1 de dezembro de 2014

Caixotes do Lixo junto às passadeiras


Dispõe a al. d) do artigo 49º do Código da Estrada que “é proibido parar ou estacionara a menos de 5 metros antes e nas passagens assinaladas para travessia de peões ou velocípedes”.
A razão de tal proibição reside na necessidade dos condutores das viaturas automóveis, por um lado, e na necessidade dos peões e ciclistas, por outro lado, poderem ter visibilidade na aproximação à passadeira ou à ciclovia e poderem evitar os riscos de atropelamento.

A Câmara Municipal, como entidade reguladora da utilização do espaço público por veículos na cidade, deveria ser a primeira a cumprir o Código da Estrada. Porém, coloca caixotes do lixo junto às passadeiras a obstruir a visibilidade, como sucede na rua Gonçalves Figueira.

30 de novembro de 2014

O Farpas continua a cumprir a sua missão

Andam por aí uns patetas ávidos de protagonismo que não tendo nada de relevante para dizer põem-se a anunciar o fim do Farpas. Não é nada que já não nos tenha passado pela cabeça e um dia destes terá o seu fim. Descansem os nossos seguidores e esperem sentados os nossos detratores: amanhã não será a véspera desse dia.
Apesar de o príncipe ter imposto um novo estilo, muito diferente do príncipe antigo, nomeadamente em relação ao Farpas, fazendo passar a ideia que nos ignoram, continuam a devorar-nos como ninguém.  
Na sequência do post de ontem à noite atualizaram de imediato o site da câmara.

Muito bem…

28 de novembro de 2014

Muita propaganda barata e pouca informação obrigatória

A CMP contratou um “assessor nos domínios da imprensa e cultura” que se limita a emitir a propaganda barata do acessório.
Mas, pelos vistos, não tem recursos para, atempadamente, cumprir o dever de informar a população sobre a qualidade da água. Desconhecem-se as razões da não publicação dos resultados da análise da água dos dois últimos trimestres. Mas, como continua a fornecer água com coliformes fecais (merda), suspeita-se que queiram encobrir a coisa.

Os munícipes, que pagam a água e o folclore, têm direito à informação e atempadamente. É verdade que desceram no ranking da transparência, mas não respeitar a lei é demais.

24 de novembro de 2014

L`Etat c`est Moi

Que importam as escolhas livres da comunidade educativa, a lei e a autonomia das instituições? Se L`Etat c`est Moi cumpra-se a minha vontade e a minha crença.
Que importa estarmos um ano sem Conselho Geral do Agrupamento de Escolas – caso único a nível nacional? L`Etat c`est Moi, cumpra-se a minha vontade e a minha crença: quero os meus fiéis nos órgãos e os infiéis fora deles.
Que importa a Educação; escolas a funcionarem bem, com dirigentes investidos, professores empenhados e motivados, pais mobilizados e alunos com bom desempenho? Je suis l`Dieudonné, tenho uma missão suprema a cumprir.
Em Pombal, nem tudo é normal. Por cá, a Crença ganha vezes demais à Razão. E a Razão está a tornar-se a nota de um homem só. Convém, no entanto, relembrar: em Democracia não é o lugar que eleva o homem; é o homem que eleva o lugar.

21 de novembro de 2014

Afinal, não desconhecem a lei…

Aplicam-na, simplesmente, conforme as conveniências e os caprichos de cada executor.
A avença do arquiteto Nelson Gomes Mendes é justificada – e bem, se os arquitetos da câmara não podem ou não sabem executar os projetos em causa – porque “este tipo de atividade deve ser efetuado sem sujeição a um horário de trabalho específico, com autonomia técnica e sem relação de subordinação hierárquica”.
Mas a “avença” ao suposto “assessor nos domínios da imprensa e da cultura” é o oposto do que decorre da lei e é anteriormente enunciado, porque o Anselmo Medeiros Câmara é um falso prestador de serviços (um “falso recibo verde”), cumpre horário (e, até, sobre-horário), está sob subordinação hierárquica (no modo moço de recados), comunica em nome da câmara, fazendo o servicinho miserável que o JGF e o Paulo Batista ridicularizaram no post anterior.
É este o nosso fado: mesmo a lei não o permitindo, temos que pagar este folclore de mau gosto!

E não esperem emendas, porque, como diz o povo, o que nasce torto tarde ou nunca se endireita.

18 de novembro de 2014

O Bolo

“O bolo” mirrado que está retratado em https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10205178240754269&set=pcb.10205178251394535&type=1&theater é o símbolo da principal atividade política do executivo camarário ou, melhor, da festa da permanente campanha eleitoral, bem documentada nas fotografias publicadas em https://www.facebook.com/media/set/?set=a.10202406195574872.1073741837.1192811017&type=1, da qual também fazem parte os cafezinhos com os funcionários e que ocupa inutilmente vereadores e funcionários.
Perante tais factos, temos de nos interrogar: haverá disponibilidade, motivação, interesse e recursos para prosseguir a verdadeira gestão camarária?

13 de novembro de 2014

Ligação umbilical

Apesar de o estado laico ter sido instituído há mais de um século, não haverá outra terra onde a ligação entre o poder político e religioso (entre nobreza e clero) seja tão chegada como em Pombal, partilham, até, o mesmo convento.

Assim, a fim de proteger o príncipe e o prior das intempéries invernais, sugere-se o restabelecimento da ligação interna entre a câmara e a igreja.

11 de novembro de 2014

Diogo à Costa

Se Diogo Mateus quiser chegar a secretário de estado ou Ministro, terá de imitar António Costa e fazer aprovar mais taxas municipais: cada lisboeta teria de pagar €1,00 por cada passagem pelo concelho de Pombal, de comboio ou de autoestrada. Assim, já poderia financiar a construção do Centro de Interpretação da Sicó e ainda o museu Mota Pinto e pagar depois também os prejuízos.

Diogo Mateus já desceu a taxa do IMI ao mínimo e tem distribuído subsídios e medalhas às clientelas, tal como aquele produto da publicidade enganosa da televisão chamado António Costa. Faltam agora as taxas e taxinhas à lisboeta…

10 de novembro de 2014

A Comédia de Deus

Já que estamos em maré de medalhas, fiz também a minha própria lista com base nos assuntos que marcaram o ano no Farpas. Escolhi dez categorias cujos nomes prestam homenagem à vigésima edição dos Caminhos do Cinema Português, que decorre em Coimbra de 14 a 22 de Novembro. Eis os premiados:

Medalha "Non, ou a Vã Glória de Mandar": Eleições no Agrupamento de Escolas de Pombal
Medalha "O Delfim": Pedro Pimpão
Medalha "A Aldeia da Roupa Branca": Gala da Pombal TV
Medalha "Adeus Pai" ou "O Rei das Berlengas": Homenagem a Narciso Mota
Medalha "Esquece Tudo o Que Te Disse": Ex-vereador António Pires
Medalha "O Pátio das Cantigas": Marcha Municipal
Medalha "Perdido por Cem..." ou "Tudo isto é Fado": Contas da ETAP
Medalha "Juventude em Marcha": JSD
Medalha "Gaiola Dourada":  Cagadeira do Cardal
Medalha "A Menina da Rádio": DG/AC

Agora a sério. Os meus prémios vão para o TAP, pela qualidade do seu "Romeu e Julieta", para o Leonel Mendrix, pela imaginação e irreverência, e para o Paulo Moreiras, pelo seu novo livro "Pão & Vinho - mil e uma histórias de comer e beber", que irá ser lançado no dia 29 de Novembro, sábado, pelas 18h, no Celeiro do Marquês. Não tenho medalhas. Fica o meu forte abraço.

8 de novembro de 2014

Mais dinheiro para a ETAP

Após a tomada de posse do atual executivo camarário, a então diretora geral, Ana Pedro, demitiu-se e não mais voltou. Para o lugar deixado vago, entrou Jorge Vieira da Silva.
Através de comunicado escrito de 06-11-2014, a ETAP divulgou a renúncia de Isabel Arrais ao cargo de diretora pedagógica, a qual também havia integrado a equipa de Ana Pedro. Foi substituída no cargo por João Paulo Lopes.
Consta que a Câmara Municipal de Pombal anda a procurar parceiros nas empresas para comparticiparem num aumento do capital social da Pombalprof em cerca de €400.000,00, a fim de viabilizar a escola. Já sabemos que iremos pagar mais este buraco.

 Até à data de hoje, nada mais foi divulgado sobre as medidas para restruturar a ETAP.

6 de novembro de 2014

Armindo Carolino condecorado

Finalmente, fumo branco: o executivo da CMP decidiu, por unanimidade, condecorar o ex-presidente da câmara Armindo Carolino.

Sai duas sacadas de sapos e duas dúzias de caixas de pastilhas Rennie para o Salão Nobre.

5 de novembro de 2014

Câmara cria residência para atrair estudantes

A notícia surpreende, até, o mais advertido: câmara cria residência para atrair estudantes! Leiria não as tem e em Coimbra albergam, talvez, 1% dos estudantes. Se Pombal não tem ensino superior; para quê, então, uma residência para estudantes?
O jovem vereador da juventude explica que são “dois apartamentos T2 com capacidade para 4 pessoas cada”, com os quais acredita “se possa atrair mais estudantes de fora do concelho”.
Força Renato: atrai rapaziada – em África há muitos. Da minha parte, conta, no mínimo, com mais 4 vagas.

PS: Só uma dúvida: a câmara aloja, também, os que quiserem vir para Escola Secundária de Pombal?

3 de novembro de 2014

BTT no concelho de Pombal

Ontem decorreu mais um “raid” de btt organizado pela Horizonte A J de Almagreira, com cerca de 550 participantes. Na semana passada decorreu o raid de Vermoil e na semana anterior o raid de Vila Cã, organizados por associações daquelas freguesias.

Estas Associações, para além de beneficiarem hotelaria e a restauração do concelho, demonstram que é possível fazer mais pela prática e promoção do desporto do que a as que se habituam a receber subsídios municipais.

2 de novembro de 2014

320

Foto: Notícias do Centro

Após um ano de mandato autárquico, foram 320 os funcionários camarários que já tomaram o pequeno almoço com o Sr. Presidente. Para uns, esta iniciativa é vista como uma forma de motivar os trabalhadores. Para outros é mais uma cerimónia de beija-mão.

O que é facto é que, a este ritmo, ao fim de quatro anos cada trabalhador terá tomado cerca de três vezes o seu pequeno-almoço com Diogo Mateus. Fico curioso para saber se tanto cafezinho e bolinhos terá consequências directas na vida dos trabalhadores para além do aumento do seu colesterol. Se, como foi anunciado, a iniciativa fizer com que o município seja considerado como o melhor para se trabalhar no país, cá estarei para a louvar e me penitenciar por este tom irónico.

30 de outubro de 2014

Chicote e cenoura

Surpreendentemente, os funcionários da CMP foram presenteados com um cabaz de prebendas, pagas pelos munícipes.
O príncipe antigo foi exímio a manejar os instrumentos tradicionais de comando: a cenoura e o chicote. O novo Príncipe herdou-lhe os instrumentos, mas revela alguma inabilidade a manejá-los. O erro maior está na forma inversa como os utiliza, com os dissabores conhecidos. Consumiu-se na extinção da linhagem do Príncipe antigo querendo ele, rapidamente, ser o único reconhecido como chefe e, não tendo subalternos capazes de impor a nova ordem, teve que arcar com o odioso da sua excessiva autoridade. Alertado para o uso desmesurado do chicote deve ter achado que era conveniente temperar o trato com a cenoura. Irá a tempo? Acreditarão os súbditos na sua bondade? Maquiavel avisou que “nunca se deve deixar prosseguir uma crise para escapar a uma guerra, mesmo porque dela não se foge mas apenas se adia para desvantagem própria”. Não deixa de ser estranho que quem leu e releu Maquiavel não saiba que “as amizades que se adquirem por dinheiro, e não pela grandeza e nobreza de alma, são compradas mas com elas não se pode contar e, no momento oportuno, não se torna possível utilizá-las”. “E quem acreditar que nas grandes personagens os novos benefícios façam esquecer as velhas injúrias, engana-se”
É hoje claro que o novo príncipe padece de dois males: muita crença e muita acção - duas causas maiores da má governação. Razão tinha Maquiavel quando afirmava que “o príncipe deve ser lento no crer e no agir, não se alarmar por si mesmo e proceder por forma equilibrada, com prudência e humanidade, buscando evitar que a excessiva confiança o torne incauto e a demasiada desconfiança o faça intolerável”. O novo príncipe tem feito tudo ao contrário! Mas o Farpas está cá, também, para maquiavelicamente o amparar na sua messiânica missão. 

29 de outubro de 2014

Oposição PS de Pombal saiu do coma

Surpresa! O PS votou contra a proposta do executivo de atribuição da prenda do “cabaz do recém-nascido” no valor de €250,00.
A medida, agora proposta e aprovada, já havia sido anunciada por Diogo Mateus no jantar de Natal de 2013 para ser aplicada em benefício dos funcionários camarários, conjuntamente com outras, tais como a dispensa de trabalho na tarde do aniversário do filho com idade até aos 14 anos, oferta dos livros aos filhos no quadro de mérito, entrada gratuita aos filhos na piscina municipal, etc.
Não sei se a medida do “cabaz do recém-nascido” se aplica também aos funcionários das empresas municipais e porque foram ignorados ou esquecidos os funcionários das empresas privadas que fornecem bens e serviços à Câmara Municipal e ou que pagam os impostos que suportam estas infantilidades. O que sei, porque me contaram, foi que, há cerca de 2 anos, perante uma proposta do PS para atribuição de um “incentivo à natalidade” no valor de €500,00 por cada nascimento do concelho de Pombal, Diogo Mateus se manifestou contra a proposta dizendo que quem faz um filho faz por gosto...
Estas medidas, aliadas a outras, tais como o “cafezinho” do Sr Presidente com os funcionários e o (outro) cabaz de natal (habitual) para todos funcionários, vereadores e membros da assembleia municipal, mostra-nos como se esbanja dinheiro e tempo de serviço que os contribuintes têm de pagar.
Desta vez, o PS local resistiu à habitual demagogia e votou contra.

28 de outubro de 2014

Dois pesos e duas medidas

A CMP quer construir, no Louriçal, uma via rápida – obra discutível - que passa junto ao pavilhão, construído recentemente. Na altura pagou os terrenos a 25 € por metro quadrado. Agora, propõe 2,5 € por metro quadrado pelos terrenos confinantes aos comprados por 25 € / m2  – 10 vezes menos!
A que se deve tamanha discrepância:
A) Narciso Mota esbanjador;
B) Diogo Mateus agiota;
C) Outra;
D) Ambas.

Planeiam?

Se há coisa de que o poder instalado na câmara não pode ser acusado é de não ter construído infraestruturas desportivas (campos de futebol, pavilhões, ringues).
Só que – e há sempre um que – construiu equipamentos onde não há equipas e faltam equipamentos onde há equipas.

Na cidade, equipas com 20 atletas treinam(?) em meio pavilhão, porque não há mais!

21 de outubro de 2014

Um ano depois...

Passou um ano desde que a cadeira da presidência mudou de dono. O que mudou? O que ficou na mesma?
1 - O presidente continua a mandar muito mais do que todos os vereadores juntos. Antes tivesse secretários, e não vereadores (aliás, há até quem diga que o seu secretário tem mais voz no executivo que os próprios vereadores). - FICOU NA MESMA
2 - Continuam as placas e inaugurações (como o Adérito aqui retratou), embora o estilo deste novo "inaugurador" seja menos popular que o anterior, o que resulta até do seu estilo pessoal. - FICOU NA MESMA 
3 - A oposição continua simpática, e não se apresenta como verdadeira alternativa de propostas. -FICOU NA MESMA
4 - Os jotinhas continuam a ser os melhor colocados para assumir todos os cargos afectos (directa ou indirectamente) à CMP, e as pessoas com provas dadas "no mundo lá fora" continuam afastadas da coisa pública. - FICOU NA MESMA
5 - O Presidente da Assembleia Municipal já não se verga respeitosamente ao seu executivo, não permite que este faça o que bem lhe apetece nas próprias AM's, não fala para o seu presidente do executivo como um empregado muito subalterno fala para o seu patrão. - MUDOU
6 - As empresas municipais (as formais e as que parece que não são, mas são na mesma) continuam a servir para muito mais do que o seu objecto social. - FICOU NA MESMA

Base de dados municipal ilegal II

Em 26-08-2013, aqui escrevemos sobre a exigência da Câmara Municipal de Pombal de digitalizar os documentos dos utentes que ali pretendiam requerer certidões. Caso o cidadão não permitisse, não poderia obter a certidão. Consequentemente, tratava-se de uma base de dados ilegal.
Perante reclamação de um utente e as nossas críticas, a Câmara recuou, passando a aceitar a normal exibição dos documentos de identificação.

Agora, com o novo Presidente e as avenças dos juristas reforçadas, a exigência ilegal da Câmara Municipal voltou.