar conforme a freguesia
2 de junho de 2022
Vamos brincar à caridadezinha?
7 de abril de 2022
Tripoli, a febre do 'ouro branco' no Louriçal
24 de janeiro de 2022
A Felicidade está nos detalhes
Diogo Mateus fez a sua primeira aparição pública desde que deixou de ser presidente de Câmara. Aconteceu ontem, na inauguração do Lar da Felicidade, nas Meirinhas, onde esteve presente a convite da direcção daquela IPSS. E isso confirma que são exageradas as notícias da sua morte política.
Observando as fotos, e lendo as notícias que dali resultaram, percebemos que toda a cerimónia foi farta em fenómenos. Numa terra abastada, em que até o Lar de Idosos se chama Felicidade, não podia ser de outra maneira.
30 de dezembro de 2021
Notícias de Vermoil - edição digital
Não, ainda não é o regresso do jornal que a Junta de freguesia editava. Socorro-me do nome desse prestimoso título para louvar o que acontece naquela bela localidade: coisa básica - as sessões da Assembleia de Freguesia são transmitidas online, de modo que toda a gente pode assistir a elas. É assim agora, em tempo covid, mas já era assim antes disso. Se a memória não me falha, é caso único no concelho de Pombal. Já ia sendo tempo dos restantes autarcas seguirem o exemplo do presidente Daniel Ferreira, e perderem o medo de abrir a cortina para que toda a gente possa ver o que acontece nas reuniões que - pasme-se - são públicas. Curiosamente, os casos mais gritantes de oposição a esta abertura, num passado recente (último mandato) foram dois comunicadores natos: Gonçalo Ramos, no Oeste, e o nosso super Pimpão, que enquanto presidente da Junta de Pombal se opôs à proposta defendida pela eleita do CDS.
Voltemos a Vermoil. A reunião da Assembleia confirmou aquilo que já aqui dissemos anteriormente: o problema do actual executivo está dentro de casa. Ilídio Manuel da Mota, ex-presidente da Junta e da Assembleia, foi à reunião para imprimir o tom de formalismo que a presidente da mesa não foi capaz de gizar. Porque formalismo requer seriedade, e dessa junção já não resultaria o tom amistoso e tratamento "à vontadinha" que parte as pernas à oposição e redunda no espírito colaborativo que a malta gosta. A tal da "crítica construtiva", de que aqui tanto ouvimos falar. Ainda assim, não fazia mal à maioria dos eleitos locais que chegaram agora às funções frequentarem uns cursos rápidos, que os há online, para terem noções básicas do que são os regimentos, as ordens de trabalhos, as aprovações por minuta...
À falta disso, Ilídio Mota deu uma breve explicação. E deu também orientações à Junta do que reclamar junto da Câmara (podem ver aqui, na gravação online), pouco crédulo no êxito de um orçamento para uma freguesia daquelas, no valor de... 600000€....
2 de novembro de 2021
Centro Escolar de Vila Cã – história de uma negociata
Quando, em 17 de Junho de 2020, aqui postei o escândalo da construção do Centro Escolar de Vila Cã, que vai desde a aquisição do terreno, e todo o processo que se seguiu, passa pela localização do edifício e vai até à sua utilidade, poucos acreditaram em tamanha trapalhada.
O Edifício, já inaugurado, está lá e diz tudo sobre o tipo de (des)governação que por cá vamos tendo. Mostra até à saciedade a incompetência, o desleixo e a falta de senso da classe política local (poder e “oposição”).
Entretanto as partes foram chamadas a tribunal. E o juiz, perante os factos, deu como provado que a parte do terreno que a câmara reivindicava, com base no contrato e na matriz (posteriormente corrigida), pertence – sempre pertenceu - ao vizinho (ao queixoso). O novo vereador das Obras Particulares – Pedro Navega –, com certeza instruído pelo ex-titular do cargo (o Obras Tortas), ainda se esforçou por defender a posse de 6540 m2 adquiridos e pagos pela câmara; mas logo ali, perante as evidências (nomeadamente as cartas militares da zona), Pedro Pimpão o desautorizou, ao reconhecer razão ao queixoso e ao firmar acordo em que assume que a câmara comprou e pagou o que, em boa parte, não existia.
Estou convencido - porventura erradamente - que se o vereador Navega tivesse ido ao local observar a geometria e os limites dos terrenos jamais defenderia em tribunal ou fora dele que metade do quintal do vizinho pertencia à câmara. Se não foi ao local antes de ir depor ao tribunal é, com certeza, tão insensato e/ou desonesto como o Obras-tortas.
Terminada esta litigância com o dito acordo, logo o presidente Pimpão anunciou que vai comparar mais terreno para concluir a obra e apresentar queixa contra o vendedor do terreno, exigindo-lhe indemnização. Talvez uma boa oportunidade para se saber quem enganou quem, ou se ninguém foi enganado.
Assim segue a nossa (des)governação: de trapalhada em trapalhada e de processo em processo. Com a “oposição” a assistir, à espera de rebotalhos ou de cumprir a sua agenda pessoal.
Adenda:
O vereador Pedro Navega fez-me chegar o seu
desacordo em relação ao que afirmei sobre a sua participação no acordo com os
queixosos.
A bem da verdade aqui ficam os esclarecimentos/correcções
que se impõem. Assim, o acordo firmado em tribunal teve três actos:
Primeiro acto: uma reunião na câmara, na antevéspera
da sessão no tribunal, entre os queixosos, o vereador e o presidente, na qual o
vereador defendeu, com base nos papéis, e com os mesmos argumentos do seu
antecessor a anterior posição da câmara.
Segundo acto: uma reunião no local, sugerida pelos
queixosos, com o vereador, onde este percebeu e mostrou anuência em relação à
posição dos queixosos.
Terceiro acto: formalização do acordo depois de esclarecidas
as últimas dúvidas com a apresentação das cartas militares autenticadas.
Depois de melhor conhecida a cronologia e conteúdo
dos factos alguns comentários (a maioria colocada de forma condicional)
continuam a fazer sentido e outros não.
O que não fez sentido nenhum foi litigância com o vizinho/queixoso. Foi sempre esta a minha posição neste absurdo litígio.
20 de junho de 2021
“Arte” bimba
Hoje, a classe política local entreteve-se em Abiul com a inauguração de um Memorial ao Bodo – “peça criada em colaboração com a Tertúlia Berço da Tauromaquia com a coordenação artística do professor e escultor Fernando Freire” – reparem bem na parceria.
O voluntarismo e a vacuidade atroz que tudo isto representa expõe a pobreza de um povo, pobre, que desbarata recursos sem qualquer benefício que não seja os fugazes momentos de palco dos protagonistas.















