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28 de abril de 2022

Politiqueiros em acção

Hoje, reuniram-se meia dúzia de pimpões nas Meirinhas para, dizem eles, arregimentar a população para exigir junto da Infraestruturas de Portugal – do Governo - um nó de acesso à autoestrada A1, na fronteira entre as Meirinhas e o Barracão.



Para estas cabecinhas voadoras basta desejar uma coisa para ela se tornar possível, útil ou virtuosa. Estes escravos da acção não estudam, não analisam e não quantificam nada. São politiqueiros da tentativa erro, usualmente do erro, que raramente percebem os problemas e nunca acertam nas soluções.

Centrem-se no óbvio, cabecinhas voadoras.


1 de março de 2021

Advinha, advinha…

Quem é, quem é, o presidente de junta amigo e exemplar (e a equipa maravilha), que tem sempre dinheiro para o folclore e para a propaganda mas não paga o seguro das máquinas (e leva multa)? 



2 de outubro de 2020

A pedra é o que mais ordena

Henrique Falcão levou à AM a maior aberração rodoviária na cidade: os camiões das pedreiras que circulam por dentro da cidade - quando podem usar facilmente o IC8.

Levantei o problema, aqui, há dois anos; com forte contraditório do pessoal que vive do negócio da pedra.

De lá para cá, tudo na mesma - o negócio da pedra é o que mais ordena.

Pois é, presidente, o problema é no terreno.

11 de novembro de 2018

Olha os camiões



De manhã, a EM 237, entre o cruzamento para o Barrocal e o Alto do Cabaço, parece um comboio humanitário das Nações Unidas, mas com camiões carregados de pedra.
Diogo Mateus gaba-se, sistematicamente, que a rotunda do Alto do Cabaço veio facilitar a vida aos automobilistas. É verdade para uma (pequena) parte deles. Mas veio facilitar muito mais a vida aos seus amigos da pedreira, que agora entram directamente no IC2 sem parar. Por isso, a via, na prática, não foi requalificada para ser devolvida aos peões, foi para facilitar a vida aos camionistas da pedra (apesar de terem uma boa via sem passar por dentro da cidade).

2 de outubro de 2018

O caso dos Malhos não foi um deslize, é a praxis

D. Diogo ainda mal tinha acabado de fazer um exercício presunçoso de moralismo cristão, aproveitando a tragédia recente, onde se esqueceu de colocar o espelho à sua frente enquanto falava, quando foi questionado sobre o indigno comportamento do seu vereador no caso dos Malhos.
Um político sensato, coerente, respeitador do outro, demarcava-se do comportamento do seu vereador, justificava-o como uma precipitação momentânea e rematava a coisa com o bom princípio e a boa prática da câmara para estes conflitos. Não o fez. E ficámos a saber – muitos já o sabíamos – que D. Diogo subscreve a acção, que o exemplo veio de cima, e que o pobre vereador agiu mais pelo exemplo do que pela sua consciência. 

19 de setembro de 2018

Incoerências no trânsito

A câmara requalificou(?) a EM237, entre o Alto do Cabaço e o Barco: passeios, ciclovia, estreitamento da via, muitas lombas e passadeiras. Finalidade: devolver espaço às pessoas e reduzir/limitar a circulação automóvel. No entanto, os camiões - nomeadamente os das pedreiras - continuam a poder usar a via, apesar de existir uma via alternativa próxima. Alguém compreende isto?

19 de julho de 2018

Maldade de um cara-de-pau


Dia 2 de Julho, um cidadão dos Malhos, indignado com o péssimo estado da Rua Principal dos Motes e com a indiferença da câmara perante os vários protestos dos aí residentes, decidiu: partir uns ramos de eucalipto; espetá-los nas crateras da via; e publicar o feito no facebook. Inspirou-se, com certeza, nos desordeiros autarcas cá da terra, que, com D. Diogo à cabeça, realizaram, em Março de 2017, uma manifestação contra a falta de segurança no IC2, recorrendo a recursos e equipamentos públicos, onde tentaram, e conseguiram, cortar o trânsito no IC2, apesar da oposição da GNR.
Na semana passada, a GNR recebeu um e-mail do vereador Pedro Murtinho com uma queixa contra o cidadão dos Malhos. Actuou prontamente: abordou o indignado cidadão na sua residência; identificou-o; autuou-o em 300 a 1500€ por “infracção à liberdade de trânsito”; e notificou-o a comparecer no posto a fim de prestar depoimento no processo criminal instaurado.
Se fossemos todos iguais perante a lei – como esta estabelece – a GNR tinha actuado com os autarcas cá da terra como actuou na semana passada com o cidadão dos Malhos: tinha autuado e processado a generalidade dos políticos cá da terra e umas dezenas dos seus mais acérrimos defensores que os acompanharam na desordeira manifestação. Mas desenganem-se - ainda não somos todos iguais perante a lei. Continuamos a ser uma comunidade estratificada em mandantes e mandados, poderosos e fracos, privilegiados e desprotegidos, alinhados e desalinhado com o poder, gente de sangue azul e gente de sangue vermelho, etc. É nesta dicotomia social e neste caldo de cultura que as assimetrias se cavam, que os poderes fácticos medram, que a hegemonia se acentua, que o autoritarismo se instala, que até o beato Murtinho bufa. O poder instalado tem um cunho persecutório; se as polícias e os tribunais alinharem com isto (e estão a ser arrastadas) estamos lixados.

13 de abril de 2017

27 de março de 2017

Da nunca vista aventura de D. Diogo na pele de desordeiro

Na sua luta constante para decidir o que vai parecer; Dom Diogo decidiu que hoje encarnaria a figura do desordeiro. Não é o que ele vai ser; é simplesmente o que, por momentos, lhe interessa parecer. Vai daí juntou-se ao beato Ilídio e ao sorumbático Avelino na marcha lenta no IC2.
Que o beato Ilídio, que dentro de meses será um zero sem número, coloque a máscara de arruaceiro para disfarçar a brandura leitosa e a espinha-mole, que condenou a vila de Vermoil ao maior marasmo que por cá se encontra; aceita-se.
Que o pobre Avelino arrebite antes do toque a-finados, clamando por meia dúzia de rotundas, quando andou por cá calado e com o rabo entre as pernas; compreende-se, também.
Mas poucos esperavam ver Dom Diogo - figura distinta, grave e majestática – no papel de prevaricador, de desordeiro, de vilão, de falso virtuoso; num desvaneio sem grandeza nem alma, e sem povo; montado e executado com uso abusivo de recursos públicos por comadres-homens sem despudor.
Depois, custa ouvir os protagonistas em directo; cada espírito no seu timbre: Dom Diogo na pose grave, fala gravemente, como orador e não como pensador, para si e seus ouvintes; o beato Ilídio, na pele do falso agitador,  mais oco que dantes, o que debita sai-lhe opaco e amortecido, carregado do eco do grande vazio; e o Avelino, que mal crê em si mesmo, fala porque tem que falar, quer mais rotundas.
Tudo tão pequeno, tão adulterado, tão insincero, tão azedo. Perdoai-lhes Senhor; e dai-lhes penitência severa.

Ilídio em marcha lenta


Os autarcas do concelho de Pombal, liderados pelo Presidente da Junta de Freguesia de Vermoil, Ilídio da Mota, tomaram a iniciativa de realizar uma marcha lenta no IC2, entre as Meirinhas e a Redinha, como forma de reivindicar melhoramentos nessa via.

É verdade que considero justa a reivindicação. Em Novembro de 2009, aqui no Farpas, manifestei publicamente o meu apreço pelo facto do Eng. Narciso Mota ter estabelecido como prioridade essa luta junto do Governo. Na altura (conforme lembrou Edgar J. Domingues), os laranjinhas acusavam o  então Governo de José Sócrates de “não ter sabido definir prioridades em termos de execução de obras mais prementes em termos de segurança rodoviária”. O próprio Ilídio da Mota questionou no Farpas (em 2009 ainda podia) a inércia das entidades públicas.

Em Fevereiro de 2014, em pleno governo do PSD/CDS, a questão do IC2 voltou a ter destaque neste blogue pela circunstância do deputado Pedro Pimpão, que era membro do grupo de trabalho da Segurança Rodoviária na Assembleia da República (não sei se ainda é), ter defendido a requalificação urgente da via. Esse parecia ser o momento certo para os autarcas pombalenses tomarem uma atitude firme. Não é todos os dias que se tem um primeiro-ministro tão amigo e um deputado tão bem posicionado. Pergunto: onde estava o ilustre presidente da Junta de Vermoil nessa altura? A dar largas à sua verve no facebook ou a tomar acções concretas junto do Governo e da Infraestruturas de Portugal? 

Os cortes de estradas, as marchas lentas, os boicotes eleitorais são iniciativas que se justificam quando praticadas por cidadãos que estão longe do círculo do poder, cuja voz dificilmente chega aos ouvidos de quem manda. Já não se entendem quando promovidas pelos autarcas de um dos concelhos mais laranjas do país, com deputados eleitos, depois de anos a privar com as mais altas instâncias governativas. Esta iniciativa apenas serviu para mostrar que os nossos eleitos gerem o concelho a duas velocidades: em marcha lenta, quando o país é governado pelos seus correligionários, e em marcha atrás, quando o inimigo político está no poder. 

13 de março de 2017

Obras tortas

O Príncipe e os seus apaniguados andam inchados com a rotunda do Alto do Cabaço, no IC2, que passou a ser a obra do regime, substituindo o CIMU – Sicó - o malfadado mamarracho . Quando se comemora a construção de (mais) uma rotunda na principal estrada nacional, paga com o dinheiro dos pombalenses, está tudo dito sobre os decisores locais.
A rotunda beneficia uma pequena parte dos automobilistas, os que circulam na EN237 na direcção Leiria; mas prejudica a esmagadora maioria, os que circulam na IC2.
Mas pior do que a rotunda, é a solução para o entroncamento entre a EN237 e a Rua Carlos Alberto Mota Pinto (junto à Estação de Serviço). A EN237 foi desclassificada - passou a EM – e tem funcionado como a única variante à cidade, permitindo, a Norte, contornar a cidade e fugir ao trânsito interior. Com o novo figurino, o trânsito que circula na EN237 em direcção ao Alto do Cabaço e pretende entrar na cidade, tem que entrar no IC2 e fazer a rotunda, obrigando à paragem do trânsito no IC2, nos dois sentidos.
Pergunta-se: como é que as Infraestruturas de Portugal aceitaram esta aberração? Olharam só para o projecto da rotunda ou limitaram-se a seguir o ditado popular: em cavalo dado não se olham os dentes. A investigar… 

7 de fevereiro de 2017

Politiqueiros da insegurança no IC2

O título do Diário de Leiria soa a alarme: “Pombal: autarcas fazem ‘ultimato’ para exigir obras no IC2”. A notícia reforça o toque a rebate: “as juntas e a câmara municipal deram um prazo, até final do mês, à empresa Infraestruturas de Portugal (IP)…. Caso contrário, estão dispostos a encetar uma “luta” com marcha lenta e outras iniciativas de “maior força””.
O deputado Pedro Pimpão – o grande reivindicador das obras – afirma que é “uma causa que nos une a todos”. Não lhe passei procuração para falar por mim. Compreendo-o, e não o censuro por me incluir no molho: é um exageradão, vive da ressonância.
Não nego que o IC2, nomeadamente no troço que atravessa o concelho, precise de obras. Todas as estradas, todos os anos, precisam de obras. Nego é que seja insegura (ou, melhor dito, menos segura que o resto da via) e que seja o grande problema de Pombal (temos tantos, infelizmente) ao ponto de exigir um toque a rebate.
Utilizo o IC2, todos os dias, no troço Pombal – Leiria. Considero-a uma via segura e relativamente fluída para o volume de trânsito que a procura. Podia ser mais segura? Podia. Mas mais segurança implicará, sempre, perca de outras valências. Podia ser mais rápida? Podia. Mas maior rapidez acarretará, sempre, mais dificuldade de acesso. Tenho muitas dúvidas que as populações que vivem nas imediações da via desejem limitações no acesso e no atravessamento da via. E sejamos sérios: mais segurança obrigará a isso. As recentes alterações no IC2 têm dado primazia total ao veículo automóvel; e, por vida disso, a colocação de separadores centrais, forte redução do número de acessos e cruzamentos, e proibição dos motociclos e bicicletas. 
Uma intervenção profunda no troço que atravessa o concelho, dando primazia total à segurança, não é uma prioridade para o concelho, e tenho muitas dúvidas sobre os seus benefícios globais.

2 de dezembro de 2016

E a Segurança, Pedro

“Este executivo não sabe fazer obras” - Narciso Mota farta-se de o afirmar, e pelos vistos, com razão. A construção da rotunda no Alto do Cabaço no IC2 é o exemplo maior. Nasceu mal, progride mal e sem fim à vista. O executivo nunca deveria assumir a responsabilidade pela obra – afirmei-o aqui -; mas, já que se meteu a fazer o que não lhe era devido, que o fizesse bem.
O executivo foi alertado na AM, pelo seu chefe de bancada, para os incómodos e os problemas de segurança que a obra causaria; e o presidente da câmara comprometeu-se a tudo fazer para minimizar os transtornos e a fazer a obra no mais curto prazo possível. Não cumpriu: não fez nada para minimizar os transtornos, nem se preocupou em fazer a obra num prazo curto – 300 dias é uma exorbitância e não vai ser cumprido. Uma amiga, que viaja muito, dizia-me que “no Dubai já tinham feito cinco arranha-céus”; e “em países que classificamos de atrasados fazem-se obras como esta, mais depressa e com mais segurança”.
As condições de segurança na obra são muito deficientes, e só por mera sorte ainda não houve acidentes graves. A situação é especialmente gravosa porque, com o encurtar dos dias, as obras decorrem, em parte, de noite, sem qualquer adequação das condições de trabalho e da circulação rodoviária. O Plano de Segurança e Saúde (PSS) da Obra não está a ser correctamente implementado e não foi, com certeza, adaptado do período de Verão para o período de Inverno - falha grave.

A CMP, como Dono da Obra, tem responsabilidades acrescidas na segurança em obra; não pode permitir que as circunstâncias da execução se sobreponham à segurança na obra, mas é isso que parece estar a acontecer. Na câmara, são conhecidas as divergências entre o Coordenador de Segurança e o vereador, porque a premência na execução das obras está a comprometer a segurança das mesmas. Espera-se que a pressa em ter as obras prontas, para a data das eleições, não acarrete nenhum acidente grave. Mas era bom que o vereador e o responsável pela segurança tivessem consciência de que, em caso de acidente grave, por não implementação e adequação do PSS, serão responsabilizados criminalmente.

20 de junho de 2016

Não é a favor, é a desfavor de Pombal

O normal – e correcto – é as câmaras fazerem as obras que são da sua responsabilidade, e deixarem para o governo as que são da responsabilidade deste.
Mas há câmaras que conseguem inverter isto a seu favor: para além de pressionarem o governo a fazer obras que são da sua responsabilidade, conseguem que o governo faça as grandes obras que são da responsabilidade da autarquia.
Depois, há o caso (especial) da câmara de Pombal que subverte as regras a desfavor do concelho: não faz as obras que são da sua responsabilidade, e oferece-se para fazer - e pagar - as obras que são da responsabilidade do governo.

Nem tudo é normal em Pombal Ocidental…

17 de fevereiro de 2016

Câmara a mais e oposição a menos

A regra geral na alocação de recursos - seja nas entidades públicas, nas empresas ou nas famílias - é haver mais necessidades do que recursos. Nas empresas e nas famílias encontramos excepções (Microsoft, Bill Gates ou Cristiano Ronaldo) que devem ter dificuldade em encontrar necessidades a suprir e bens onde gastar o dinheiro. Pombal Ocidental, onde nem tudo é normal, é, também, uma estranha excepção à regra.
Dom Diogo é um privilegiado: dispõe de avultados recursos financeiros que transita de exercício para exercício porque, decerto, não descortina necessidades no concelho que governa. Vai daí, ávido de se mostrar grande fazedor, veste a pele de benemérito e distribui “esmolas” de milhões pelo Estado Central, Empresas Públicas, Hospitais, etc.
As câmaras têm direito a determinadas verbas do Orçamento de Estado e a recolher determinadas receitas porque têm determinadas obrigações a cumprir com a comunidade e os seus munícipes, no âmbito das suas responsabilidades. Aplicar os recursos da autarquia fora do âmbito das suas competências é uma violação grave da dos deveres dos órgãos autárquicos e uma violação das regras da boa governação que desvirtua a justa distribuição dos recursos. É não fazer o que deveria ser feito, para fazer o que compete a outros.
Compreende-se que numa situação de urgência a câmara substitua o Estado na contenção de um problema que afecta a comunidade. Mas não é aceitável que desvie vários milhões do orçamento da câmara para obras que competem à administração central ou organismos por ela tutelados. 
A administração dos recursos públicos tem regras. Que a oposição não apresente propostas alternativas – não seja alternativa – até se compreende, tal é o descrédito em que caiu. Mas que não fiscalize as regras básicas de aplicação dos recursos da autarquia, é demais!

1 de dezembro de 2015

O estilo rococó no urbanismo

Em Pombal, o urbanismo está a ser influenciado pelo estilo rococó. As obras no Barco são um (mau) exemplo do estilo dos ornamentos rebuscados. Fica, no entanto, uma dúvida: as preocupações da câmara são estéticas ou os ornamentos visam dificultar a fluidez do trânsito.
Nos últimos dias foram acrescentados vários ornamentos nas obras do Barco que só complicam a circulação. Uma superfície comercial de Pombal adoptou também o estilo rococó no seu parque de estacionamento, mas quando percebeu que os ornamentos incomodavam os clientes, removeu-os imediatamente. Aprendam. E não compliquem a vida às pessoas.
Simple is the best.

26 de novembro de 2015

Muito bem





A correcção da rotunda junto ao Caravela está em marcha. Como foram rápidos a reagir e a correcção não envolve grandes custos o Farpas não a contabilizará na rubrica Faz & Desfaz. 
O Farpas é amigo.

18 de novembro de 2015

Faz & Desfaz (III)

A CMP tem dinheiro em excesso e não sabe onde o gastar.

Vai daí, Faz & Desfaz & Faz. E assim, contribui, à sua maneira, para reanimar a economia.

Foto da PombalTV

Obras no Barco

As obras no Barco são como as obras de Santa Engrácia, começaram mas não se sabe como e quando acabam. Pelo meio, incomodam muita gente, e, no final, não é certo resolvam mais problemas do que acrescentam. O desenho das vias, das rotundas e dos acessos são de utilidade muito duvidosa. Não se compreende o exagerado estreitamento das faixas de rodagem (não é por falta de terreno livre) nem a geometria das rotundas e acessos. Reduzem a fluidez do trânsito e aumentam os riscos de acidentes. Pude confirmá-lo, ontem, quando me cruzava com um autocarro de passageiros na rotunda junto ao Caravela. Não colidimos porque (praticamente) parei. O autocarro, quando fazia a curva para sair da rotunda e entrar na via no sentido de Ansião, invadiu a minha faixa de rodagem. Mas desconfio que não tinha grande alternativa.
Corrijam enquanto é tempo.

4 de novembro de 2015

O Ilídio em estilo radical

O Farpas lá vai fazendo “escola”. O presidente Ilídio, de tanto nos ler, já revela um radicalismo inimaginável há uns tempos atrás. 
                    
Utilizo a IC2, todos os dias, ao longo de vinte anos,e ainda não vi crime nenhum. Mas fala quem sabe!
Força presidente Ilídio. Assim, talvez consiga retirar Vermoil do marasmo. Mas cuidado: o S. Pedro contabiliza estes deslizes de linguagem, e, no momento do juízo final, relembra-os. É melhor passar pelo confessionário.