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9 de julho de 2024

Do estado a que chegámos



Na semana passada houve eleições para os órgãos internos do PSD e do PS, os dois maiores partidos no país, e também (supostamente) em Pombal. 

Por aqui, a política partidária tornou-se desgraçadamente desinteressante - até para nós, aqui no Farpas. Mas o pior, plasmado no que aconteceu nesses actos eleitorais, é o desencanto que se instalou dentro dos próprios partidos: no PS não apareceu ninguém para se candidatar aos órgãos concelhios, no PSD o que apareceu é sintomático desse estado a que chegámos, como bem pode o leitor apreciar: quatro jotas passados do prazo, um presidente da junta que acha que pode chegar a vereador, e o inerente Pimpão. (Humberto é um senhor, e por isso não debandou, já). 

Depois da ‘folha de rosto’, aparecem os empregados da política, passados, presentes e futuros - um misto do gabinete de Diogo Mateus com o de Pedro Pimpão. Já a era de Narciso Mota ficou paradoxalmente guardada para aquele órgão denominado “Conselho Estratégico”. Tudo fresco e vivo para pensar (n)o futuro, devidamente separado do mundo rural, etiquetado de “conselho das freguesias”.

Ora, uma vez arregimentados todos, todos, todos (até o tresmalhado José Gomes Fernandes) sentimos aqui a falta de João Pimpão. Imperdoável. 

20 de outubro de 2019

A ditadura da felicidade


Ao ler a recente entrevista de Bárbara Wong do jornal O Público a Edgar Cabanas, psicólogo, investigador no Max Plank Institute for Human Development, em Berlim, e um dos autores do livro "A ditadura da felicidade", lembrei-me das conferências de motivação, dos Pedros Vieirasdos Drs Negrellis e de todos os que se deslumbram com os seus discursos bacocos. 

O livro apresenta-se como "uma crítica à forma com a felicidade é apresentada pela Psicologia Positiva, como esta se tornou numa indústria, a do bem-estar, e num negócio que movimenta milhões de euros. Mas esta é também uma forma de controlar a vida das pessoas, concentradas em si mesmas, não se preocupando com o que se passa à sua volta."

Numa altura em que os nossos autarcas vivem tão obcecados em vender a felicidade em comprimidos, dando eco a práticas que se revestem de uma linguagem e padrões estéticos científicos mas que, no fundo, não passam de mera banha da cobra, é importante ler quem ainda não perdeu a lucidez. Citando Edgar Cabanas: "mais importante do que impor a ideia de felicidade é dar ferramentas às pessoas para que compreendam que há que resolver os problemas políticos e sociais primeiro. Só assim poderão ser felizes." Assino por baixo.

10 de junho de 2018

...Afinal havia outra

O encerramento da Caixa Geral de Depósitos no Louriçal despoletou uma inusitada tomada de posição por parte de Diogo Mateus. É um tanto estranho vê-lo alinhar numa posição assaz musculada, e isso fez-nos soar campainhas. Talvez a chave para este enigma esteja na possibilidade  de ver outra Caixa encerrar balcões noutras freguesias do concelho, e com isto dar um sinal de que não anda aqui a brincar.
Na verdade, a Caixa de Crédito Agrícola pode parecer, mas não é a Santa Casa da Misericórdia (se é que a comparação tem ainda cabimento, nos tempos que correm). E depois de fechar as agências de Vila Cã e Santiago de Litém, há várias freguesias candidatas ao destino final, num quadro que atesta bem o desfalecimento do concelho-charneira. Passou um mandato, entrámos no segundo, e os investidores da América Latina nunca nos vieram salvar. Em rigor, depois da Derovo (ainda na década de 90) nunca mais se instalou aqui qualquer indústria de relevo. 
A agregação das freguesias só veio acelerar esse processo. Não é por isso de estranhar que a próxima vítima do fecho dos balcões seja a Mata Mourisca, freguesia-mãe do Oeste, onde o movimento pós-fecho do centro de saúde é quase nulo. A Caixa dá-se bem em qualquer terra (como diz o slogan), mas é preciso que a terra também se dê. E agora, Diogo? A Câmara também equaciona retirar as contas de lá?

27 de fevereiro de 2014

LEMBRAIS-VOS DO “AREIAS” DA CANÇÃO? ou (re)CLAMAR NO DESERTO


Às onze horas da manhã de sexta-feira, 7 de Fevereiro de 2014, o meu (e Vosso) Amigo Gonçalo Santos, do alto da Rádio Cardal onde há tantos anos trabalha tão bem, tirou uma fotografia que vale por todo um depoimento palavroso. Tal imagem vale bem e justifica bem as mil palavras que possa suscitar. Não se vê humana mosca na Avenida. Ninguém. Às onze da manhã de um dia útil, nem uma alma. Uns carros estacionados. Alguns lugares disponíveis para mais. Árvores magras sem uma sombra de folha. Nuvens carregadas a Oriente sublimando a invernia corrente. É uma gravura tremenda: porque dela ressuma o deserto, a desertificação, o despovoamento, a aridez – e a solidão gravosa de toda a província que se deixou comer pela soda cáustica da famigerada globalização. É preciso ter coração de pedra para não ficar com um nó na garganta e outro no peito. Onde está a humanidade desta nossa charneira? Que é feito do vulgar cidadão que ia ali às Finanças tratar do problema dele? Que é feito da senhora que à montra do Mário “Pneu” estudava uma mobília de quarto para a filha que se vai casar, em Agosto naturalmente, com um rapaz ali do Barrocal que se fez engenheiro em Coimbra? Que é feito do polícia em tranquila ronda? O David “Jornaleiro” tinha mesmo de ir para Abiul? Não há ninguém que aceite companhia para uma bica no Esquina? Por que não passa nenhum táxi? Caramba, é esta sexta-feira – e a vida sempre foi melhor às sextas, que me lembre.
Não se vê um cão público com suas pulgas privadas. Não se vê o bom Diogo Mateus acompanhadíssimo de investidores sul-americanos como os que nos foram prometidos nas abébias de campanha. Não se vê o bom Adelino Mendes a resgatar o PS de um buraco maior do que aquele que o senhor Carrilho anda a abrir há duzentos e trinta e sete anos na Sicó. Não se vê o furtivo António Jorge Calvete a abrir (mais) um colégio como quem escancara portas a (mais) um bazar chinês. Não se vê o sempre magnífico Adelino Leitão a refundar a Internacional Moscovita entre o Ramiro do Shopping e o Tó Mota da Viúva. Não se sente sequer a torrente oratória do civilizado doutor Armindo Carolino suspeitando (com razão) de que o buraco da Sicó não é local decente para a sede do PS. Nem sombra há do impecavelmente trajado doutor Luís Garcia a caminho do Arlindo da 2000 para ali usufruir da sempre perigosa proximidade de cavalheiros como o bom Alfredo Faustino e o engenheiro Francisco Faro. Não se vê nadinha, a ponto de eu me perguntar se isto não é, afinal, a terra de nascimento do José Feliciano, do Andrea Bocelli e do Stevie Wonder.
Podereis pensar que me estou a rir enquanto escrevo isto. Não estou. Muito pelo contrário. A fotografia do Gonçalo tirou-me as ganas de gozão. Ainda me aparece o Alegria-2 às canelas e/ou o Tarantola às lapelas – e depois é que são elas. Ando assim (sorumbático, encolhido, mirrado, enxovalhado quase) desde que o ti’ Ilídio fechou a Cardigo. Eu ia lá às sextas. Antes e depois de lá ir, era uma alegria. O Cardal ainda tinha gente. O João Faria ainda não pensava na Associação de Pais do Agrupamento da Secundária. O David ainda não tinha ido para Abiul. O Pedro “Chita” ainda tinha o Matrix e nem por sombras pensava em atacar os cordões à mochila e emigrar. E o Alfredo já era o “27” porque com facilidade havia mais 26 na rua.
As coisas estão a mudar para muito pior. Afinal o futuro era isto. Sempre quero ver o que é que a anunciada Pombal TV vai filmar. Se for filmar a pedreira, que se despache, que a serra é capaz de não chegar ao Natal. Se for filmar assuntos aqui mesmo farpeados, compromete a sua própria “credibilidade”, que é uma coisa que preocupa muito um jota veterano da nossa (triste) praça. Se calhar, o melhor mesmo é esse novo projecto (que aqui saúdo como boa-nova que é) se dedicar tão-só a registar as reuniões mensais da Assembleia Municipal. Com as devidas excepções, sempre seria dar coerência ao vazio: nem que seja pela cabal amostragem, salvaguardadíssimas as justas e honrosas excepções, deste ou daquele camelo, que é alimária que nunca falta em deserto que se preze. Ou a si mesmo se despreze, coisa que a fotografia do Gonçalo faz ver até ao Feliciano, até ao Bocelli e até ao Stevie Wonder.

9 de agosto de 2013

Já chegámos às Meirinhas, pois.


Um ano depois, a obra está praticamente concluída. Como bem sabe toda a comunidade, foi graças à denúncia farpeira que se pouparam uns cobres (qualquer coisa como 300 mil euros) aos cofres do município. Depois deste post, o homem sonhou alto e a obra nasceu. Está praticamente pronto o novo Estádio das Meirinhas, essa bela localidade.

21 de setembro de 2011

Arrenda-se!

DN de 19 de Setembro. Páginas 12/13. O Ministério da Justiça prevê poupar "uns trocos" com rendas que considera muito altas. Da lista (não muito extensa) consta "Pombal: Conservatória do Registo Comercial, com uma renda mensal de 3.799,50 €". Leram bem, é mensal, não é anual.

Para o país ficar melhor, não era preciso mais sacrificios. Nem sequer (pasme-se) mais competência. Tenho para mim que bastava mais seriedade.

Eu se tivesse voto num dos espaços comerciais (desertos, por vezes) da cidade, cedia o arrendamento de borla. E sobravam mais de 45.000 € para outra coisa qualquer... nem que fosse para "tapar um buraquinho do défice".

12 de setembro de 2011

Despesas enfim policiadas!

Policia Municipal "não, porque é cara"! Nada contra... para passar multas de trânsito, já temos os que temos, não são precisas fardas novas, de facto. O critério de recusar uma "despesa pública sem que isso signifique proporcionais benefícios para os cidadãos" é mais do que defensável. Devia ser obrigatório. E mais generalizado do que tem sido...

6 de agosto de 2011

Touradas

Citando na íntegra a RCP, e por lembrança do Alegria, cá fica a noticia deste protesto.
De resto, eu sou claramente contra as touradas, apoio o protesto, e vou tentar estar presente.

29 de julho de 2011

Ricos e Pobres

Segundo dados publicados esta semana, os mais ricos deste país estão cada vez mais ricos. As suas fortunas sobem aos milhões. Em compensação, os funcionários destes mesmos milionários estão cada vez mais pobres, ou porque ficaram sem emprego, ou porque lhes vão sacar metade do ordenado, ou porque o IRS não cessa de aumentar e as deduções de diminuir, ou porque se paga tudo cada vez mais caro...
Esta realidade não mora apenas fora do concelho: também "anda por aqui". E se a crise é (no dizer de muitos) inevitável, também o aumento das desigualdades o será?

19 de julho de 2011

Inquérito semanal

A politica de contratações da ETAP anda, no mínimo, curiosa. Destaca-se aqui o recrutamento de figuras da quase extinta "comunicação social local". Isto acontece porque:

A - A ETAP vai abrir um curso de comunicação social, e precisa de formadores nessa área.
B - Os favores pagam-se.
C - A Pombalprof pondera a criação de um grupo de comunicação social que garanta a autonomia e isenção das noticias divulgadas.
D - Trata-se de "amigos", e "se não ajudarmos os amigos, mal vai a nossa sociedade".

As respostas correctas garantem um bilhete para algumas actividades do Bodo!

12 de agosto de 2010

Uma tourada

A ser verdade o que conta Manuela Frias no editorial d'O Correio de Pombal de hoje, sobre a tourada em Abiul, batemos mesmo no fundo. Isto resvalou para o indecoroso. Mas desde que o povo continue a gostar...nada a dizer.
A mim - que não gosto de touradas - choca-me que uma carrinha da Junta se passeie, com altifalante, pelos lugares onde arderam casas no dia anterior, a anunciar um espectáculo (bárbaro, ainda por cima). A vocês não?

15 de junho de 2010

Andamos a brincar com isto


A face mais visível do concelho humanista e solidário é esta. Uma cidade, um único parque infantil. (Porque aquele compartimento criado junto ao jardim municipal é outra coisa). Entrincheirado entre carros e contentores de lixo, como a própria zona desportiva. De tudo o que me custa não ver em Pombal, é isto que mais me desgosta. Porque o meu filho e os amigos fizeram-se rapazes sem lhes ter sido dada a liberdade de correrem e jogarem à bola num pedaço qualquer de relva. Porque para a minha filha e para os amiguinhos ainda há esperança, mas já se perdeu muito tempo. Os anos passaram e tudo o que temos para os miúdos brincarem na rua é isto: dois escorregas, dois baloiços para os maiores, UM baloiço para os mais pequenos. Mais um combóio de madeira, uma mota e um carro saltitões.

É por isso que isto de gerir a causa pública é tão delicado. Porque crescer é uma coisa e desenvolver é outra.

8 de abril de 2010

Só se este estudo também não presta!

Eu já tinha dito mais ou menos isto, lá em baixo. Mas parece que eu é que era maluco. Agora são estes senhores que o dizem. Devem ser malucos, também...
A notícia está mais pobre que na edição radiofónica, mas destaco esta passagem:
"Segundo o estudo elaborado pelo ISCTE e pela Procuradoria-geral da República, 59 por cento dos arguidos em casos de corrupção, participação económica em negócio ou peculato estão ligados ao poder local."

22 de março de 2010

A rolha autóctone!

Eu ainda sou do tempo (apesar de ter pouco mais de 18 anos) em que mantinham actividade, em Pombal, quatro jornais e duas rádios. Eram O Correio de Pombal, O Eco, A Voz do Arunca e o Pombal Oeste, na noticia escrita, a Cardal FM e o Radio Clube de Pombal na notícia do éter. Junte-se-lhe uma delegação permanente d'O Diário das Beiras.
No presente, a Rádio Clube passa por momentos muito complicados. Dos jornais, restou apenas um "cheirinho" de O Eco (pouco mais que o nome, pois tudo o resto morreu), e uma versão "outlet" d'O Correio de Pombal, longe da actualidade e da correcção que já mostrou. Ficou o deserto, a aridez entediante, na nossa comunicação social de (em) Pombal. Porquê?
Aceitando outras opiniões, deixo-vos, contudo, a minha: quando o terreno não é fértil, não há nada que lá cresça. Meteram uns pedregulhos neste quintal, e deixaram-no estéril, em especial para a isenção. Dir-me-ão: "mas há boletins impressos a cores"! Pois é, pois é...

18 de fevereiro de 2010

Eu, abaixo-assinado...

... tenho a concluir que isto de abaixo-assinados tende a não dar em nada. Mesmo assim, lá vou teimosamente assinando e divulgando. No Louriçal, corre no momento um que visa exigir à EDP um trato diferente à população desta freguesia. Sem motivo aparente (em dias de bom tempo, sem chuva ou vento forte), chegam a haver 15 cortes de energia num dia (e mais!), causando incómodo e estragos nos aparelhos eléctricos.
Antes disso houve um outro abaixo-assinado que eu assinei e procurei divulgar o mais que me foi possivel. Por causa da estrada (chamar-lhe "estrada" não será correcto...) que liga o Louriçal às Cavadas. São 3 kms que deviam ser cortados, já que se teima em não se reparar aquele troço. Já por lá houve de tudo: mortes, despistes com carros mandados para a sucata, três acidentes na mesma semana... o abaixo-assinado seguiu para Junta de Freguesia e Câmara Municipal. Resultado? Nenhum. Continuam os acidentes, as queixas da população que não se sente ouvida, as frases já costumeiras "fulano-tal é que havia de lá partir os queixos"...
Se nem os que estão aqui perto, e que são eleitos pelo povo, ligam aos abaixo-assinados, serão os "senhores engravatados" da EDP, lá na capital, que nos vão dar ouvidos? Ainda assim, assino e divulgo. Teimosamente!

22 de dezembro de 2009

Cautelas e caldos de galinha!

Há cerca de 3 anos e 2 meses (não é uma efeméride, o número não é redondinho), Pombal acordou depois de uma noite pavorosa. Cheias como ninguém se lembra por estes lados. Mas não apenas em Pombal (cidade): toda a zona próxima do Arunca ficou um lago imenso.
Os estragos foram muitos. Sei-o bem, familiares meus ficaram com graves prejuízos. E se a "razão desculpabilizante" por muitos aludida - a de que foi muita àgua que, de repente, caiu dos céus que, no dizer do Sopas, nos querem castigar -, a verdade é que outras razões que agudizaram os estragos dependem da nossa acção. Da acção dos poderes locais, digo. Cimento onde não devia estar, e a faltar onde seria preciso. Leitos de rio estrangulados, estreitados para metade do tamanho que tinham há 15 ou 20 anos. Condutas de àgua mais baixas que o rio, que em caso de cheia, ao invés de escoarem àgua, a projectam para a zona das habitações.
Todo este tempo depois, com ou sem indemnizações (a anúncio de Adelino Mendes, na campanha, já terá sido materializado na necessária transferência), é bom que se tomem cautelas e caldos de galinha, mas principalmente que se procurem resolver os aspectos que falharam naquele final de Outubro de 2006. Não sejam novas cheias a lembrar-nos do que devíamos ter feito.
Nas etiquetas, vai também uma de "Urbanismo". À consideração dos ilustres comentadores...

11 de dezembro de 2009

Prioridades

No sábado passado o presidente do Benfica, Luís Filipe Vieira, visitou Pombal para inaugurar as novas instalações da Casa do Benfica (ainda alguém me há-de explicar para que é que estas "casas" servem...) e teve honras de chefe de estado. Foi recebido nos Paços do Concelho pelo vice-presidente da Câmara Municipal, Diogo Mateus, em representação do presidente Narciso Mota, e a notícia do mega-jantar realizado no Manjar do Marquês teve eco em toda a imprensa local e nacional.

No mesmo dia, Arlindo Araújo, que por acaso é meu irmão ("se não ajudarmos as pessoas amigas, mal vai a nossa sociedade"), recebeu a distinção de "Personalidade Desportiva do Ano", atribuída pela Agência do INATEL de Leiria, pelo excelente trabalho que tem feito na Escola de Judo de Pombal. Esse facto foi completamente desprezado, tanto pela imprensa local, que não lhe dedicou uma única linha, como pelo órgãos políticos concelhios. Ah, peço desculpa!... O senhor vice-presidente Diogo Mateus acabou por comparecer na cerimónia, tarde e a más horas, alegando como justificativo para o seu atraso o tal jantar do beija-mão benfiquista. Prioridades...

10 de dezembro de 2009

Hallmark Pombalense

O que gostei mais no Postal de Boas Festas da Câmara Municipal de Pombal (também para si, sr Presidente, pois claro) é quando, a dada altura, se refere a "decisões visionárias". Pois. Eu também senti uma perturbação na Força.

10 de novembro de 2009

Obviamente, reciclo-o!

... é o destino a dar a todo o lixo. Felizmente, o senhor presidente da Câmara também assim pensa, e por isso vamos amealhando prémios de "cidade limpa". Viva a reciclagem do que, aparentemente, já não presta!