31 de dezembro de 2014

Pedro, porque te esqueceste de mim?

Quando soube que enviaste um exemplar cartão de boas festas aos pombalenses fiquei tão orgulhoso por ti, que nem imaginas. Interroguei-me, até: como foi o Pedro lembrar-se disto? E ser assim tão generoso, tão simpático, tão otimista? Conheço-te o suficiente para saber que és um cavalheiro, mas nunca pensei que a tua generosidade fosse tanta. Imagino o que te custou mandar fazer e levar aos habitantes deste vasto concelho tão valiosa mensagem. Bem sei que para ti o material não conta muito; mas, porra, isto sai caro, e os tempos são de vacas magras.
A tua mensagem de boas festas está um “must” – tem lá tudo o que um humilde mortal ambiciona: felicidade, saúde e sucesso. Tudo o que és e tens. É verdade que é um pouco redundante, mas para a humilde criatura, que não distingue muito bem as dimensões da bem-aventurança, está perfeita.
Diria, ainda, mais bem de ti, se não te tivesses esquecido de mim. Não compreendo a discriminação a que votaste este admirador, pombalense, votante, pai de família e bom pagador de impostos. Foi esquecimento? Perdeu-se no correio? Achas que não mereço? Gostava de saber.

Feliz 2015. 

26 de dezembro de 2014

Encontrei a consócia

O associativismo local é peculiar: tem muitas associações e poucos associados. Consequentemente, os associados efetivos - e até os outros – para além de se vangloriarem dessa condição, não perdem uma oportunidade para ostentarem a sua suposta preeminência social. Idiossincrasias.
Há, no entanto, uma dúvida que assalta muita gente: havendo tantas e tão variadas associações, porque há tão poucos associados? É estranho, não é? Conheço o fenómeno só pela rama, mas o suficiente para afirmar que existem dois tipos de associações: as abertas e as fechadas – as que procuram associados e as que os barram.
Neste contexto, é-me difícil corrigir a lacuna social que os meus inimigos de estimação não param de me apontar. Manifesto, de vez em quando, alguma disponibilidade para me associar, mas reconheço que, por uma razão ou por outra, tem sido difícil encontrar consócia interessante. Já recebi alguns assédios, designadamente de uma associação desportiva de renome – da área das minhas preferências – mas o nome e a cor das camisolas falaram mais fortes do que eu, e o coração não deixou.
Mas, depois de alguma análise e na posse desta prestimosa informação, acho que encontrei a consócia ideal: a Associação Florestal sem Nemátodo. Dará, com certeza, o conluio perfeito: eu reúno os requisitos necessários – acabei de herdar uns pinhais - e a associação corresponde totalmente aos meus interesses. Tem tudo para dar certo: eu preciso dos pinhais limpos, a associação de cumprir a sua missão.

23 de dezembro de 2014

Bombeiros falham pagamentos


Adenda: consta que os bombeiros estão pelos cabelos com esta direcção.

Associação florestal sem nemátodo

No passado sábado, 20-12-2014, foram eleitos os órgãos sociais da APFP (Associação dos Produtores Florestais de Pombal), com sede na Guia, continuando Carlos Ferreira da Silva como Presidente da Direção, José Grilo Gonçalves como Presidente da Mesa da Assembleia Geral e Diogo Mateus como Presidente do Concelho Fiscal. Entrou Narciso Mota para vogal da Direção, donde saiu João Pimpão, e entrou Joaquim Branco para 1º secretário da Mesa da Assembleia, donde saiu José Gomes Fernandes.
As críticas de João Pimpão e, sobretudo, de José Gomes Fernandes, durante a penúltima Assembleia Geral, dirigidas à gestão do Presidente da Direção, designadamente sobre o controlo dos interesses de contratos celebrados entre a APFP e os membros dos órgãos sociais, levaram à incompatibilidade de posições.

Depois das questões que foram levantadas, muito se estranha o silêncio e a cumplicidade de pessoas com grandes responsabilidades sociais e institucionais. Os envolvimentos político-partidários não podem alterar ou influenciar os deveres associativos.

22 de dezembro de 2014

Municipal ou quase-igual!

Enquanto no resto do país se discute entre as vantagens e desvantagens da municipalização da educação, em Pombal (nós gostamos de ser pioneiros), parece desejar-se coisa diferente das que se discutem no resto do país.
O nosso modelo parece ser o de uma "faz-de-conta-que-não-é-municipalizada-mas-o-PC-é-que-quer-mandar-na-prática". Não bastava já a farsa que é a situação da ETAP, e vem mais este triste episódio que tem agitado estas páginas nos últimos tempos. Às acusações de sede de poder, de vinganças pessoais, ou de outros mais requintados enredos, vêm os "súbditos de sua majestade" ripostar com alegados pareceres jurídicos em falta.
Quando não se tem vergonha na cara, não há lei que lhes dê guarida. Nem lei, nem falta dela. Fica só o ridículo.
Quanto à questão da municipalização da educação, creio que este é um assunto que exige competência, transparência e seriedade. E como tal, como bem se vê, não deve ficar nas mãos dos municípios.

19 de dezembro de 2014

Câmara Rica em Concelho Pobre

O Estado passa por enormes dificuldades, as empresas privadas sofrem acentuadas quebras na atividade e na receita e muitas entram em insolvência, as famílias sofrem cortes acentuados no rendimento com redução do nível de vida e muitas caem na pobreza. No entanto, apesar deste cenário de enormes dificuldades, a CMP nada em dinheiro – tem 10 M€ em caixa.
A que se deve este milagre? Como foi possível gerar este oásis num deserto tão árido? Quem esteve por detrás do “feito” e quem o consentiu? São boas questões a que é fácil responder após uma breve análise aos instrumentos de gestão emitidos pela câmara.
Isto aconteceu porque, ao longo da última década, a câmara desenvolveu um autêntico saque aos pombalenses - denunciei-o em 2007/08/09.
Esta abundância de dinheiro tem proporcionado muito desperdício (obras inúteis, subsídios e avenças injustificáveis, …) e o agravamento das dificuldades para os pombalenses.
Reparem bem na evolução principais rubricas da receita na última década:
- Impostos Diretos: aumento de 101%;
- Imposto Municipal s/ Imóveis: aumento de 170%;
- Imposto Municipal s/ Transferência Onerosas Imóveis: aumento de 141%;
- Venda de Bens e Serviços Correntes: aumento de 84%;
- Venda de Água: aumento de 41%;
- Venda de Serviços Específicos (Saneamento e Resíduos Sólidos): aumento de 143%;
(este explicado, em parte, pelo alargamento da rede de saneamento)
Reparem, igualmente, na evolução das Transferências de Capital (suportadas indiretamente pelas famílias e empresas):
- Transferências de Capital do Estado: aumento de 116%.
Quem não gostaria que os seus rendimentos evoluído nesta proporção? É isto aceitável, nomeadamente num contexto de profunda crise económica? Não. Isto acontece por duas razões fundamentais: (i) pouco escrutínio dos eleitores; (ii) o poder local tem muita força junto dos partidos do centrão.

Entendam-se

Os dirigentes e o(s) accionista(s) da ETAP defendem a Diversificação da oferta educativa. A JSD defende a Especialização em Mecatrónica (será mais Focalização, mas enfim).

Entendam-se depressa. Senão, dentro de pouco tempo, nem uma coisa nem outra.

18 de dezembro de 2014

Ilegalidades, irregularidades e falsidades

É verdade que o processo de eleição dos representantes dos pais no Conselho Geral está cheio de ilegalidades, irregularidades e falsidades.
A primeira: a maior e a causa de todas as outras, é a existência duma associação de pais que não o é, porque não representa os pais nem os quer representar - é, simplesmente, um instrumento de luta pelo poder; percebi-o neste momento, mas nunca pensei que as criaturas que a dirigem pudessem descer tão baixo.
A segunda: consequência da primeira; foi a eleição - em si - dos representantes dos pais. A direcção da associação de pais fez tudo, junto da mesa da assembleia da associação de pais e do presidente do conselho geral, para impedir a admissão a sufrágio da lista independente, recusando-se a participar na eleição se a lista independente participasse. Isto levou a um atraso, superior a uma hora, no início da eleição (a eleição ocorreu à hora de jantar), levando dezenas de pais a desistir de votar (nomeadamente uma mãe eleita na lista independente).
A terceira: consequência, igualmente da primeira; foi a apresentação de um regulamento eleitoral, no dia da eleição, desconhecido dos pais, não discutido nem aprovado em nenhuma reunião geral de pais, nem – vejam bem – em reunião da associação de pais. O regulamento prevê – contrariando todas as regras de representatividade democrática – que os representantes dos pais devem ser todos da lista mais votada.
A quarta: consequência, igualmente da primeira; foi a presidente da direcção de pais ser apanhada, pelo presidente do Conselho do Agrupamento (virá daqui o ódio que lhe têm?), a votar duplamente (o marido já tinha descarregado os votos a que tinham direito), o que revela o carácter de algumas criaturas.
A quinta: consequência, igualmente da primeira; é a presidente da direcção da associação querer à força substituir a presidente da mesa da associação de pais, e fazê-lo várias vezes, nos actos que estatutariamente são da responsabilidade desta. 
Em resumo: que ética e que moral tem esta gente, e os que a manobram, para falar em ilegalidades, irregularidades e falsidades?
Haja PIEDADE!

PS1: Porque andam muitos professores metidos na direcção da associação de pais? Não seria mais ético e transparente deixar a associação de pais, e os lugares para representantes dos pais, para os pais, só pais?

PS2: Há, também, uma irregularidade formal cometida pela lista independente: não assinatura da lista pelos seus membros (que classifico de menor, facilmente corrigível porque as pessoas estavam presentes na momento da submissão da lista, o que diz tudo sobre como ela, na véspera, nasceu).

17 de dezembro de 2014

Continuam as demissões

O príncipe continua a fazer vítimas a um ritmo avassalador. E o delfim vai-as amparando e evitando. O príncipe sabe que quem caminha descalço não deve semear espinhos. Mas a sua natureza trai-o. É, por isso, um homem perigoso que a tudo recorre para escorraçar ou eliminar os que não se submetem à sua tirania, sejam eles opositores ou correligionários.
Os paços do concelho transformaram-se, por estes dias, num verdadeiro pelourinho onde são fustigados desalinhados afim de os converter ou eliminar.
A semana passada foi o correligionário que ousou tomar posse.
Ontem, pela tarde e noite dentro (durante 5 horas) foi a presidente da mesa da associação de pais do agrupamento de escolas de Pombal a fustigada, simplesmente porque não vendeu a alma ao diabo. Não resistiu: demitiu-se hoje (foi mais forçada a demitir-se).
É uma perda para a causa justa; mas é, também, mais uma palma de espinhos para o príncipe.

PS: Conheci a Ana Tenente durante este kafkiano processo. Era a pessoa certa no lugar errado: a pureza no meio da intriga e da maldade. Compreendo e aceito a sua cedência. Mas a luta pela justiça e pela verdade continuará.

As clementinas regressaram

É a época delas. Mas, como o tempo não lhes tem sido propício, vêm engelhadas, desfiguradas, sem brilho. Estão irreconhecíveis, mas os mais atentos reconhecem-nas bem. Fruta deste calibre está proibida de vir para praça. Furaram o bloqueio, arriscam penalizações.

16 de dezembro de 2014

Avença de €40.000,00

Mais uma gorda e pródiga avença atribuída por ajuste direito pela Câmara Municipal, ao mesmo gabinete de advogados, para elaboração de pareceres jurídicos sobre contraordenações e direito administrativo. Os honorários do patrocínio nos processos judiciais serão pagos noutras contas, também gordas.
Outro gabinete jurídico, também da cidade do Lis, entende que menos de metade do valor é caro.
Enquanto a Câmara Municipal cobra altas taxas e créditos prescritos para engordar os cofres, os pareceres em causa são apenas necessários para satisfação dos caprichos de quem os encomenda, para justificar soluções tortas e “fretes” e para justificar a necessidade de gastar os dinheiros dos cofres públicos. Aliás, as poucas necessidades de pareceres podem ser cobertas com o trabalho dos juristas da própria Câmara Municipal.

Perante os factos, parece-me que quem atribui as avenças pode estar a garantir o futuro quando deixar de exercer o poder, como informa o jornalista José Gomes Ferreira nalguns dos seus trabalhos de que dou como exemplo o que pode ser visionado em http://www.youtube.com/watch_popup?v=tJj0H5C-uhc

Radiografia de alguns políticos e pedagogos locais


NO COMMENTS!!!
PS: Porque considero este documento de interesse relevante não só para a comunidade educativa, mas para toda a comunidade.
   

15 de dezembro de 2014

Mega agrupamentos e mega egos

Não sou um fã do actual Presidente da Câmara de Pombal mas reconheço-lhe grandes qualidades políticas. Ou reconhecia. A vergonhosa novela que tem como cenário o mega agrupamento de escolas de Pombal revelou-nos um político acossado, ansioso, que não consegue admitir que uma instituição onde a autarquia tenha alguma participação, possa ser gerida por quem não lhe preste vassalagem.

A acção da autarquia deveria focar-se no Conselho Municipal de Educação e não em cada escola ou agrupamento. É aí que pode (e deve) ser um parceiro da comunidade escolar, ajudando-a a melhorar a qualidade da sua actividade formativa e a minimizar os números do abandono escolar. Para isso há que entender os exigentes desafios que hoje em dia se colocam às escolas e, lado-a-lado com professores, funcionários, alunos e pais, trabalhar para atingir as metas que todos merecem.

Os egos e mordomias, as tricas políticas e os quezílias mesquinhas são tudo aquilo que as escolas não precisam. Daí o meu apelo: Caro Diogo Mateus,  concentra-te no muito que tens a fazer e faz um esforço por perceber que mesmo os teus inimigos podem fazer o teu trabalho. Neste caso, o trabalho de criar tentar criar no concelho escolas de grande qualidade.

13 de dezembro de 2014

Novos Centros Escolares

As GOP para o triénio 2015-18 prevêem um investimento de 10.235.973 € para a construção dos Centros Escolares da Guia, Vermoil, Santiago de Litém, Vila Cã, Pombal, Mata Mourisca, Louriçal e Meirinhas.
Atendendo a que:
(i)   Se verifica um decréscimo acentuado de novos alunos sem perspectiva de inversão;
(ii)  Se fundiram varias freguesias e outras têm pouca população.
Será que não se justifica reduzir o número de novos Centros Escolares e afirmar novas centralidades?

A crise não toca a todos

A crise é tão longa e profunda que, pensava eu e a esmagadora maioria, tocava a todos. Não, a CMP está rica: tem 10 milhões de Euros em caixa.

O triste fado continua: população pobre e câmara rica!

12 de dezembro de 2014

Notas duma AM morna

No início da sessão o príncipe, apesar de aconselhado pelo senador a temperar a sua excessiva autoridade com alguma prudência e diplomacia, pediu uma assembleia quente para aquecer o ambiente frio. Mas, por opção ou incapacidade dos adversários (ou as duas coisas), não foi correspondido.
Mesmo assim, bem os picou na resposta a uma intervenção mais incisiva, quando relembrou processos eleitorais onde votaram ausentes e mortos. Mas os adversários não lhe deram mais nenhuma oportunidade de aquecer o ambiente. Quem não tem, não pode dar.
Na falta de adversários atacou os correlegionários, acusando o anterior executivo na Junta de Freguesia da Guia de má gestão do erário publico.
Quem tem sangue de escorpião tem que ferroar.

PMUGest – o equívoco continua

A PMUGest não é (bem) uma empresa, é um estratagema para executar um emaranhado de actividades sem complementaridade, que não proporcionam alinhamento de esforços.
Os Resultados dos exercícios dos anos anteriores e Orçamento para 2015 confirmam o equívoco:
- Previsão de Resultados positivos somente nas actividades que geram automaticamente proveitos e não acarretam custos - Publicidade e Estacionamento;
- Previsão de Resultados negativos em todas as outras actividades;
- Previsão de Resultados recorrentemente negativos e subavaliados no Café Concerto (-28.570 €) e Cafetaria do Castelo (-15.124 €) – actividade em concorrência, duplamente, desleal com os bares locais.
Compreende-se, assim, que tenha uma direcção remunerada e em part-time.

PS: o Café Concerto é um espaço de todos mas voltou a não ser para todos.

11 de dezembro de 2014

ETAP – os números que dizem tudo

Em 2014:
- 230 alunos inscritos;
- 10 turmas;
- 43 funcionários
- 25 professores;
- 18 funcionários não docentes;
- 5 alunos por funcionário;
- 9 alunos por professor;
Um organograma com tantas caixas como funcionários.

Para quê, mais palavras?!

10 de dezembro de 2014

ETAP – a deriva continua

O Plano Estratégico da ETAP é um recital teórico que procura embelezar o quadro negro que é a realidade da escola. É, no entanto, um exercício falhado. Compreende-se o esforço do seu director, mas o resultado é mais um prospecto seu, do que da escola. Existem muitas técnicas para embelezar um cadáver; mas, por muito que se use e abuse delas, um cadáver será sempre um cadáver.
O guião utilizado é sobejamente conhecido e ajustado ás circunstâncias recentes: pintar o passado recente em tons muito negros (resultados de 2013: -419.482 €), prometer uma ligeira recuperação e, no futuro, comparar o enegrecido passado com o cinzento do momento. Pelo meio faz-se um aumento de capital de 300.000 € para poder respirar por mais uns tempos.
O problema é que o quadro não suporta cores vivas. Em 2014, mais prejuízo (resultados líquidos de -124.676 €) e uma prometida estabilização da situação económico-financeira que não acontecerá porque o ligeiro aumento da atividade é improvável.
A escola precisa de um posicionamento claro e de uma reestruturação de profunda. Não vai lá com frases feitas destituídas de conteúdo. Que interessa afirmar uma estratégia corporativa de diversificação se a escola, nos últimos anos, diversificou por tudo o que havia por onde diversificar com os resultados conhecidos?
Que interessa afirmar uma estratégia competitiva de diferenciação se a escola se diferenciou (meteu-se) em tudo e não é reconhecida como especializada em nada?
Os responsáveis da escola continuam a empurrar com a barriga para a frente, adiando o problema, porque sabem que podem recorrer ao dinheiro dos contribuintes. Mas não se esqueçam: a escola, para existir e poder continuar a distribuir dinheiro, tem que atrair alunos.

7 de dezembro de 2014

A palhaçada dos concursos “opacos”

Nos tempos que correm, a administração pública pede pareceres para tudo e para nada. Muitas vezes parece pedi-los apenas para satisfazer clientelas e “fazer fretes” a amigos, sempre com o nosso dinheiro.
Vem isto a propósito do convite da Câmara Municipal de Pombal efetuado a 3 empresas para, no âmbito de um concurso público, apresentarem propostas para elaboração de estudos de viabilidade económica e financeira com vista à execução, pelo Município, de abastecimento de água, rede de tratamento de drenagem de águas, rede de saneamento e remodelação de ETAR. Surpreendentemente, os membros da equipa técnica da empresa vencedora são os mesmos das equipas técnicas das outras duas empresas que apresentaram as propostas que não foram consideradas. Caramba, parece trapaça. Até o PS até votou contra…

Criticar a administração pública é um direito e um dever para evitar abusos, promiscuidades, corrupção e impostos e gastos excessivos.