Um eminente filósofo alemão advogou que a história repete-se, "primeiro como tragédia, depois como farsa" (O 18 de Brumário, de Luís Bonaparte, 1852, cap. 1). O recente episódio da requalificação do Jardim da Várzea vem dar-lhe razão. Depois da tragédia que foi a gestão do processo que culminou na encenação de consulta pública, assistimos agora à farsa do dissimulado interesse pelas opiniões dos pombalenses.
O caricato é que o comunicado autárquico só surgiu horas depois da Paula Sofia aqui ter denunciado a farsa. A Câmara Municipal de Pombal já não age; só reage. Está moribunda. E Diogo Mateus, o Tartufo, já não disfarça a sua condição de gato-pingado.

